O NÁUTICO DE IVAN E GIVANILDO

Ivan Brondi se despedia dos campos.

A década de 60 chegava ao seu final no começo do Nacional.

Givanildo surgia para os campos.

Campeão estadual.

E concorrente sério à Bola de Prata da Revista Placar no primeiro Nacional.

Givanildo que disputava a Bola de Prata na ‘ponta esquerda’.

Era a década de 70.

A década de Givanildo.

Unindo os dois meio campistas?

A seriedade na profissão.

Na vida dentro e fora dos campos.

Ambos, símbolos dos melhores valores do futebol.

Ivan ganhou tudo que queria no Náutico.

Givanildo ganhou tudo que queria – fora do Náutico.

O Náutico é o último desafio na trajetória vitoriosa de Givanildo.

O Náutico é o último desafio na existência vitoriosa de Ivan.

Claro.

No futebol não existe 2 + 2 = 4.

Mas é óbvio que em nossas vidas.

Quem complica se intrubica.

Quem junta os bons, normalmente colhe os frutos.

Espero que o Náutico possa dar a Givanildo a tranquilidade e o equilíbrio para ser tão somente… Givanildo.

E espero que os alvirrubros que não comungam do Pai Nosso da atual diretoria sejam apenas… alvirrubros.

Não é pedir muito.

Apenas dar umas férias pra vaidade eclesiástica de cada dia… aquela que busca denegrir e destruir tudo de bom apenas por estar do outro lado do altar.

Por: Roberto Vieira

4 respostas a O NÁUTICO DE IVAN E GIVANILDO

  1. Bruno Marinho disse:

    Vamos planejar 2017.

  2. fabio lima disse:

    Se tu achas que denegrir e engolir todas as
    falhas do julio cesar,por exemplo e aguentar
    a falta de garra e de vergonha na cara de al
    guns jogadores,entao me calarei.
    Ponha você,senhor Roberto vieira a mordaça
    em sua boca,o capuz sobre a cabeça e garga
    lhe efusivamente com o que esta a ver.
    O Nautico hoje,se constitue em um bando de
    arrogantes,mentirosos e enganadores.
    E como disse certa vez John Lennon: o resto
    de vocês,sacudam as joias!

    • Luiz Antonio disse:

      Gostaria muito de ver você meu caro Fábio dirigindo o clube. Não sei porque dessa ira toda, essa falta de amor ao clube, independentemente da situação em que estamos. Ninguém daqueles que estão lá tem culpa das coisas passadas. A vida de ambos – seja do presidente e do jogador – são dignas de no mínimo resei tô pelo que fizeram.
      Realmente, dois mais dois nunca será quatro no futebol, pois os mistérios dessa intrincada operação não depende daqueles que lá estão ou de quem chega.
      Minhas lembranças do Sr. Ivan Bronze vem de um fantástico jogo que assisti. Perdíamos por 3×1. No terceiro gol o Ivan pegou a bola calmamente de dentro do gol e saímos para o centro. Viramos o jogo para 5 X 3.
      Você, meu caro alvirrubro, seria capaz ser essa liderança.Duvido muito. Estamos devagarinho mudando, e somente os incrédulos não enxergam ou não querem ver: voltamos a Copa do Brasil e Nordestão, e vamos voltar para casa.
      Quanto ao Givanildo é um vencedor, campeonissimo.
      Aqui não é lugar para gente frustrada e invejosa. Procure se situar na vida, mas bem longe daqui.

  3. jose roberto farias mendes disse:

    IVAN BUNDÃO SERÁ QUE ESTÁ COMANDO O CLUBE? TÁ NADA MARCOS FOI QUEM DECIDIU.

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