ARAÚJO

Aos 34 anos, o pernambucano Araújo voltou para a terra natal para tentar firmar seu nome entre os conterrâneos e procurar se reerguer depois de uma péssima passagem pelo Fluminense. Com uma carreira de sucesso longe dos gramados de Pernambuco, ele vê no Náutico uma chance de criar raízes onde nasceu. Para isso, quer poder entrar em campo, ter uma sequência de jogos, algo que, segundo ele, não teve quando defendia o Tricolor das Laranjeiras.

Com o Fluminense, Araújo garante não ter mágoas, mas disse ter sofrido com a desorganização do clube carioca. Chegou com o status de mais uma das grandes estrelas do elenco tricolor, mas pouco rendeu. Sofreu também, segundo ele, preconceito por ser nordestino, mas não só no Flu, como também no Goiás, agremiação que o revelou para o Brasil.

Natural de Caruaru, cidade a 130 quilômetros da capital, ele foi a primeira cria do Porto, clube que revelou Rômulo (Vasco), Nildo (ex-Sport, Fluminense e São Paulo) e Josué (volante ex-São Paulo e Wolfsburg), este último, um parceiro de longa data.

Fora do Brasil, foi artilheiro e campeão por onde passou. Fez sucesso no Japão e no Catar, quando conquistou títulos defendendo o Gamba Osaka (campeão japonês) e o Al-Gharafa tricampeão catare), mas no Brasil ainda é lembrado como Araújo, do Goiás. Foi pelo Esmeraldino que viveu o melhor momento, formando times competitivos com jogadores como Grafite, Fernandão, Danilo, Harley e Dimba. Também teve passagem de relativo sucesso pelo Shimizu-S-Pulse (Japão) em 2004 e pelo Cruzeiro em 2006-2007.

Durante o tratamento de recuperação de uma contratura muscular na coxa direita, Araújo conversou com o GLOBOESPORTE e revelou que ainda quer ser o artilheiro do Brasileiro.

Como é voltar para a sua terra natal com o status de vencedor, depois de 15 anos fazendo sucesso mundo afora?

Estou gostando de estar no Náutico. É um clube muito bom, bem estruturado, de expressão nacional. Como time, temos um potencial muito grande, o grupo está focado e isso é importante para conquistar alguma coisa no decorrer de qualquer competição. Espero poder fazer história no Timbu e no estado em que nasci.

Não passa um filme na sua cabeça quando você começou no Porto, jovem, sonhando em, no máximo, jogar em um grande clube do Recife?

A lembrança volta na minha frente. Seja qual for a mudança, a pessoa demora para assimilar. Na primeira semana eu ainda estava processando, tive que me readaptar, principalmente no sentido mental. Recebi outras propostas, mas preferi vir para Recife porque fiz sucesso fora e não tenho história em Pernambuco. Estou muito alegre de estar aqui, pois é dificil voltar às origens quando você sai de casa e ganhei essa oportunidade.

Como era a vida em Caruaru? Você e Josué começaram juntos?

A gente estudou no mesmo colégio, em Caruaru, onde jogávamos futebol de salão. Nos entrosamos mesmo em Goiânia, quando fomos para o Goiás e vivemos muitas coisas juntos. Na escola, nos conhecemos quando eu tinha 11 anos e ele 9 e só fomos nos separar em 2003, quando Josué foi para o São Paulo e eu me mudei para o Japão. Só quando eu estava jogando no Catar é que voltamos a nos encontrar, quando a Seleção Brasileira foi jogar um amistoso por lá. É engraçado que até hoje me lembro que no recreio nunca jogávamos no mesmo time, porque senão a pelada ficava desequilibrada. Sempre eu o confrontava no intervalo (sorri).

Imagino que a infância no interior era cheio de liberdade. Era assim mesmo?

Era tranquilo. A minha família era de classe média baixa, mas não tínhamos grandes dificuldades. A única coisa que meu pai não conseguia pagar era uma escola particular, mas isso eu sempre conseguia porque ganhava bolsa de estudo por causa do Futsal. Assim, sempre estudei em escolas particulares.

Como te descobriram?

