Após insistir com Hugo em más condições físicas na escalação titular, Gallo explica decisão
Técnico queria garantir a vitória contra o Londrina no início do confronto
Nas suas entrevistas coletivas, o técnico Alexandre Gallo fala em coerência. Em um dos seus conceitos, sempre afirma que a prioridade é ter os jogadores nas melhores condições físicas possíveis. Contra o Londrina, não foi isso que se viu na escalação. Hugo estava com o nível de desgaste alto e sua substituição já estava programada, de acordo com o auxiliar Valdir Benedito.
Gallo também admite que o meia estava abaixo fisicamente. Mas, por outro lado, queria ser coerente com outro fator: priorizar o bom nível de atuação do time. “O Hugo sabíamos que ele teria condições de jogar só 45 minutos. Já vinhamos jogando há três partidas com esse time e jogando dentro de casa teríamos que criar mais. Avisei ao Hugo que o colocaria, mas que o pouparia no segundo tempo”, disse.
“A opção foi manter o time que tinha ido bem no segundo tempo. Simplesmente essa foi a escolha. Se tivesse vencido, a pergunta poderia ter sido porque eu não havia o escalado. A gente tenta ser o mais coerente possível e preparamos um esquema para sempre sair na frente. A gente não entra preparado para sair atrás”, acrescentou o treinador.
Neste sábado, diante do Sampaio Corrêa, Hugo não entra em campo como titular justamente pelo aspecto físico. Como vinha atuando mais à frente em alguns momentos, como centroavante, é possível que um atacante ganhe o posto. Yuri Mamute larga como favorito por ser centroavante. Bergson está descartado e sequer viajou. Se a opção for por um meia, a entrada natural é a de Vinícius, que vem sendo acionado no decorrer das duas últimas partidas. Outra opção para atuar no ataque, mas alterando o meio de campo e para jogar pelas beiradas do campo pe Hayner, que ainda não estreou pelo Timbu.
Por: Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco
Foto: Léo Lemos/Comunicação Náutico
Nada a falar mais dessa várzea.
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Tá mirando pôrra nenhuma essa merda!
A cada ano o Náutico só envergonha a torcida contratando peladeiros em ‘baciadas’ promovendo jogadores da base sem nenhuma condição, iludindo o torcedor com suas vitórias escassas e assistindo diretores incompetentes passar o ano todo atrás de um atacante que preste para ouvir desculpas esfarrapadas e histórias atrapalhadas contadas pelos próprios nas entrevistas bizarras.
É o time piada preferido na boca do povo. Não existe um torcedor com esperança de mais nada. Este plantel vagabundo de come e dorme, inertes, dementes e fracassados deviam ficar sem receber salários para não enganar mais ninguém com seus surtos de vitórias e empates medíocres que só ilude quem é besta.