Jogo Inesquecível

Náutico 2 x 1 São Paulo – Brasileirão 2008

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O Náutico jogando muito mal nos aflitos sem acertar a saída de bola, até que numa das muitas saídas erradas Hernanes (Volante da Seleção Brasileira) tomou uma bola no escanteio e radamés no carrinho passou lotado, Hernanes deu uum toquinho por cima de Radamés e cruzou rasteiro para Borges 1×0 São Paulo. O Náutico passou a jogar melhor até que numa falta batida por Rui (Rui Cabeção – Lateral Direito) foi na cabeça de Radamés, porém o gol foi de ombro de cobertura em Rogério Ceni 1×1. Até que no segundo tempo Everaldo (Zagueiro do Náutico) girou em cima de Hernanes na meia-lua da área e chutou no ângulo 2×1 para o Náutico. No final do jogo, Borges driblou Eduardo (Goleiro do Náutico) e chutou João Paulo (Zagueiro do Náutico) salvou em cima da linha. E assim foi o jogo até o final sofrido.

NÁUTICO 5 X 0 SPORT

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Jogo disputado em um domingo de 1974, em que o Timbu goleou impiedosamente o “burronegro” por 5 x 0, gols marcados por cada um dos 5 atacantes alvirrubros : Dedeu, Jorge Mendonça, Paraguai, Vasconcelos e Chico. Mais que um jogo, foi um “desfile em VERMELHO E BRANCO”. A supremacia do time do Náutico, coroada pela categoria de seus jogadores, especialmente, naquela tarde-noite, de Jorge Mendonça, foi total e absoluta, desde o primeiro momento do jogo, visto que a saída foi dada pelo sport, e ainda no meio de campo o Náutico tomou a bola e “as rédeas” do jogo. INESQUECÍVEL!

Náutico 3 x 0 internacional

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lembro como se fosse hoje numa tarde de domingo fui com meu primo e três colegas pra tal falada Arena Pernambuco assim que chegamos fomos compra nossos ingresso o nautico vinha lutando pra não cair da elite entrou em campo precisando vencer eu só conseguir entrar no segundo tempo foi quando o nautico fez todos os seus goals foi a primeira vitória do náutico na Arena foi uma só festa N-Á-U-T-I-C-O….

O gol antológico de adilson

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O nautico jogava na ilha do retiro contra o sport e precisava vencer pra buscar a chance de brigar pelo 1 turno do campeonato prenambucano que ja nao vencia a mais de dez anos o sport com um time muito talentoso  mais no segundo tempo com  a menos adilson acertou um chute de falta antologico parecia o gol de roberto carlos contra a frança e dali com a vitoria na raça o naitico conseguio ganhar o turno e conquistar o titilo estadual

Náutico 5 X 2 Cruzeiro – Série A 2008

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Gilmar, Felipe, Everaldo…Foram gols de arrepiar.

Cruzeiro sério candidato ao título de 2008.

Estádio dos Aflitos lotado. O “Caldeirão” fervia.

O Cruzeiro perdeu jogando, o NAUTICO bailando.

Tenho a foto do placar anunciando a vitória, marcada que está na memória de todos.

Náutico 1×0 Sport

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Foi no jogo de Náutico 1×0 Sport no dia 02-12-2012.  Durante todo o primeiro tempo estava todo apreensivo, quando no final do primeiro tempo houve um pênalti a favor do Náutico. Kieza foi bater e perdeu o pênalti. Meu coração veio a mil, imaginei “será que vamos livrar o sport do rebaixamento”.

Depois veio a melhor parte, quando na metade do segundo tempo uma falta foi cobrada, a bola foi levantada na área do sport, a zaga falhou e a bola sobrou nos pés de Araújo que deu um chute bastante forte colocando a bola no fundo do barbante rubro negro. Pronto foi o suficiente pra a festa Alvirrubra dar continuidade. Fim de jogo Náutico 1×0 sport.

Obs: Náutico rebaixou o sport e teve o acesso a Sul-Americana.

