Bizu

Amado no Náutico e odiado no Palmeiras.

Bizu iniciou sua carreira jogando no futebol paranaense. Fez sucesso no Cascavel, do Paraná, e depois começou rodar o Brasil. Em 1988, Bizu teve a grande chance de sua vida. Foi contratado pelo Palmeiras mas o futebol apresentado não agradou o exigente torcedor do “Porco”.

Em uma pesquisa realizada recentemente pela torcida “Mancha Verde”, do Palmeiras, Bizu apareceu como um dos piores atacantes que o Verdão já teve. Mas o lado contrario da moeda também existiu para o centroavante.

No ano de 89, Bizu foi negociado com o Náutico e ali deu uma virada na vida dentro do futebol. Foi vice-artilheiro do Brasil em duas temporadas. Em 89 e 90, ficando apenas um gol atras de Túlio, que na época jogava pelo Goiás. Foi o artilheiro do Campeonato Pernambucano com 31 gols marcados em 35 jogos. No total marcou 114 gols em 179 jogos pelo Náutico e por isso recebeu o apelido de “El Matador”. Foi reconhecidamente um dos maiores ídolos que o “Timbú” já teve. O sucesso foi tanto que um dos principais inimigos do Náutico acabou contratando Bizu. O Sport acertou a contratação do atleta causando um enorme falatório no futebol pernambucano.

Para felicidade do torcedor do “Leão da Ilha”, Bizu repetiu a dose do ano anterior e novamente foi o artilheiro do Pernambucano, desta feita com 19 gols. No Sport permaneceu por mais um tempo mas não mais conseguiu repetir o feito da artilharia.

Do Sport Bizu foi tentar a sorte no futebol de Santa Catarina. Contratado pelo Avaí disputou o catarinense, mas sem o mesmo sucesso. A partir daí Bizu começava o encerramento de sua carreira. Foi para clubes de menor expressão e resolveu por fim à sua carreira de atleta.

Vive da bola ainda, mas não como treinador, como faz a maioria de ex-atletas no encerramento de carreira. Bizu foi para São Leopoldo, RS, e montou uma escolinha de futebol, de onde sobrevive e leva a vida ao lado dos familiares.

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