Após empate com o Vitória da Conquista, alvirrubros reconhecem que podiam ter feito mais
Timbus admitiram que tiveram dificuldades para impor jogo no 2º tempo
Um jogo de dois tempos distintos. Na primeira etapa, um Náutico à sua imagem e semelhança. O Timbu controlou o jogo, marcou o adversário em sua saída de bola e criou diversas oportunidades para marcar o gol. Já na etapa complementar, o Vitória da Conquista equilibrou as ações e conseguiu ser superior aos pernambucanos. No fim, um 0 a 0 que os próprios alvirrubros admitem que podia ter sido melhor.
“A gente hoje não veio com a mesma determinação do jogo passado. Sofremos um pouco a pressão, normal, eles jogam com a torcida”, lamentou o zagueiro Ronaldo Alves. “A pressão deles estava alta. Nossa equipe se empenhou desde o primeiro minuto. Mas agente não conseguiu abrir o placar. E no segundo tempo eles foram melhores”, opinou Jefferson Nem. “No segundo tempo, o time deles atacou bastante. Não conseguimos impor o nosso ritmo na frente”, reconheceu Rodrigo Souza.
O goleiro Júlio César procurou valorizar o resultado. “Infelizmente, a gente não conseguiu os gols. O Vitória é um time de muita qualidade que deu trabalho”, avaliou, ressaltando o adversário. “Pelo resultado, a gente fica chateado. Mas pelo nosso volume de jogo, a gente jogou bem”, complementou.
Renan Oliveira, por sua vez, enalteceu o fato de o Náutico não ter sofrido gol. “A gente entrou com o objetivo de vencer a partida. A equipe deles jogando aqui é forte. Importante é que a gente não levou gol e não tomar gol nessa competição vale muito. Agora é decidir em casa.”
Por: Emanuel Leite Jr. /Especial para o Diario
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Por que não fizeram os gols no primeiro tempo?
SE DECLARAM QUE PODIAM TER FEITO MAIS; ENTÃO PORQUE NÃO FIZERAM??? ENTRARAM DE SAPATO ALTO, ACHANDO QUE A QUALQUER MOMENTO GANHARIAM? FOI ISSO? É BOM SABER QUE HOJE EM DIA DIFICILMENTE ENCONTRAMOS UM TIME GALINHA MORTA.
Galinha morta me parece nosso Náutico a anos.
Só que ninguém quer admitir essa verdade.
Nem de times de menor expressão, estrutura e condição financeira menor o Náutico ganha lá fora e as vezes nem “dentro de casa”.
Dentro de casa entre aspas, pois jogamos na casa de mãe joana. Não temos mais casa.
Um bando de frouxos inoperantes. Fazer o quê?
FALIRAM O CLUBE. Tem retorno não. Tem retorno não. Não sei disso que está. Não sai mesmo. Mais nunca. Quem vai sustentar o clube se a torcida está em extinção? Não tenho essa resposta.
Não SAI disso que está.
Como sempre choros e rios de lamentações.
Como sempre um bando de caranguejos chorando o leite derramado. Isso chama-se Náutico. Eternamente Náutico.