Foi pior que o esperado. A expectativa do Departamento Médico do Náutico era que o atacante Rogério, que rompeu os ligamentos colateral medial e cruzado anterior, do joelho direito, voltasse aos gramados em seis meses. No entanto, após os exames clínicos realizados nesta sexta-feira, os médicos definiram que o atleta irá ser submetido a dois procedimentos cirúrgicos, o que fará o tempo de recuperação se estender.
De acordo com o médico do clube, Henrique Marques, embora os exames desta manhã não tenham constatado uma nova lesão, o jogador ficará, no minimo, sete meses afastado das atividades.
- Realizamos um exame clínico no atleta, onde constatamos as mesmas lesões que foram detectadas ontem. Mas como o Rogério terá que passar por duas cirurgias seu prazo de recuperação provavelmente será superior aos seis meses.
A primeira cirurgia, que servirá para reconstituição do ligamento colateral medial, está marcada para a próxima terça-feira. Já o procedimento para recuperação dos ligamentos cruzados só poderá ser feita quatro semanas após. Ainda segundo o Departamento Médico do clube, os procedimentos serão realizados pelo médico Romeu Krause.
Por: Elton de Castro/Globo Esporte Recife
Foto: NauticoNET
Força ROGÉRIO !
Waldemar Lemos não dar para jogar Eduardo lento Ramos com Cascata, eduardo tem que ser banco, mesmo assim cascata não é de primeira, agora pq contraram Henrique para deixar no banco? pelo amor de DEUS vamos acordar para contratação, o jogo de hoje mostrou para todos que não temos umm volante na frente da zaga, outra coisa Lenon não pode ser banco.
Força Rogerio você vai voltar antes muito antes voce vai melhora
força cara
Rogerio Força e fé que Deus nos ajuda…
Fanautico na torcida por vc.
ESTÁ FORA DO CAMPEONATO PERNAMBUCANO E BRASILEIRO.
E O CRIMINOSO VAI FICAR LIVRE?
VAMOS ACOMPANHAR A VIDA DELE. COM A INTERNET FICA FÁCIL.
Boa recuperação garoto, Jesus sempre tem um propósito para todos nós, e com certeza você vai dar a volta por cima.
Um homem não para nos obstáculos que encontra!
BOA SORTE ROGÉRIO,A TORCIDA ALVI-RUBRA,ESTÁ ORANDO E TORCENDO PRA QUE VOCÊ SE RECUPERE O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL E VOLTE A FAZER MUITOS GOLS OK!
os jogadores do cnc deveriam entrar em campo com uma faixa de solidariedade a rogério,e a nossa torcida com faixas de protestos,contra esse marginal do manéco e do arbitro,seria um desabafo e mostrava a nossa indignação com o q houve.
Poeira se dissipando.. Cenário menos turvo.. a claridade da razão sobressaindo-se ao ímpeto nebuloso da comoção….
O discurso retórico vai dando lugar à sensatez. O caso Rogério já vai se dando como consumado…
Vai ser só mais um a entrar pras estatísticas do futebol?
Ou vai se tornar um emblemático exemplo de como NÃO se conduzir uma partida?
Isso vai depender de nós. De nosso aprendizado. Se houver.
Para que haja devemos encarar o fato como modelo.
Poderíamos até descatar os protagonistas, que podem ser considerados de certa forma como bodes expiatórios.
Eles apenas seguem um modelo estabelecido no futebol atual.
E como todo modelo, tem que se mostrar falho na prática para ser mudado.
No jogo em questão um time grande, integrante da primeira divisão nacional, primeiro colocado no estadual joga em casa contra um time pequeno/intermediário ocupando a vice-lanterna.
Uma disparidade técnica significativa. Um favoritismo demasiado.
Todos sabem disso e o árbitro da partida não é exceção.
Instaura-se naturalmente uma atmosfera de fragilidade.
Futebol é caixinha de surpresas, é verdade, mas poucos cenários são mais propícios para um “massacre” do que esse.
Beirando à formalidade são cometidos atos ilegais nessas condições.
Nenhum juiz deseja ver nas manchetes algo como “Seis expulsos em jogo atípico!”, ou ainda “8 X 0 depois das expulsões”, e por isso, ser considerado como “responsável” pela “anomalia”. Ele provavelmente tomará providências contra isso. Afinal todo árbitro aprendeu que ” juiz bom é aquele que não aparece” não é?.