Eu fui ganhando destaque nas competições de Futsal em Caruaru. Consegui um teste no Porto, passei e fiquei. Aí tudo foi rápido, do júnior para o profissional. Josué já estava por lá e ainda não era tão próximo dele. Nos destacamos no Pernambucano e o Goiás nos contratou. Raimundo Queiroz era diretor do Goiás e havia escutado uma conversa no Clube dos 13 entre os presidentes de Sport e Cruzeiro. O mandatário rubro-negro estava falando que tinham uns garotos do Porto que estavam arrebentando no Estadual. Queiroz se antecipou ao Cruzeiro, pegou um avião e foi nos ver. Foi observar um jogo do Pernambucano onde eu fiz três gols no Santra Cruz e me contratou. Naquele fiz 11 gols e fomos vice-campeões, perdendo a final para o Sport. Anos depois, quando assinei com o Cruzeiro, Zezé Perrela (dirigente) confirmou a história em que levou um drible do Goiás. Ele queria me contratar.

Daí os jovens Araújo, de 19 anos, e Josué, de 17 anos, saíram do interior pernambucano para tentar a vida em outro estado, a 2.213 quilômetros de distância de sua família. Foi uma mudança difícil?

No início foi difícil porque tínhamos que acordar mais cedo do que os outros para irmos aos lugares, tivemos que nos virar sozinhos, sem contar a solidão. No Natal e Ano Novo de 1997, todos estavam com a família e ficamos a sós, em Goiânia, tendo que treinar para Copa São Paulo. Mas foi um preço que pagamos, pois o Goiás fez uma das melhores campanhas no torneio, caindo nas semifinais contra o Flamengo.

Como foi a Taça São Paulo?

Pegamos times fortes pela frente e passamos por quase todos. Lembro que fiz dois gols no Sport, inclusive, em um deles fui do meio-campo driblando quase todo mundo. Só perdemos para o Flamengo porque nos colocaram em um alojamento em que as luzes não apagavam, nós não dormimos direito. Mas foi uma base em que eu, Josué, o meia Danilo (atualmente no Corinthians) e Marabá fomos revelados. Ali foi o meu verdadeiro pontapé inicial, onde comecei a me firmar, vencendo a barreira do preconceito por ser nordestino.

Você sofreu algum tipo de discriminação?

Não acreditavam na gente. Chamavam-nos de “Paraíba”, brincavam com o nosso físico, por sermos franzinos. Então eu e Josué demos a volta por cima. Dois desacreditados que terminaram como ídolos do clube. Sei que não sou o único que passei dificuldade na carreira. Todo mundo que faz o seu nome, enfrenta obstáculos, esse foi um dos meus.

Teve algum momento em que você pensou em desistir?

Nunca por causa da discriminação, porque eu começava a jogar e calava a boca de todo mundo. A bola era o meu “cala a boca” e acabava me dando força para vencer. O mais difícil era aguentar a distância e a as mudanças culturais, mas é assim em todo canto. Os três primeiros meses são complicados, foi assim no Japão e no Catar. A vontade é de pegar as coisas e me mandar de volta, porém depois a pessoa se acostuma. Depois da Copa São Paulo a gente deslanchou e essa sensação passou.

Aí você começou a explodir para o Brasil?

Pois é, todo mundo passou a conhecer o “Araújo, do Goiás”. Até hoje o pessoal de lá lembra de mim. Quando eu estava no Fluminense, pediam para eu voltar a defender o Esmeraldino. Durei muito tempo por lá (seis anos), mudava o elenco e eu continuava. Sempre ajudei os meus colegas de ataque a serem artilheiros, assim foi com Dill e Dimba, ambos fechando a artilharia do Brasileirão. Mesmo assim, nunca deixei de marcar os meus gols, o que me fez ídolo. Engraçado é que nunca fui artilheiro de qualquer competição defendendo o Goiás, mas sou o maior goleador da história do clube, com 136 tentos, ultrapassando Túlio. Onde passei, me dei bem.

Pelo visto o Fluminense foi o único clube que você não deu certo?

