COLEGIADO

Com a formação do colegiado de futebol para reformular o elenco alvirrubro, o torcedor volta a sonhar com classificação do time para a Série A do Brasileiro e com a conquista do tricampeonato pernambucano

A torcida do Náutico voltou a respirar um ar de esperança. Depois que foi formado o colegiado de futebol com ex-dirigentes e ex-presidentes para reformular o elenco alvirrubro, o torcedor passou a acreditar mais no time e na possibilidade de classificação entre os oito primeiros do Campeonato Brasileiro da Série B e a partir daí entrar na luta do mata-mata para voltar à Série A. Ao mesmo tempo, o clube permanece na briga para conquistar o tricampeonato pernambucano, mas vai precisar conquistar o terceiro turno, pois o Santa Cruz ganhou o primeiro e o Sport o segundo.

Os dirigentes foram obrigados a fazer uma mudança radical no elenco. Dos contratados no início da temporada com o então técnico Givanildo Oliveira apenas dois jogadores permaneceram: Jean Carlos e Wílson Surubim. Os demais foram dispensados ou pediram para ir embora. Foram eles, os goleiros Gilberto Mineiro e Marcelo Valença, os zagueiros Juliano e Humberto, os laterais Marcos, Rubens e Joãozinho, os meias Maurício, Márcio Griggio e Gaibu e o atacante André Jacaré. Já o meia Mabília pediu a sua rescisão de contrato recentemente. Além dos atletas, até o próprio treinador foi demitido e hoje comanda o Remo.

Diante da situação, o colegiado reformulou o elenco e até a semana passada ainda estava contratando. O 14º contratado foi o zagueiro Nem, campeão brasileiro pelo Atlético/PR e que estava no Atlético/MG. Os outros reforços: o goleiro Edervan, os laterais Emerson Cafu, Marco Aurélio e Marcos Lucas, os zagueiros Bruno e Pedro Paulo, os volantes Pires, Sérgio Soares e Perdigão, os meias Yan, Leonardo e Juliano e o atacante Júnior Ferrim.

O diretor Eduardo Loyo, um dos membros do colegiado, foi bem claro ao analisar a situação anterior e o atual momento. “Se o Náutico continuasse do jeito que estava seria um sério candidato a cair para a Terceira Divisão do Brasileiro. Tivemos que mudar tudo.”

AUMENTO DA FOLHA

A reformulação de um elenco custa caro. Mas Eduardo Loyo assegura que nada foi feito sem um planejamento. Segundo ele, o clube está conseguindo alguns parceiros e ainda tem verbas a receber como a do Futebol Solidário com o Governo do Estado, a cota a TV Globo pelo Pernambucano e algumas parcelas pela participação na Copa do Brasil. Um dos parceiros será a Petrobras (uma valor estimado em R$ 50 mil mensais). Com os dois patrocínios na camisa do time, o clube vai receber R$ 150 mil. Mas a folha salarial já está em torno de R$ 280 mil, que será complementada com outras rendas paralelas.

“O mais importante é que a harmonia voltou ao Náutico. Até os que estão contra, estão calados. Além disso, estamos gostando do trabalho do técnico Heriberto da Cunha. Acreditamos que o time vai crescer e teremos amplas condições de chegar entre os oito e partir em busca da classificação para a Série A”, afirma Eduardo Loyo.

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