Mas este ditado é errado, pois se ele TIVER que aparecer(decidir), ele DEVE aparecer. Se ele não aparecer pode ser sinal de omissão.
Ótimo para todo juiz se todo jogo fosse 0 X 0. Ninguém poderia falar muita coisa dele.
Se a disparidade é absurda, o time pequeno tende a ser ” protegido”.
Embora isso seja particularmente verdade somente até certo ponto do jogo enquanto persistir empate, mais tarde o favorecimento moral e psicológico é do time da casa que tem que “fazer o dever”. Se o time da casa sai na frente, o pequeno volta a ser “protegido”
É importante observar que esse processo não necessariamente ocorreria em outro jogo entre equipes mais equivalentes, nesse caso a tendência do juiz é de um comportamento mais “caseiro” ou imparcial.
Então o juiz tende a levar o jogar em banho-maria por um tempo certificando-se de que nada muito escandaloso ou ultrajante ocorrerá, valendo-se do bom senso enquanto pode.
Mas o limite do bom senso é a prudência. Bom senso” é diferente de “senso comum”. Este reflete apenas a opinião da maioria. Este consenso pode ser bom ou mau, certo ou errado. Mesmo que a maioria aprove.
E isso é completamente tendencioso em se falando de futebol. O juiz deveria se abster do senso comum, da chamada pressão, em nome do bom senso condizente com a regra puramente.
Mas puramente? Não. Na caderneta está dizendo, por exemplo que “ofensa grave ao árbitro é passível de cartão amarelo”. Mas numa confusão de início de jogo um time inteiro agiu dessa forma ofensiva. E agora, como proceder? É necessário se infringir a regra aqui usando de bom senso.
No dicionário bom senso é “a capacidade intuitiva de distinguir a melhor conduta em situações específicas”.
É um valor que alguém atribui a algo, certo ou errado, mas que em seu juízo, é correto. É o que alguém crê ser correto, ou ser a decisão óptima.
Por outro lado, obrigado pelo senso comum, alguém pode ser forçado a se comportar de maneira que não lhe agrada, goste ou não. O bom senso algumas vezes diverge do da maioria. Ele pode estar em acordo com o senso comum ou não.
Num estádio de futebol acontece uma extrema variação desse conceito. Em jogo de torcida única o senso comum é o do favorecimento único e incondicional do time da casa. Seja como for. Gol de mão, penalty cavado, em impedimento… tudo vale. Desde que seja a favor.
Mas isso não quer dizer que os torcedores não saibam o certo. O que acontece é uma supervalorização das direitos, e uma completa omissão dos direitos do outro.
Ocorre hipocrisia quando o torcedor sabe do certo e reivindica algo que vai contra os seus princípios. E pior, ocorre imoralidade quando ele piamente acredita nisso em seu íntimo.
Nesse cenário é melhor ser hipócrita. Eu sou hipócrita, todos somos, afinal ninguém vai gritar penalty para o adversário. Todos ficam calados. Caso seja a nosso favor, todos gritam.
Isso não é uma crítica, é o registro de um fato, Tem que ser assim de certa forma. é um jogo, um duelo de forças, e envolve a emoção. O que se torna um real problema são os excessos da torcida, a omissão cega do árbitro, e o abuso do jogador malicioso.
No caso do árbitro a conduta correta seria seguir a regra. Não se proteger. Ele tem que presumir quando algo excede o senso comum mas é legítimo, e tem que resguardar sobretudo a integridade física dos jogadores.
É uma tarefa hércúlea se blindar contra a imprensa sensacionalista, jogadores persuasivos, e torcedores irracionais, e ainda ter a coragem e a precisão necessária para fazer justiça.
Lamentavelmente, sempre que o juiz marca algo, algo lhe ocorre de ruim. Invariavelmente sempre há um julgamento.
Ele só não passa por essa “dor” se NÃO marcar, se ele MARCAR algum lado protesta.
Logo, NÃO marcar é uma opção tentadora.
Ele tem uma profissão de constante tomada de decisões. Esse é o seu penoso ofício. De onde não pode se eximir, se se eximir está na profissão errada. O bom árbitro tem que ter coragem e ser justo.
Outros exemplos de situações de senso comum e paradigmas que o árbitro se depara:
*Tiremos como primeiro exemplo um penalty duvidoso: Este naturalmente irá gerar tumulto por parte do time “prejudicado”. O árbitro se alarma disso . Advém uma pressão psicológica. Instintivamente qualquer ser humano age de modo a evitar esse desconforto. E evitando maiores “responsabilidades”, muitas vezes se omite do fato.