O problema do Fluminense é que tinha muito jogador na mesma posição. Era de ter quatro meias, seis volantes, com um excesso de atletas que poderiam jogar em qualquer time do Brasil. Havia treino que o coletivo ficava com duas equipes e ainda sobrava atletas com currículo de dar inveja. Então atrapalhou um pouco. No começo joguei com Muricy Ramalho, mas aí ele saiu e não consegui pegar uma sequência. Foi o único time em que não joguei três partidas seguidas e isso em um ano e meio. Atuava, depois ia para o banco, aí jogava outra. Todo atleta precisa de sequência. Desse jeito não dava.

Você até reclamou nesse início de Brasileiro por estar mal na pontaria por causa desse tempo sem jogar direito. Foi isso?

Ainda está me influenciando. Contra o Figueirense, na estreia do Náutico no Brasileirão, eu perdi gols que não costumo falhar. A pessoa perde a noção de espaço, a saída do goleiro. Agora é que estou me acostumando e voltarei ao meu antigo futebol

Você talvez não tenha tido a chance que esperava porque é mais reservado. Não foi isso o que influenciou a sua trejetória no Fluminense?

Fica difícil falar. A diretoria se posicionava e vai do treinador. Eu também cheguei a me machucar, o que atrapalhou um pouco. Mas o Fluminense era um pouco desorganizado mesmo. Eram duas correntes gerindo o clube, com o patrocinador e a diretoria se batendo e acaba que os jogadores não sabiam quem fazia o quê. Simplesmente acontecia e o técnico ficava numa situação complicada.

O patrocinador escala jogador?

Rapaz, tinha jogador que jogava num dia, no outro estava fora e no outro no banco, mesmo fazendo gol. Não dava para saber o critério usado para escalar o time. Era um mistério e isso quebra a concentração do jogador. O cara pensava “poxa, tenho que entrar com tudo, fazer logo o gol para continuar no time” e aí terminava não jogando bem. Você tinha que jogar bem para ir para o banco de reservas. Era complicado, nunca havia vivido isso na carreira. Fiquei seis meses sem jogar, no banco.

Você chegou a questionar os treinadores?

Não, tenho respeito pelos treinadores. Mas o clube tinha a obrigação de exigir que dessem chance ao jogador no qual ele (o clube) investiu dinheiro. Não fiquei fora por problema técnico ou tático, fui tirado sem motivo. Foi muito difícil. Acabei me lesionando por causa disso, porque pouco entrava, aí me joguei com tudo quando tive a chance e, como estava sem ritmo, senti uma lesão. Essa filosofia refletiu no grupo e acabou prejudicando na Taça Libertadores, pois quando Fred machucou, quem entrava não tinha ritmo de jogo.

Como era a relação com as estrelas como Deco e Fred?

Não sabíamos quem mandava no clube, era muito vago, mas os jogadores eram tranquilos. Mesmo ganhando bem, nós queremos jogar e manter o nosso nome, o currículo. Não é só dinheiro que move o jogador de futebol. Havia um respeito grande pelos profissionais que estavam ali. Fiz boas amizades, como por exemplo, o Deco. O cara é campeão da Champions League e considerado um dos melhores meias do mundo, mas nem parece, pela simplicidade.

Por: Globo Esporte
Foto: NauticoNET

16 respostas a ARAÚJO

  1. timbuzão disse:

    PALAVRAS DO KIEZA NO FACEBOOK:

    Uma nova fase vai começar na minha vida um novo trabalho e tbm novas pessoas se Deus quiser abençoe senhor para que seja tudo maravilhoso como sempre foi e que der tudo certo e que as pessoas que parecerem na minha vida nao vem para me atrapalha e sim me ajudar a crescer e me fortalecer.

  2. ROBERTO ARAUJO disse:

    SOUZA TEM QUE ENTRAR DE FRENTE. NO SEGUNDO TEMPO CONTRA O CRUZEIRO O TIME MELHOROU MUITO COM ELE JOGANDO. ELICARLO É QUEM TEM QUE MELHORAR O SEU FUTEBOL. ELE JOGA MUITO MAIS. JOGO DIFÍCIL, MAS COM RAÇA PODEMOS CONSEGUIR BOM RESULTADO.

