Gallo revela que equipe está definida e admite possibilidade de promover estreias em Goiás
Vinícius, Negretti e Yuri Mamute foram relacionados e têm chances de jogar
O Náutico viajará definido para enfrentar o Vila Nova neste sábado. Como sempre, Gallo não confirmou a escalação, mas deixou claro que não haverá nada fora do comum. Com alguns jogadores importantes, como Maylson e Rodrigo Souza, ainda na transição física, o técnico não deve mudar muita coisa em relação ao que vem treinando. Muito menos alterar a forma do time jogar. Algo que ele continua afirmando não ser necessário.
“Essa equipe é a basicamente a que está desde o começo da competição. Temos o Yuri Mamute que faz uma possibilidade de nove como opção. Não podemos ser um time previsível, mas nesse momento da competição nenhum time muda o seu sistema. O que acontece é que a qualificação do jogador que sai e do que entra faz a diferença. No último jogo eu não tinha um grande marcador. Não tinha um cara de pegada para fechar a proteção da zaga e isso atrapalhou um pouco”, lembrou Gallo.
A tendência é que Eurico componha a cabeça de área ao lado de João Ananias e ajude na marcação. Situação que não ocorreu na partida contra o Criciúma quando Renan Oliveira atuou como segundo volante. “O Eurico tem a natureza de ter uma boa qualidade de passe e faz o time andar rápido. Vinha sendo titular nosso, salvo problemas de contusões”, elogiou Gallo.
Outra opção seria o volante Negretti, que chegou ao clube recentemente e ainda aguarda a sua regularização. Contudo, a sua entrada, assim como a de Vinícius, que também foi contratado nesta semana, só devem ocorrer durante a partida. A única certeza é que os recém-contratados e Yuri Mamute, que finalmente parece recuperado das duas lesões, estão relacionados e podem estrear contra o Vila Nova no próximo sábado. “Os três viajam. Só o Negretti tinha um problema com a documentação. Acho que só faltava uma assinatura. Os três estão convocados para jogar ou para serem opções durante os 90 minutos”, confirmou Gallo.
Outra mudança deve ser a entrada de Igor Rabelo na vaga de Rafael Pereira. O zagueiro sentiu dores no joelho e dificilmente viajará. Esta será a primeira partida que Pereira não jogará na Série B e com a sua ausência o defensor que veio por empréstimo do Botafogo deve finalmente estrear. Assim, a escalação do Náutico para enfrentar o Vila Nova deve sofrer três mudanças em relação a da última partida e tem grandes chances de ser a seguinte: Júlio César; Joazi, Igor Rabelo, Adalberto e Gaston; João Ananias, Eurico, Renan Oliveira e Hugo; Rony e Jefferson Nem.
Por: Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco
Foto: Léo Lemos/Comunicação Náutico
HOJE É DIA DE SEGUIR O EXEMPLO DO INTER.
A PAIXÃO POR UM TIME SE ASSEMELHA A UMA FÊNIX
Um time de futebol é um polarizador de emoções. As cores unem todos os corações, ampliam os gritos de gol e incendeiam os torcedores. Uma paixão por um clube se fortalece tijolo a tijolo. Cresce com as vitórias; arrefece com as derrotas. Mas não morre. Cada torcedor carrega no seu peito uma fênix. Ela morre e ressuscita das cinzas das derrotas. Essa paixão imorredoura atravessa crises existenciais. Não se acaba.
Torcedor não troca de camisa. Não torce contra seu time. Suporta ironia, gozações, mas não arreda pé de sua paixão. Essa relação tem como maior exemplo o Internacional de Porto Alegre, o colorado gaúcho. Ao surfar pelo site do Inter, constata-se essa paixão colorada. Em texto recheado de fatos históricos, um detalhe me chamou a atenção: a construção do estádio.
“Exatamente no ano em que estava terminando uma longa hegemonia do Inter no futebol gaúcho, 1956, começou a história da construção de um grande estádio, o Beira-Rio. No dia 12 de setembro de 1956, o vereador Ephraim Pinheiro Cabral, um homem do futebol, que por várias vezes presidiu o Inter, apresentou na Câmara de Porto Alegre o projeto de doação de uma área que seria aterrada no rio Guaíba. Na verdade o Inter estava ganhando era um terreno dentro da água. Só em 1959 o clube fincava as primeiras estacas do Beira-Rio”.
Mas o que me deixou de queixo caído foi o parágrafo seguinte: “O Beira-Rio foi construído em grande parte com a contribuição da torcida, que trazia tijolos, cimento e ferro para a obra, inclusive do interior. Nesse sentido, havia programas especiais de rádio, para mobilizar os torcedores colorados em todo o Rio Grande do Sul. Consta que até Falcão, mais tarde ídolo colorado, chegou a trazer tijolos para a construção”.
Num intervalo de 34 anos – entre 1956 e 1990 – o maior rival do Inter, o Grêmio Porto alegrense conquistara 18 campeonatos. Foram um hepta, um hexa e uma penta. Nem por isso, os colorados deram as costas ao clube. Pelo contrário, o clube renasceu das cinzas com o apoio concreto dos torcedores.
