Pedido de impugnação é julgado improcedente e resultado do jogo entre Papão e Náutico é mantido
Paysandu tentava a anulação da partida no STJD. Time do Pará alegava erro de direito na marcação de um pênalti no final do confronto nos Aflitos, que valeu vaga à Série B ao Timbu
O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), em sessão realizada na tarde desta sexta-feira, no Rio de Janeiro, julgou improcedente, por unanimidade, o pedido de impugnação do jogo entre Náutico e Paysandu, realizado no último dia 8, nos Aflitos, pelas quartas de final da Série C do Brasileiro. Com isso, o Timbu pernambucano segue classificado à Série B do ano que vem.
O primeiro a falar foi o relator do caso, Mauro Marcelo de Lima e Silva. Ele pediu que o pedido do Paysandu fosse julgado improcedente. Em seguida, foi a vez do advogado Michel Assef Filho fazer a defesa do Papão. Em linhas gerais, disse que entendia a dificuldade em anular o confronto em razão de um erro de arbitragem, mas entendia que nunca havia visto um equívoco como aquele e que o árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden deixou de aplicar a regra – erro de direito – na marcação da penalidade.
Em seguida, o advogado Renato Brito falou pelo Náutico. Renato disse que o lance era interpretativo, portanto, não poderia levar à anulação do jogo. Já Paulo Schmitt, pela Federação Pernambucana de Futebol, procurou mostrar que a jogada era dinâmica, que Vuaden não desconhecia a regra e que não houve uma vantagem técnica ao clube do Pará.
Depois das explanações por parte das defesas, o procurador Felipe Bevilacqua também afirmou que a regra é interpretativa e não houve erro de forma objetiva. Além de defender o indeferimento do pedido de impugnação, Bevilacqua pediu, ainda, que nenhuma ação similar seja acolhida pelo STJD.
Os votos
O relator Mauro Marcelo de Lima e Silva votou pela improcedência do pedido de impugnação e sugeriu a utilização do VAR nas fases finais da Série C para diminuir alegações semelhantes à feita pelo Paysandu. O auditor Otavio Noronha acompanhou o voto, assim como Ronaldo Piacente, José Perdiz, Antônio Vanderler, Rodrigo Raposo e o presidente do STJD, Paulo Cesar Salomão Filho. Ou seja, a alegação do clube paraense foi negada por 7 votos a 0.
Entenda o caso
O STJD recebeu, do Paysandu, no dia 10 de setembro, o pedido de impugnação da partida contra o Náutico, pelas quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro. No documento, o clube do Pará destaca a marcação de um pênalti inexistente marcado pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden a favor do adversário aos 49 minutos do segundo tempo.
O Papão detalhou ainda que o árbitro estava a metros do lance, de frente para a jogada em que participaram apenas jogadores bicolores, sem a presença de alvirrubros. No lance, Caíque Oliveira cabeceia a bola na direção do braço esquerdo do companheiro Uchôa, que estava a uma curta distância. O braço em questão estava recolhido junto ao corpo.
No entendimento do clube, o lance foi absolutamente normal, e Vuaden aplicou penalidade máxima de forma a mostrar que desconhecia o novo entendimento da Regra 12 do Jogo que fala sobre mão na bola e lista como exceção as infrações de toque “se a mão ou braço estiver perto do corpo e não faça o corpo artificialmente maior”.
Sendo assim, o Paysandu solicitou a impugnação de partida, suspendendo-se os efeitos do resultado do jogo – vencidos pelo Náutico nos pênaltis – até decisão final do STJD, a não homologação do placar pela CBF e a suspensão da semifinal entre Juventude e Náutico, agendada para os dias 15 e 22 de setembro. Na última sexta-feira o presidente do Tribunal, Paulo Salomão, atendeu a apenas parte das solicitações.
Matéria: https://globoesporte.globo.com/pa/futebol/noticia/pedido-de-impugnacao-e-julgado-improcedente-e-resultado-do-jogo-entre-papao-e-nautico-e-mantido.ghtml
Por: Gustavo Pêna e André Pessôa/Globo Esporte Belém e Rio de Janeiro
Foto: Léo Lemos/Comunicação Náutico
Precisamos urgentemente de um meia direita e um volante, pois o nosso meio campo funciona à meia-boca, contando com apenas o Jean Carlos e dependendo do Josa, este que não tem feito boas partidas.Ainda, mais um zagueiro e, também ,um goleiro que saiba segurar as bolas aéreas.O Jefferson peca nessa qualidade, embora seja pegador de penaltis.Precisamos arrumar o time para a série B, e temos tempo para isso.O Dal Pozzo soube fazer bem quando esteve na Chapecoense.
A SORTE ESTÁ COM O TIMbU
SE CHEGOU NA FINAL É PRA SER CAMPEÃO NADA DE VIcE
O SAMPAIO É 1 BOM TIME SÓ ISSO
MAS O TREINADOR QUE EU GOSTO GILMAR
TEM HORAS QUE TÁ CAGANDO NO PAU
PORRA COMO É QUE TU BOTA MAYLSON DEPOIS DE TRUZENTOS ANOS PARADO ? NETO PESSOA ||? NEM? MEODEU
ENFIM TÁ DANDO MTA SOPA PRO AZAR
Boa Timba, estamos na final!!
Como é fácil criar justificativas não é PM. Não é melhor vocês admitirem que essa decisão estapafúrdia é fruto da arrogância. Não souberam digerir uma decisão que contrariou vocês.
Se esse Estado tiver chefe de governo o responsável deveria ser punido. Foi colocado em risco uma parcela da sociedade (torcedores dos dois clubes, profissionais responsáveis pela condução da partida, imprensa, profissionais do corpo técnico de saúde etc) em risco, da qual ela é responsável pela segurança
Parabéns para torcida maravilhosa.
Tivemos dois tempos totalmente distintos, o primeiro tempo muito bom inclusive com a sorte do penalti perdido pelo Eltinho.
Segundo tempo Dalpozo foi infeliz por demais nas mudanças, principalmente no meio campo(setor principal do time), tirando Jean Carlos, o meio campo é sofrível, tem que melhorar muito para serie B. Importante que ganhou, vamos para final, depois da classificação agora é só lucro, boa sorte timba(rezar que Dalpozo não faça alquimia).
Mais uma renda para o Náutico concluir planejamento para esse ano.
TIMBA NA FINAL!!
cagao
AMÉMMMMMMMMMM! PRA FRENTE TIMBA!