  3. GEORGE AUGUSTO GAMA DE SIQUEIRA disse:

    EDUARDO DIAS:
    O TEU COMENTÁRIO NA TEORIA É COERENTE MAS NA PRÁTICA FICA COMPLICADO.
    VOU EXPLICAR:
    ONTEM O MÉXICO PEGOU UM BRASIL QUE VINHA DE DUAS VITÓRIAS CONVINCENTES.
    TÉCNICAMENTE O BRASIL É SUPERIOR AO MÉXICO E ISSO FOI PLENAMENTE ENTENDIDO PELO TREINADOR MEXICANO QUE VIU QUE SE ENTRASSE EM CAMPO PENSANDO EM FAZER UM JOGO DE IGUAL PRÁ IGUAL CONSEQUENTEMENTE PERDERIA.
    SE O NÁUTICO ENTRAR EM CAMPO E FIZER O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO PODE AMARGAR UMA DERROTA ACACHAPANTE, OU SEJA, UMA ESTRONDOSA GOLEADA.
    TEM QUE FAZER O QUE O MÉXICO FEZ:
    2 LINHAS DE QUATRO NA FRENTE DA ZAGA.
    O MAIOR PROBLEMA É A DIFERENÇA DE QUALIDADE TÉCNICA E FÍSICA DOS JOGADORES DO NÁUTICO EM RELAÇÃO AOS DO VASCO.
    OS JOGADORES DO MÉXICO TIVERAM QUALIDADE PARA DESARMAR O TIME BRASILEIRO.
    SERÁ QUE OS JOGADORES DO NÁUTICO TERÃO QUALIDADE PARA MARCAR O VASCO E SAIR PRO JOGO?
    ESSA É A QUESTÃO!!!
    SE JOGAR ABERTO TÁ FUDIDO!!!

  4. Sem acerto financeiro, Netinho não renova com o Goiás e é liberado

    Contrato do meia com o Esmeraldino se encerrou no fim de maio, mas não foi estendido. Reis negocia a renovação de seu vínculo com o clube

  5. orlando miguel disse:

    Esse cabelo dele é o Ó! Fiz curso de cabelereiro e sei o que digo.

  6. JOSE FIRMINO disse:

    TEM QUE COLOCAR KIM DE FRENTE , POIS É O AMBIENTE ONDE ELE ESTAVA , CONTRA O SEU EX TIME SABE DE TODO O AMBIENTE DA COLINA , E SE NÃO MOSTRAR VIRTUDES NESSA PARTIDA QUE É BEM FAVORÁVEL POR TUDO QUE O CERCA , JÁ FICA MAIS FÁCIL GALLO SABER
    DO SEU POTENCIAL .

  7. hexa disse:

    Eu não costumo julgar por um jogo ou dois, na verdade só podemos julgar este elenco quando o Gallo conseguir repetir a escalação por dois jogos pelo menos…Pelo visto ele ainda tem muitas dúvidas…
    Eu quero ver o time ganhar padrão e entrosamento, jogadores nós temos dessa vez.

    • Aurélio disse:

      HEXA,
      CONCORDO QUANTO A JULGAMENTO PRECIPITADO, POREM VAI SER DIFÍCIL PARA GALLO REPETIR ESCALAÇÃO, POIS OS CARAS JÁ VIERAM COM RESTO DE CONTUSÕES, ISSO SEM FALAR NO NÚMERO DE IDOSOS.

      O MAIS DIFÍCIL AINDA SERÁ PEDIR PACIÊNCIA A UMA TORCIDA SOFRIDA, TORTURADA E MACHUCADA.

      POR CONTA DO QUE TODOS NÓS JÁ SABEMOS, DEIXAMOS DE FATURAR 6 PONTOS, AGORA VAMOS PEGAR DOIS DOS TIMES MAIS ENTROSADOS.

      AÍ COLA A TERRÍVEL “OBRIGAÇÃO DE FATURAR”; PORTANTO PELA PRIMEIRA VEZ DIGO:
      TUDO VAI DEPENDER DA “P A C I Ê N C I A” E DO APOIO DA TORCIDA.