Essa paixão colorada me transportou ao meu clube de coração, o Náutico. O torcedor alvirrubro, carente de vitórias, chegou a ser motivo de gozação numa postagem no Facebook. Uma amiga assistia a uma partida do Brasil pelas Olimpíadas em companhia de um alvirrubro. Não aguentou. Era muito pessimismo para uma pessoa só.
Esse pessimismo fica claro, patente, nos sites do clube, principalmente no Nauticonet. A situação chegou a uma disputa político-ideológica, como se uma torcida fosse dividida, nas arquibancadas, em direita, centro e esquerda. Paixão por um clube está acima de qualquer ideologia.
Nesse caldeirão, a diretoria lançou na terça-feira, 23 de agosto, a campanha Voltando para Casa, destinada à arrecadação de fundos. Mensalidades de acordo com o nível de renda de cada torcedor. Valores diferenciados porque o Náutico não é mais o time da elite. Não se pede tijolo, nem cimento, nem ferro. Com a contribuição, o clube quer ter seu campo, seu caldeirão, uma casa para chamar de sua.
Vamos reacender a chama da nossa paixão. É hora de todo mundo lutar por um objetivo: voltar ao Eládio de Barros Carvalho.
Quero ver a invenção do Professor Pardal amanhã.
Pode promover até o infantil de preferência nesse ataque fraco pois os pernas de pau que estão tendo inúmeras chances fazem um gol a cada dez jogos iludindo e criando expectativa na torcida mas logo se desconcentram nos jogos seguintes. Eles (Rony, Nem e cia) não tem gana de crescer na profissão, são típicos ‘come e dorme’ igual tantos outros que passaram no clube. Eles não devem nem treinar direito finalizações.
Pela teimosia e preferência pelas “murrinhas” seria melhor o Mateus Miller no lugar do apagado Eurico, pois teria, pelo menos, um batedor de falta no time.
Gallo é muito incoerente. Vejamos, disse que Gastón é um autêntico primeiro volante. Agora ta se desculpando dizendo que sábado passado não tinha volante de pegada para jogar com joão Ananias. E Gáston porque não escalou de frente. Técnico imbecil.
O SENHOR GALLO ESTÁ MATANDO DANIEL MORAIS COM AS TEIMOSIAS DELE. OU RONY OU JEFFERSON NÉM, OS DOIS NÃO DÁ. QUE TÉCNICO TEIMOSO E BURRO DA PORRA… NÃO TEM QUEM AGUENTE UM NEGÓCIO DESTES… VAI EMBORA GALLO E LEVA TEUS PINTINHOS…
DEFINITIVAMENTE ASSIM NÃO DÁ, PODE TER NEYMAR, YBRA, CRISTIANO RONALDO QUE NÃO VAI ADIANTAR DE NADA, GALLO É APAIXONADO POR JEFERSOM NEM.
OU ENTÃO A DIRETORIA TÁ IMPONDO QUE ELE JOGUE OU ATÉ MESMO GALLO JÁ VIROU AGENTE DELE NÉ.
COM RONY EU ATÉ CONCORDO , POIS, O GAROTO É MUITO ESFORÇADO MESMO ERRANDO NAS FINALIZAÇÕES, MAS, O TAL DO NEM, PELO AMOR DE DEUS, TODO MUNDO TÁ VEDO QUE É PURA INSISTÊNCIA OU BURRICE MESMO DE GALLO.
AÍ DEPOIS QUE LEVA UM GOL LÁ PELOS 20 MIN DO SEGUNDO TEMPO ELE TIRA OS MEIAS E COLOCA DANIEL MORAIS QUERENDO QUE O CARA FAÇA MILAGRE, ISSO SÓ PODE SER PARA QUEIMAR O CARA.
SE TEM YURE MAMUTE BOTA ESSE PORRA PRA JOGAR, VÊ SE ELE PAGA PELO MENOS A ÁGUA QUE TÁ BEBENDO.
O cara acerta no esquema ideal, o 4-4-2, mas peca na linha de frente sem um jogado referência de área. Não dá pra entender. Tá certo que o Daniel Morais não é nenhuma Brastemp, mas é jogador de área e sabe jogar ali, além de ser melhor que qualquer um dos dois. Tanto o burro do Rony, quanto o Nem podem fazer a mesma função pelos lados e um homem de frente prenderia os zagueiros adversários atrás. Mas o teimosos Gallo não enxerga isso. Não dá pra acreditar em mais nada, a não ser em mais uma derrota e, provavelmente vexaminosa! Tomara que eu esteja enganado! PQP!!!
Quem acaba com o Náutico é o próprio técnico. Quem é o homem de referencia no ataqie para prender os zagueiros adversário e fazer os gols? Rony e Jeferson n
nem que jogam aberto, quem vai fazer o paredão para os homens que vem de traz? Pelo amor de Deus, desse jeito não dá. Daniel Morais precisa entrar nesse time. Será que ninguém estar vendo que o Rony é pra correria, entrar para fazer contra ataque, dois atacantes com as mesmas caracteristica é para matar o torcedor do coração.