O Náutico enfrentou o Figueirense pela primeira vez em 1975.
Vinte e seis anos se passaram até o segundo encontro. Desta vez em Recife.
27 de novembro de 2001.
Numa terça-feira à noite, o Náutico de Kuki enfrentou os catarinenses.
Em disputa, uma vaga no quadrangular final que decidiria a Série B.
Foi também o jogo em que o Timbu foi escandalosamente garfado pelo Sr. Edilson Soares. O juiz.
O Náutico começou pressionando o Figueirense.
Logo aos 6′ Gilson Batata atrasou mal uma bola e o lateral Carlinhos se antecipa. Dribla o lateral adversário e cruza na medida para Kuki fazer 1×0.
Aos 18′ Carlinhos Silva chuta forte no canto para defesa do goleiro César.
Tudo ia bem quando Gilson Batata foi lançado e domina a bola com a mão. Era um fã de Maradona.
Não precisa ninguém me dizer. Eu vi com esses olhos que a terra há de comer. Todo mundo viu.
Todo mundo não. O árbitro Edilson e o bandeirinha Marcos Vinícius não viram. 1×1.
Logo depois, quase o Figueirense virou com um chute de Marcelinho que passou rente ao travessão de Gilberto.
Kuki respondeu com uma cabeçada.
8′ do segundo tempo. Carlinhos acerta a trave.
Logo depois sai Danilo para entrar Jacaré.
E foi Jacaré aos 30′ quem aproveitou uma bola perdida e com oportunismo decretou o 2×1.
Tudo bem?
Tudo bem nada!
Dois dias depois o Náutico viajou para Florianopólis onde perdeu pelos mesmos 2×1.
E foi desclassificado no critério de desempate.
O sonho de voltar para a primeira divisão teve de aguardar até 2006.
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