AFLITOS

O diretor de Futebol do Náutico Maurício Cardoso é mais radical que os dirigentes de Sport e Santa. É totalmente contra o projeto de lei do vereador Jorge Chacrinha. Segundo ele, por ferir interesses financeiros do clube.

Cardoso destaca o futebol como um negócio, por isso não pode entrar em choque com as suas principais parceiras: as emissoras de televisão. “Futebol hoje é business (negócio). É complicado isso”, afirmou.

O dirigente timbu lembrou que não é só no Brasil que as redes de TV adequam os espetáculos aos seus interesses. “Na própria Copa do Mundo já houve jogo ao meio dia (em 94, nos Estados Unidos, o Brasil jogou contra Camarões neste horário). Infelizmente o dinheiro fala mais alto hoje em dia.”

Em relação à comodidade do torcedor, que chega em casa bem mais tarde, quando os jogos começam às 21h40, Maurício Cardoso se defende. “Não se pode ver apenas de um lado. É complicado perder um parceiro desse”, ressaltou.

O Náutico, contudo, não tem partidas previstas para este horário. Pelo menos por enquanto.

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