Entre 30 e 40 torcedores que saíram do clássico de ontem levaram terror a quem se encontrava nos arredores dos Aflitos. O grupo formou um “arrastão” e roubou vários relógios, bolsas e telefones celulares até ser abordado por policiais militares quando se preparavam para assaltar no bar O Vagão, na Rua do Espinheiro. Mais de 20 foram detidos. O produto dos roubos foi jogado fora pelos assaltantes antes da abordagem dos policiais.
Outros três foram presos no Pão de Açúcar da Avenida Rosa e Silva: José Wilson Cordeiro, 19 anos, José Nílton Pereira, 19, e Carlos Magno Alves, 18. Uma das vítimas do trio disse aos policiais, que havia sido assaltada pelos homens no supermercado. Foi encontrada uma mochila e a carteira da vítima com os acusados.
De acordo com o major Ulysses Viana, nenhuma arma – branca ou de fogo – foi achada em poder dos detidos. “Eles usavam apenas a pressão psicológica. Geralmente, atacavam pessoas sozinhas ou grupos pequenos, de dois, três”, relatou.
O procedimento adotado foi o seguinte: os menores de idade tinham nome, endereço e nomes dos pais anotados e eram liberados. “Vamos elaborar um documento e enviar ao Ministério Público para chamar os pais à responsabilidade”, disse o major.
“Os maiores de idade vão para a delegacia e terão seus nomes colocados no sistema para sabermos se consta alguma ocorrência. Se houver, eles ficam na delegacia. Se não, são liberados”, explicou Viana.
O torcedor Roberto Francisco da Silva, que estava no bar O Vagão no momento da tentativa da investida do grupo, disse que eles só não levaram tudo dos clientes porque a polícia chegou a tempo. “Vieram da Rosa e Silva quebrando retrovisores e fazendo a maior algazarra, mas na hora em que abordariam o pessoal do bar, eles foram surpreendidos pela ação da PM”, disse.
Embora defensor intransigente dos direitos humanos e dos direitos individuais e de total respeito ao próximo, chego a terrível conclusão que para os bandidos/marginais/vândalos/desocupados da "torcida jovem" da coisa só resta a solução final aplicada pelos nazistas durante a 2º Guerra Mudial: O holocausto.
Caso contrário esses marginais vão continuar assaltanto e aterrorizando pessoas de bem, com seus arrastões brutais depois dos jogos da coisa. Aliás, quem paga os ingressos desses desocupados nos nos estádios? Será que alguem fomenta e apoia esses marginais? Com a palavra os diretores bocões, bufões e falastrões da coisa.
Acho que a Polícia militar, Civil e o Ministério Público já tiveram tempo demais para cadastrar esses torcedores reincidentes que espalham vandalismo e terror por onde passam. suas intençoes são todas ,menos assistirem um partida de futebol.Os Detidos por hipótese alguma deveriam voltar a entrar mais nos estádios.A presença desses indivíduos só trazem insegurança e afastam cada vez mais o bom torcedor que vem torcer pacíficamente pelo seu clube!PELO NAUTICO TUDO!!!
Esse é o retrato da torcida da coisa! Bando de nojentos! Esses ladrões deveriam ser eliminados.