Sai festejando pelo Aflitos com o caixão do sport.

Cruzeiro 2×2 Náutico Campeonato Brasileiro 2007

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O Náutico perdia por 2×0, mas no segundo tempo o uruguaio Acosta marcou 2 gols (o primeiro foi um golaço). Para mim Acosta foi o melhor jogador do Náutico que eu vi jogar.

Náutico 5×3 Santos em 1966, pela Taça Brasil

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17 de novembro de 1966 será sempre lembrado pelos alvirrubros como o dia da vitória mais espetacular da história contemporânea do Náutico. Um inesquecível capítulo na vida do clube. Afinal, neste dia, o Clube Náutico Capibaribe venceu nada menos que o “melhor time do mundo”!

Imaginem os senhores o seu time do coração ir até a Espanha e vencer, lá dentro do Camp Nou, o Barcelona de Messi, Piqué, Xavi, Villa, e de goleada. Seria ou não uma façanha histórica?

17 de novembro de 1966, numa fria noite de quarta-feira, o Náutico foi até São Paulo e venceu o Santos de Pelé e companhia por 5×3, no estádio do Pacaembu. Um resultado que assombrou o Brasil, pois o Santos, naquela época era considerado o melhor time do mundo, pela imprensa brasileira e estrangeira.

Na década de 60, o Santos de Pelé e companhia sobrava pelos torneios e campeonatos, no Brasil e pelo mundo afora. Campeão paulista de 60, 61, 62, 64, 65, 67, 68 e 69. Campeão do Torneio Rio-São Paulo de 63, 64 e 66. Campeão da Taça Brasil de 61, 62, 63, 64 e 65. Bi-campeão da Taça Libertadores das Américas em 62 e 63. Bi-campeão Mundial de Clubes em 62 e 63. Campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) em 68. Campeão da Recopa Sul Americana e da Recopa Mundial de Clubes em 68. Não computando aqui outros torneios menores (internacionais), nem os vice-campeonatos.

O Rei Pelé era a estrela maior de um time recheado de craques. Jogo do Santos não era jogo, era exibição de futebol. As torcidas adversárias após os jogos, ao invés de vaiarem o seu time pela derrota, aplaudiam o Santos pelo espetáculo apresentado.

O Náutico vinha fazendo uma excelente campanha na Taça Brasil de 66, tinha acabado de eliminar o Palmeiras de Dudu e Ademir da Guia, numa goleada de 3×0 dentro da Ilha do Retiro. Tri-campeão pernambucano de 63, 64 e 65, Bi-campeão do Norte (65 e 66), tinha chegado às semi-finais da Taça Brasil de 65, já chamando a atenção da imprensa nacional. Esse “Náutico Capibaribe”, como era chamado pela imprensa do sul, não estava ali por acaso.

Foi nesse cenário que, em 17 de novembro de 1966, o Náutico entrou em campo para enfrentar o Santos, jogo válido pela semifinal da Taça Brasil de 66. O primeiro jogo ocorreu em Recife, estádio da Ilha do Retiro, no dia 09 de novembro, e o Santos Venceu por 2×0. Mesmo com 35 mil torcedores ao seu lado, o Náutico não suportou a superioridade santista. O Diário de Pernambuco do dia 10 de novembro de 1966 trazia o seguinte comentário sobre a vitória santista:

“Jogando muito bem, contra um adversário apenas brigador, mas sem forças para reagir, o Santos venceu o Náutico por 2×0, gols de Pelé e Pepe. O resultado praticamente sepulta as chances do Náutico na Taça Brasil. O Santos vai jogar por um simples empate, dentro de casa, no próximo jogo, para eliminar os pernambucanos e se garantir na final da Taça Brasil.”

17 de novembro de 1966, uma fria noite de quarta-feira em São Paulo. O estádio do Pacaembu recebeu perto de 20 mil torcedores santistas, que foram apenas “carimbar” o passaporte para a final do campeonato.

