TROCA

O novo atacante do Náutico não se arrepende de ter deixado o Goiás, que está na Primeira Divisão do Brasileiro, para vir jogar na Segundona. Ele alega que a competição está valorizada

O novo atacante do Náutico, Hernani, já está treinando forte nos Aflitos desde quinta-feira passada. Animado por ter vindo para o clube alvirrubro, ele não se arrepende de ter trocado o Goiás, que disputa a Série A, para vir jogar na Série B.

“A Série B é uma competição que está valorizada, principalmente com a presença do Palmeiras e do Botafogo/RJ. Além disso, vim defender um grande clube”, argumenta.

O atacante ainda acrescenta que a Série B é um campeonato muito mais competitivo. “As dificuldades são maiores. As equipes estão niveladas e o objetivo é subir para a Série A. Por isso, os jogos são mais difíceis, a disputa é dura e não se pode perder a concentração”, afirma, para acrescentar: “Ao mesmo tempo há bons jogadores e subir para a Série A valoriza demais os clubes e os próprios atletas.”

A vinda para o Náutico também foi a oportunidade de jogar no futebol nordestino. “É um novo mercado que estou abrindo. Além do mais, é uma nova experiência. Estou gostando do clube e fui bem recebido. Vou fazer tudo para corresponder em campo.”

Hernani ainda não conhece todos os companheiros. Quando ele chegou, o time já havia viajado para Caxias. “Conheço Adriano porque jogamos juntos no Atlético Mineiro. Também joguei contra Juliano e conheço Érlon. Também atuei ao lado de Cafu (Emerson Cafu lateral-direito). Acho que o Náutico formou um bom elenco e tem tudo para conseguir voltar à Série A.”

CARACTERÍSTICA – Hernani Nogueira dos Santos, 26 anos, 1,86m de altura, é mineiro de Belo Horizonte. Ele começou a carreira no Atlético Mineiro, depois defendeu o Grêmio, a Portuguesa e a Ponte Preta. Estava no Goiás, mas o time não vem fazendo uma boa campanha na Série A (é o lanterna) e a diretoria decidiu promover algumas mudanças. Dessa forma, veio para o Náutico.

Apesar de ser atacante, Hernani também atua como meia-ofensivo. “Não sou um jogador de velocidade como Kuki. Jogo mais como segundo atacante, mas tenho boa movimentação. Também atuo na meia, chegando por trás e tenho facilidade no toque de bola. Assim, o treinador (Heriberto da Cunha) terá mais opções em fazer as modificações que considerar necessárias.”

Em boa forma física, Hernani se diz pronto para estrear. “Basta a documentação ficar regularizada. Estarei à disposição do nosso técnico”, assegura.

Não haverá problema para assimilar o trabalho de Heriberto da Cunha. Ao contrário, no tempo do Atlético Mineiro ele era assistente-técnico de Dario Pereyra. “Conheço Heriberto. Não teremos dificuldades. Afinal, estou disposto a trabalhar e lutar por uma vaga no time, mas respeitando os companheiros. O importante é que o time está bem na Série B e vou ser mais um a somar no elenco.”

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