      SERÁ QUE VAI HAVER??????????

  8. Eduardo Dias disse:

    FUTEBOL É TÃO SIMPLES, AS PESSOAS QUE VIVEM O FUTEBOL É QUE COMPLICA.
    VAMOS JOGAR COM UM ADVERSÁRIO FORTE TECNICAMENTE, QUE POSSUI JOGADORES QUE CONDUZEM BEM A BOLA E DRIBLAM , OU SEJA, SE O NÁUTICO FICAR RECUADO, SÓ SE PREOCUPANDO EM MARCAR, PODEM CONTABILIZAR A DERROTA.
    AGORA SE OS NOSSOS JOGADORES TIVEREM PERSOALIDADE E PARTIR PRA CIMA, ADIANTAR A MARCAÇÃO E TENTAR ROUBAR A BOLA AINDA NO CAMPO INIMIGO, AI O JOGO FICA INTERESSANTE.
    QUEM VIU O JOGO DO NÁUTICO CONTRA O CRUZEIRO, DEVE TER OBSERVADO QUE O NÁUTICO ACUADO DO PRIMEIRO TEMPO, VIROU UM TIME DIFERENTE NO SEGUNDO INDO PRA CIMA DO CRUZEIRO.
    PARA FINALIZAR JÁ OBSERVEI QUE O TIME TEM JOGADORES INTERESSANTES DE BOA HABILIDADE E VELOCIDADE, CABE O TREINADOR SABER UTILIZÁ-LOS

  9. GEORGE AUGUSTO GAMA DE SIQUEIRA disse:

    NESSE JOGO SERIA IMPORTANTE A PRESENÇA DE ALESSANDRO POIS TRATA-SE DE UM JOGADOR EXPERIENTE E ACOSTUMADO A JOGAR EM SÃO JANUÁRIO.

    SE GALLO ASSISTIU AO JOGO BRASIL X MÉXICO DEVE TER VISTO A MARCAÇÃO EFICIENTE DA SELEÇÃO DO MÉXICO.

    É NESSE ESQUEMA DE 2 LINHAS DE 4 E 2 NA SOBRA PARA PUXAR O CONTRA ATAQUE QUE O NÁUTICO DEVERIA JOGAR:
    GIDEÃO
    ALESSANDRO, RONALDO ALVES, MARLON E LÚCIO
    DERLEY, ELICARLOS, SOUZA E MARTINEZ
    RAMON OU BRAYNER
    E ARAÚJO.

    NESSE ESQUEMA CONSEGUIREMOS PONTOS FORA DE CASA.

    QUEM SABE CONTRA O VASCO, JOGANDO FECHADINHO E COM 2 LINHAS DE QUATRO A GENTE CONSEGUE PONTUAR.

    O CHELSEA FOI CAMPEÃO DA LIGA DOS CAMPEÕES, DERRUBANDO O BARCELONA, JOGANDO O TEMPO TODO RECUADO E SAINDO NA BOA.

    SE TIVERMOS EFICIÊNCIA NA MARCAÇÃO PODEREMOS SURPREENDER!!!

    • hexa disse:

      Eficiência na marcação depende de entrosamento e muito treino…infelizmente, ele já está indicando que vai mudar 3 a 4 jogadores para este jogo.
      A sorte que o campeonato é longo, e volto a repetir…temos só mais 1 mês pra dar padrão ao time.
      E eu vou ser ainda mais chato…todo comentário sobre escalação agora vai ser sobre este assunto…entrosamento.

  10. Bruno Marinho disse:

    Acerta o pé Araújo

  11. VALDEMIR disse:

    Mesmo na posição errada é nosso melhor centro avante. Uma pitada de rítmo, e pronto !

  12. Sergio Campos disse:

    Acho que vc tá na posição errada.Vc é meia e precisa de um jogador de referencia na frente, ai vc vai deslanchar.Boa sorete no timba.

  13. Sergio Campos disse:

    Acho que vc tá na posição errada.Vc é meia e precisa de um jogador de referencia na frente, ai vc vai deslanchar.Boa sorete no timba.

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