Futebol é decidido dentro das quatro linhas

Por: AlieNáutico

Recife, 15 de Outubro de 2007

Escalação anunciada e sinceramente, não concordei em nada. Queira eu que queime minha língua, ou melhor, meus dedos. Mas não gostei mesmo. Mesmo sem seis titulares e com a falta de entrosamento e erros de passes – devido aos desfalques, o Náutico possuí elenco e Roberto Fernandes teve opções para montar a equipe.

Iniciei minha preparação. Rezei, me concentrei e ai sim, tudo pronto para começar. Quando vi o Cruzeiro com Roni e Alecsandro na frente, afé maria… me assustei! Mas, acredito! A partida tava lá e cá. O Timbu errando passes e a Raposa pressionando. Fabiano fez boas defesas, até que deixaram o matador azulado sozinho e ele não desperdiçou, 1×0 para o Cruzeiro. Mas tudo bem, pensei. Vamos manter a calma, acertar a marcação e virar o placar. Sendo que quatro minutos depois, a zaga do Náutico quase me fez enfartar. Ângelo sozinho, putz defesa…fez o segundo. Acabou assim a primeira etapa.

Para a segunda, continuei acreditando. Roberto mudou o time, mas não fez o que pensei. Se bem que o Náutico melhorou e muito e Acosta fez um golaço aos 17 minutos. Senti que dava e continuei acreditando. Roberto fez mais mudanças e aos 32, o uruguaio de novo, fez o gol e empatou a partida. Quase enfartei. E por pouco não vencemos. Mesmo com o árbitro sendo ruim, descarado e ladrão, o Náutico mostrou que tem grupo e que é formado por homens. No final ainda tirou Acosta da partida e do próximo jogo, diante do Corinthians. Um ponto da garra, raça e que venha o time paulista!

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