Note que a condição do juiz é algo deveras embaraçosa. Se ele dá o penalty, meio time salta-lhe ásperamente em meio a reclamações e xingamentos, se não dá é até pior, os xingamentos vêm das milhares de pessoas do estádio. Se ele dá e acerta a imprensa nem comenta, se ele dá e erra a imprensa critica.
O Inconsciente claramente manda que não marque. Ele tem que ser muito racional para marcar.
Essa pressão cresce exponencialmente se o lance ocorrer em final de jogo ou até mesmo final de campeonato.
**Confusão generalizada e meio time afronta o juiz com gritos, xingamentos e empurrões. Pior cenário possível. Geralmente o arbitro escolhe apenas um de cada lado e aplica amarelo. A mesma atitude isolada de qualquer um deles em outro momento da partida seria punida. Mas em conjunto não.
*Goleiro faz cera e toma um cartão amarelo, virtualmente se dá segundo amarelo( vermelho) por cera. Virtualmente nunca se dá cartão a jogador de linha por cera ou anti-jogo.
*A tolerância é sempre maior com quem já tomou cartão amarelo.
*O mesmo lance faltoso, ocorrido no meio de campo ou lateral, não é apontado se ocorresse grande área(penalty).
*O time pequeno naturalmente compensa a diferença técnica com agressividade, que é mais tolerada.
*Acréscimos inadequados/insuficientes por pressão de um time.
*Falta de critério em lances similares, etc.
Como lidar com isso?
Assim como em uma discussão prolongada ninguém tem toda a razão, o bom senso tem muito a ver com o meio termo, Nem expulsar DOZE jogadores numa confusão aos 5min de jogo, e nem tão pouco deixar o jogo descambar impunemente para a violência.
Como conciliar bom senso, fair play, e respeito ao próximo com disputa, competitividade, e combate?
Onde se encontra a linha limítrofe entre garra e violência? Eventuais entradas violentas são inevitáveis uma vez que exigimos garra dos nossos jogadores?
Nem sempre. Um grande exemplo no Náutico é o nosso Derley, na Seleção temos um Lúcio, no Barcelona um Puyol.
Infelizmente exemplos negativos como o maneco são mais numerosos. também infelizmente os próprios jogadores dificultam em muito a vida do árbitro. Todas as brechas na regra e todos os atalhos do campo são objetos de uma disputa feroz. Virtualmente nenhum jogador do futebol atual reconhece culpa em lance de lateral, falta, penalty, etc. E esmagadora maioria tenta se justificar de lances óbvios e evidentes. Todo jogador é orientado á jogar com o regulamento”. Todos os árbitros estão apitando partidas mais difíceis. O futebol nunca esteve tão pegado como hoje em dia.
Analisando de uma forma fria e descontextualizada, este comportamento questionável até manipula corretamente as regras do jogo. Mas será que em paralelo não eleva a tensão à níveis perigosos e limita o bom futebol? Fica a questão.
Muitos torcedores de outros times se regozijaram com o caso Rogério. Assim seria conosco também se o mesmo tivesse ocorrido, por exemplo, com o marcelinho paraíba do sport.
Um olhar puramente idealista diria que foi ótimo porque o adversário sofreu uma baixa, mas sob uma perspectiva mais humanista a verdade é que nos regozijamos com a desgraça alheia.
Essa é a reflexão que nos brinda o caso Rogério. e com ela remetem-se muitas outras que ultrapassam a esfera futebolística. Como a questão da sinceridade, justiça, franqueza e respeito ao próximo.
Será que se tivéssemos mais RESPEITO com os nossos árbitros, menos ofensas e tumultos, menos rixa por picuinhas que só fazem trocar o que deveria ser o palco da bola em repartição pública as decisões não seriam mais acertadas?
Será que não lhes fortaleceria a autoridade ao ver o reconhecimento por seus acertos e não apenas por seus erros?
Será que não se faz necessário uma mudança de postura dos nossos jogadores e torcidas?
Sensato comentário.
Comecei a ler e depois dormi… Zzzzzzzzzzz
eu estou pedindo ao médico dos médico,Deus para curá vocer em tempo recorde,boa recuperação rogerio!!
Força, Rogerio.
Nós torcemos pra vc, voltar o mais breve possivel. Vc é nossa cria é Alvi-rubro de origem.
Boa recuperacao