Os mais jovens conhecem de nome.
Nome do estádio.
Eládio de Barros Carvalho.
O homem que construiu o Náutico moderno.
O Dante de Rosa e Silva.
Que seria da Itália sem Dante?
Uma bota sem sentido no coração do Mediterrâneo.
Assim foi Eládio.
Alguns defeitos, pois era humano.
Muitas qualidades, pois era alvirrubro.
10 de agosto de 1958.
O Náutico é garfado pelo árbitro uruguaio Charquera no jogo contra o América.
Eládio desceu das cadeiras. De terno branco.
E mandou pro inferno de Dante o Clássico da Disciplina.
Iniciando um dos maiores sururus da história dos Aflitos.
Imagino Eládio hoje em dia.
Recebendo garrafada de André Luís…
A PM ia ter trabalho pra segurar… Eládio!
Prezado ROBERTO VIEIRA,
Acho válida sua iniciativa de enaltecer o ícone ELÁDIO DE BARROS CARVALHO.
No entanto, NÃO PODEMOS VIVER DO PASSADO.
Ontem, eu estava conversando com uma Amigo na Sede, e falamos sobre esse negócio de HEXA É LUXO. Convenhamos, esse título virou razão de tudo no nosso Clube.
E, parece castigo, após esse Título, o Náutico definhou, só se reabilitando em 2001. Em quatro décadas (1970-2000), tivemos, apenas, "4 títulos estaduais", ao passo que nosso rival praticamente duplicou os seus (17).
PRECISAMOS ALÇAR VÔOS MAIS ALTOS! Temos, por exemplo, que centrar foco na Libertadores, tentando, a todo momento, voltar para o G-4.
Saudações Alvirrubras e vamos nos reabilitar frente à Portuguesa quarta-feira!!!!!!
É de um "cabra macho" desse que nosso Timba precisa pra ser dirigido.