Naquela memorável noite o Náutico começou a partida de maneira avassaladora. No primeiro minuto de jogo abriu a contagem, com um gol de Bita, momento em que muitos torcedores ainda adentravam ao Pacaembu, e os comentaristas de rádio encerravam suas apreciações sobre o jogo. Ou seja, os locutores nem tinha ainda iniciado a transmissão e o Náutico já vencia por 1×0, para surpresa de muitos, principalmente dos santistas.

Mas o Santos era o Santos. E aos 12 minutos, numa cabeçada de Toninho, o clube santista empatava a partida. Só que o Náutico estava predestinado naquela noite a escrever o seu nome em letras maiúsculas, e entrar para a história do futebol. Aos 44 minutos do 1º tempo, Bita coloca novamente o clube alvirrubro em vantagem. Náutico 2×1.

Mal teve início o segundo tempo e o Náutico ampliava o marcador. Bita, aos 4 minutos fez 3×1, para espanto geral dos paulistas. O Santos corria atrás do placar, e aos 19 minutos, Toninho voltava a marcar, novamente de cabeça, diminuindo para 3×2. O Náutico bateu o centro, Miruca avançou e, no minuto seguinte ampliava para 4×2. Foi então a vez do Santos bater o centro, Pelé lançar para Toninho e ele fazer o terceiro gol santista. Era gol lá e gol cá. Com 21 minutos do segundo tempo o placar apontava Santos 3×4 Náutico.

Sob o comando de Ivan Brondi no meio campo o Náutico passou a tocar a bola, administrando a vantagem no placar, envolvendo o todo poderoso Santos. E para fechar com chave de ouro uma das partidas mais emocionantes da história do clube, Bita, sempre ele, a três minutos do final acerta um chute de fora da área e faz o quinto gol, fechando a goleada. Náutico 5×3 Santos.

No dia seguinte as manchetes dos jornais, tanto de Recife como do sul do país enalteciam o grande feito do time de Rosa e Silva, desbancando o Santos de Pelé, “o melhor time do mundo”, em pleno Pacaembu, numa goleada histórica.

Manchete do texto de Lenivaldo Aragão, no Diário de Pernambuco, no dia seguinte: “Bita foi um flagelo para o Santos, no Pacaembu, quando o Náutico elevou o futebol de Pernambuco”!

Manchete do Diário da Noite: “Nunca, jamais, em tempo algum, o goleiro Gilmar, do Santos havia levado mais de três gols de um só jogador em uma partida. Ontem, só Bita fez quatro”!

Outra Manchete do Diário: “Bita dispara quatro e Náutico vence de cinco no Pacaembu”!

Os heróis daquela fantástica vitória? Aloísio Linhares; Gena, Mauro, Fraga e Clóvis; Zé Carlos e Ivan Brondi; Miruca, Gilson Costa, Bita e Lalá.

Numa entrevista ao Programa, da TV Cultura, Pelé foi perguntado sobre os melhores times de futebol que ele já tinha visto jogar. Ele respondeu: “o Cruzeiro de Tostão, o Palmeiras de Ademir da Guia, e o Náutico de Bita”. “A década de 60 foi dominada pelas academias de futebol”! Estas foram as palavras do Rei Pelé.

17 de novembro de 1966, uma fria noite de quarta-feira em São Paulo. Uma data para ser lembrada por todos os alvirrubros, e passada de geração a geração, como uma lenda, Blowin’ In the Wind!

Náutico 3 x 2 Figueirense 2012

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Foi sensacional o Náutico perdia por 2 x 0 e conseguimos dar a volta por cima com um show  de Elicarlos no Brasileirão 2012.

Náutico 2 x 1 Corinthians

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Foi meu   primero  jogo  para  assistir  quando  o  Náutico  deu  um  gol   e o  Corinthians  empatou  eu achei  que  estava  perdido  e  com  um   gol   contra  o  Timbu   ganhou!!!  Esse  é o  meu  jogo  inesquecível.

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