HISTÓRIA

A partida foi disputada no Arruda, com um público de 22.700 pagantes. A arbitragem coube a José de Assis Aragão.

O Náutico alinhou Rafael; Alípio, João Fernandes, Edson Gaucho e Alfredo Santos; Lourival, Baiano e Ademir Lobo; Moreno, Gallo (Ivanildo) e Marcos Antonio (Robélio). Técnico Carlos Alberto Torres.

O Vasco iniciou com Acácio; Paulo Roberto, Donato, Carlos Augusto e Lira; Vitor (Gilmar), Mazinho e Giovanni; Mauricinho, Roberto e Romário (Vivinho). Técnico Cláudio Garcia. Sete destes jogadores serviram a seleção brasileira e um vestiu a camisa da fúria espanhola.

O Náutico parte para cima do Vasco da Gama que se fecha na defesa, deixando Roberto isolado na frente e Mauricinho e Romário caindo pelos flancos do gramado. O jogo fica preso ao meio de campo e a primeira chance só aparece numa cobrança de falta de Roberto defendida magistralmente por Rafael. No minuto seguinte Roberto recua e lança Romário, o futuro rei da grande área, mas Romário cara a cara com o gol, vê Rafael crescendo a sua frente e defendendo firme o 0×0. Mais uma falta contra o alvirrubro, desta vez Paulo Roberto cobra, a bola acerta a trave e no rebote Rafael segura firme. Agora é falta para o Náutico. Ademir Lobo toca sutilmente e Acácio vê a bola tirando risca da trave. Edson Gaucho anula Roberto. Moreno invade a área do Vasco e quando vai marcar, Acácio se joga em seus pés evitando a abertura de contagem.

O segundo tempo começa com Baiano trocando passes com Moreno sem conseguir penetrar na muralha cruzmaltina. Cruzamento, confusão na pequena área do Náutico, Romário toca com o bico da chuteira e Rafael faz outro milagre. Ataque do Timbu e defesa tranqüila de Acácio. 13’ e Roberto pega a bola para bater uma falta. Olha para o gol, dá três passos para trás e chuta. O estádio em silêncio vê a bola se chocar contra o poste. No contra ataque Gallo tabela com Moreno que dribla um adversário e na saída de Acácio estufa o barbante: 1×0!

O Vasco se descontrola. Moreno cara a cara perde a chance de ampliar. Logo depois é a vez de Baiano perder um gol incrível. Quando parece que o Náutico vai fazer o segundo gol, José de Assis Aragão encerra a peleja.

Na batalha entre os dois clubes que tiveram sua origem no remo, a canoa que virou foi a do Bonde São Januário.

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Uma resposta a HISTÓRIA

  1. Matheus Albuquerque Rodrigues disse:

    Deixemos nosso orgulho de lado e nossas reclamações e a partir de agora é GUERRA. Vamos incorporar dentro de nós o VERMELHO DE LUTA do nosso hino e vamos mostrar do que somos capazes.

    Que nos próximos jogos dentro de casa, o estádio esteja COBERTO DE VERMELHO.
    Bolas vermelhas.
    Apitos vermelhos.
    Faixas vermelhas por toda central.
    Rostos pintados de vermelho.

    E tudo mais que a gente possa fazer para incendiar nosso CALDEIRÃO e empurrar esse time para o título. Pode não ser na qualidade,mas vai ser no grito.

  2. Silo Mendonça disse:

    Até quando viveremos de histórias do passado????

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