Givanildo Oliveira lembra das dificuldades em enfrentar a Luverdense, mas espera superação
Técnico ao menos comemorou o fato de não ter que jogar durante o dia
“Joguei lá três vezes e é complicado. Felizmente é à noite, porque de dia ninguém aguenta”, foi assim que o técnico Givanildo Oliveira conseguiu encontrar alguma vantagem na longa viagem até Lucas do Rio Verde, local da partida contra a Luverdense nesta sexta-feira. Tirando o calor, que não será um adversário desta vez, o treinador só encontrou dificuldades, mas não ficou se lamentando. Espera que o time saiba superar todo obstáculo que encontrar no seu caminho.
“Temos uma viagem de ônibus que são seis horas. Mas tudo para mim é superação. Eles têm que superar. Não tem esse negócio de estar cansado. Sentiu alguma lesão é outra coisa. Tem que vencer o cansaço. Tem hora que é preciso para ficar entre os quatro que pode dar esse lugar no tão sonhado no G4″, discursou.
Nas duas últimas visitas do treinador ao time do Mato Grosso, dois resultados antagônicos. Em 2015, na início do 2º turno da Série B, como agora, o América-MG, time que comandava, venceu por 2 a 1. Já em 2014, com a mesma equipe, uma derrota por 1 a 0. Resultados que o treinador recorda, mas não se guia. A história é outra.
“Eu me lembro de uma que ganhamos com o América-MG mas não posso estar me guiando com o que aconteceu. São times diferentes e temos que brigar por vitórias fora de casa”, comentou o treinador.
Histórico do Náutico
Contra o Luverdense em casa o Náutico tem três vitórias. Curiosamente todas por 1 a 0. Fora de casa são apenas dois jogos e o histórico era ótimo até o confronto do ano passado. O Timbu tinha vencido por 2 a 0 em 2014, mas a partida foi na Arena Pantanal. Ano passado foi diferente e o Alvirrubro perdeu em Lucas do Rio Verde, primeiro jogo que disputou na cidade, por 5 a 1.
Por: Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco
Foto: Comunicação Náutico
Com a saída de Vinicius e Roni, voltamos ao estágio anterior. A defesa sobre carregada o meio de campo sem criar e ataque nulo. Bergson e Mamute não existe. Para completar Rodolfo entrega o ouro. Givanildo não é milagreiro
Náutico perdeu pra ele mesmo.
Para o Luverdense só a vitória interessa, pois não cai e só se classifica se fizer uns 20 pontos.
O nossso jogo tem que ser cauteloso e em cima das precipitações que ocorrerão.
Esse LUVERDENSE é um time chato. Não tem tradição más é um time difícil de ser batido principalmente nos seus domínios.