DE OLHO NELES

O Petrolina está ago­ni­zan­do e, para se­guir com chan­ces de con­ti­nuar na luta con­tra o re­bai­xa­men­to, pre­ci­sa ven­cer um ad­ver­sá­rio in­di­ges­to: o Náutico, vice-líder do se­gun­do turno. So­mando 11 pon­tos e com a lan­ter­na da clas­si­fi­ca­ção geral, a Fera Sertaneja ainda pode al­can­çar Vitória e Serra­no, que con­quis­ta­ram três pon­tos a mais. Restam ape­nas três par­ti­das para o fim da com­pe­ti­ção. Com isso, no es­tá­dio Paulo Coelho será assim: um olho no padre, ou­tro na missa. Os ser­ta­ne­jos têm que ven­cer o Timbu e secar os ad­ver­sá­rios di­re­tos para con­ti­nuar na elite do Estadual.

Para o con­fron­to, o vo­lan­te Neto Maranhão, ex­pul­so na par­ti­da con­tra o Sport, volta à equi­pe ti­tu­lar. Não bas­tas­se en­fren­tar um ad­ver­sá­rio que luta para con­quis­tar o turno, o Petrolina terá que su­pe­rar a res­sa­ca de uma go­lea­da de 6×2 so­fri­da dian­te do Salguei­ro, na úl­ti­ma ro­da­da, e ainda me­lho­rar o seu his­tó­ri­co ne­ga­ti­vo atuan­do den­tro de casa neste Pernambucano. São oito pon­tos so­ma­dos em dez par­ti­das jo­ga­das como man­dan­te. Um apro­vei­ta­men­to de 26,6%.

Informações de bas­ti­do­res dão conta de que o elen­co re­ce­beu ape­nas meia folha de de­zem­bro e a de ja­nei­ro com­ple­ta. Já a co­mis­são téc­ni­ca ainda não viu a cor do di­nhei­ro. Com isso, os car­to­las es­ta­riam sem o res­pal­do ne­ces­sá­rio para co­brar os re­sul­ta­dos da equi­pe e do trei­na­dor Luciano Ribeiro, que está no co­man­do da Fera Sertaneja desde o co­me­ço do Estadua

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