Para vencer o Paraná neste sábado, na Arena PE, o Náutico concentrou suas principais jogadas nas laterais do campo, especialmente na direita. Não só com Gastón Filgueira, na esquerda, e Rafael Pereira, na direita, mas também com os meias Guilherme Biteco e Hiltinho, que cairam muito pelas pontas. Os alvirrubros construíram o placar de 2×0 ainda no primeiro tempo. O primeiro gol surgiu após uma falta no lado direito. Biteco cobrou bem e encontrou Rafael Pereira.
Depois, numa das raras descidas do Paraná, o Timbu encaixou um contra-ataque, também pela direita, e Hiltinho levantou na cabeça de Daniel Morais. Os meias alvirrubros também buscaram jogadas pela esquerda mas esse era o lado mais congestionado da marcação paranista por isso não surgiram grandes oportunidades de gol. A variação no posicionamento dos jogadores de meio de campo é um dos pontos fortes do time de Gilmar Dal Pozzo nesta nova fase na competição.
O Náutico também teve boa parte da posse de bola quando estava em busca do resultado. Na segunda etapa os números equilibraram mais, muito pela tirada de pé da equipe. No segundo tempo Dal Pozzo fez algumas experiências na equipe. Tirou Biteco (machucado) e Daniel Morais e colocou Douglas e Fillipe Soutto, sendo que o meio campista entrou para reforçar a marcação. A entrada de Douglas sim foi um teste no time. Ao final do jogo ficou o sentimento do torcedor alvirrubro que o time tem futebol para buscar o acesso.
Por: Matheus Albino/Blog do Torcedor
Foto: Imprensa Náutico
Estou surpreso com a melhora de produção de Hiltinho.
O Hiltinho deu uma melhorada boa e se destaca pela vontade. Já o Biteco me parece muito irregular e bichado. O Bergson firmou-se e o Douglas revelou-se um tremendo enganador, assim como a praga do Rogerinho, que deveria ter ido pro ceará junto com o pai dele, o Liscagão. Se tivéssemos um meia com um mínimo de qualidade, certamente as chances seriam aumentadas. Esse tal de Dakson (parece mais nome de desinfetante pra privada) não se define e parece desligado e sem ambição na vida. Enfim, se juntarem os nossos meias, não dá um que preste. É uma pena não terem resolvido a situação do Carmona de forma inteligente, pois era o único que tinha qualidade, apesar das contusões. Saudações!