Suspenso, Bergson diz que, se dependesse dele, gostaria de poder enfrentar o Brasil
Para o atacante, cartão amarelo, que o tira do jogo de terça, foi injusto
O Náutico não jogou bem contra o Bragantino. Foi a pior atuação do Timbu na Série B. E a equipe alvirrubra só não saiu do Arruda lamentando uma derrota contra um adversário que estava na zona de rebaixamento graças a um gol de pênalti de Bergson, já nos acréscimos. O atacante, porém, não vai poder enfrentar o Brasil de Pelotas, nesta terça-feira, em Caxias. Ele viu o terceiro cartão amarelo na competição e está suspenso. Fato lamentado pelo jogador.
O cronômetro marcava 15 minutos do segundo tempo. O Náutico perdia por 1 a 0 e não conseguia encontrar o caminho para chegar ao empate com o Bragantino. O andamento da partida causava incômodo nos jogadores, que sentiam a pressão em forma de vaia vinda das arquibancadas. Situação que enervou os atletas. E foi por uma contestação de um lance que Bergson viu o cartão amarelo. O terceiro na competição. “Não merecia o cartão. Mas, coisas do futebol. Vamos para o próximo”, lamentou o atacante.
Assim, Bergson fica de fora do próximo jogo, contra o Brasil de Pelotas, na terça-feira. O técnico Alexandre Gallo comentou a ausência, que vai mudar a forma do Náutico jogar. “Mudar muda, porque ele é um jogador que que está acostumado a jogar nesta posição”, observou. O treinador, porém, procurou analisar o lado positivo da situação. E considera que a suspensão vai servir para dar descanso ao atacante. “Ele estava precisando de um descanso, devido à maratona de jogos, que tem sido dura para todo mundo”, comentou.
Bergson, entretanto, não esconde sua vontade. Apesar da sequência de jogos e das viagens que o Náutico vai ter pela frente – a equipe alvirrubra passa a semana fora, pois do Rio Grande do Sul vai para São Paulo e, de lá, segue para Fortaleza, onde enfrenta o Ceará no sábado -, o atacante gostaria de entrar em campo. “Eu preferia jogar. Sei que é importante estar jogando. Sei que vai ser um jogo difícil conta o Brasil”, afirmou.
Além da vontade de mostrar serviço e de colaborar com o time, Bergson ainda tinha uma motivação pessoal. “Eu também ia poder ver minha família, no Sul”, revelou.
Por: Emanuel Leite Jr. /Especial para o Diario
Foto: Hildo Neto/Comunicação Náutico
Tem que melhorar teu futebol.
Tá precisando é jogar alguma bola, mas como não possui, torna-se mais um bode cego lá frente, igual ao Rony e o resto. Ali, só livro a cara do J. Nem. Espero que a entrada do Hugo, quando acontecer, nos dê mais alento na meia, já que esse Renan Oliveira é mais um enganador, além de preguiçoso e mosca morta sem personalidade. O nosso pratinha, Joazi, já mostrou que veio pra ficar e fez muita falta. Na esquerda, esse “filhote” do Gallo, o Matheus Miller é mais uma enganação e sou mais o Henrique, que me parece mais firme e de personalidade. mas vamos em frente e que consigamos voltar logo para a arena, onde a turma já estava acostumada e o gramado é melhor. Já na torcida, nada de novo. Torcida bosta será bosta em qualquer estádio. Tá mais que comprovado!!! Saudações!
Concordo,ficou provado q a desculpa de acesso a Arena é falácia,pois no Arruda não de 10 mil.
Esse chupeta ta parecendo o louco uruguaio gastón o ano passado, muito indiciplinado, bergson passou um tempo de molho machucado na sua volta foi logo expulso, e seguidas vezes vive levando cartão amarelo por faltas infantis, aí agora vem lamentar sua ausência para o próximo jogo, pensasse isso antes de fazer faltas desnecessárias