SELEÇÃO

Desmentindo o genial dramaturgo Nelson Rodrigues, nem toda unanimidade tem de ser necessariamente burra. A dupla de ataque escolhida pelo JC personifica o que todo torcedor deseja do jogador de seu time: técnica e garra. Adriano Chuva e Kuki são assim.

Além de artilheiros, dominam bem vários fundamentos como toque de bola, velocidade, assistência. Jogadores quase completos que enchem os olhos das torcidas leonina e timbu. Nesta temporada, Kuki fez 26 gols, Chuva, 12.

Os estilos de jogo se unem. “Na teoria, formaríamos uma grande dupla de ataque. Temos características complementares e só dependeria da questão do entrosamento”, afirma Kuki que em três temporadas em Pernambuco foi duas vezes artilheiro e chegou em vice, em outra oportunidade.

O artilheiro ‘rasgou a seda’ para o companheiro de seleção. “Chuva tem boa presença na área e quando sai dela, sempre puxa a marcação dos adversários com grande movimentação. Isso seria bom para mim, pois poderia chegar em velocidade”, conta, já traçando as ‘estratégias’ de ataque.

Escolhido o craque do Pernambucano, o tático e raçudo Adriano Chuva também elogiou Kuki, que hoje pode marcar seu 90º tento pelo Alvirrubro, no clássico contra o Santa. “É um grande jogador e, com certeza, daríamos trabalho.”

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