CLÁSSICO

O Náutico entra para o Clássico dos Clássicos número 525 da história com o incômodo jejum: não vence o rival na Ilha do Retiro há mais de sete anos. Transportando para números de jogos, o tabu já alcança 15 partidas, recorde absoluto no retrospecto do confronto na Ilha. A marca anterior era de 14 jogos a favor do Leão, entre abril de 1960 e julho de 1962.

A última vez em que o Timbu levou a melhor no terreno inimigo foi no dia 27 de março de 2004, um 3×1, pelo 2º turno do Campeonato Pernambucano. Mais tarde, o alvirrubro venceria o Santa Cruz na decisão e conquistaria o Estadual daquele ano – o último do clube.

De lá para cá, são oito vitórias leoninas em seu reduto e sete empates (ver quadro ao lado). O último encontro foi nas semifinais do Pernambucano deste ano. O Sport derrotou o rival, por 3×1, gols de Bruno Mineiro, Marcelinho Paraíba e Ciro. Rogério descontou. No jogo de volta, nos Aflitos, o Timbu venceu por 3×2, o que garantiu a vaga do Leão na decisão – nela, perdeu para o Santa Cruz.

Durante o tabu, além de eliminar o Timbu do Estadual 2011, o Sport teve a felicidade de comemorar dois títulos sobre o rival na Ilha. Em 2007, a vitória por 2×0 (gols de Weldon e Luciano Henrique), valeu o bi ao rubro-negro. Em 2010, o triunfo por 1×0, com gol de Leandrão, proporcionou o penta.

HERÓIS E VILÕES

Durante estes sete anos de existência do tabu, muitos jogadores vestiram as camisas rubro-negras e alvirrubras. O Sport utilizou 99 atletas, contra 125 do Náutico. Quem mais entrou em campo foi Magrão, com 12 partidas. Pelo Timbu, Kuki entrou em campo seis vezes.

O curioso é que o maior artilheiro é o zagueiro Durval. O ex-zagueiro leonino (hoje no Santos), balançou as redes em quatro oportunidades. Pelo Náutico, Gilmar e Carlinhos Bala, duas vezes cada, foram os que mais marcaram.

O Sport teve nove treinadores, um a mais do que o Náutico. O recordista em jogos é Roberto Fernandes que dirigiu o Timbu em seis confrontos – quatro empates e duas derrotas.

Uma resposta a CLÁSSICO

  1. Trajano disse:

    A vitória vai vir naturalmente, desde que, os jogadores não se acovardem e joguem para conquista-la. O time precisa ser ambicioso para conquistar o título.
    Vejam que derrotamos o Asa, mas em momento nenhum o time alagoano ficou atrás com a bunda na parede. Com isso fica claro que torcida não entra em campo. tem alguns jogadores do Náutico que gostam de se esconder do jogo. É hora destes mesmo mostrarem personalidade pedindo a bola, mantendo a posse da mesma e conduzindo o Náutico a frente.
    Se o nosso time mantiver a posse de bola vai enervar o adversário, facilitando a nossa vitória.
    Nosso time não pode deixar o adversário com a bola.
    Eduardo Ramos precisa aparecer mais nesse, segurando um pouco mais a bola, chamando a responsabilidade do jogo e passando tranquilidade aos demais jogadores.

  2. Júlio de Lemos disse:

    ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA DE ACABAR COM ESSA ESCRITA RUIM!!!!!!

    À VITÓRIA, TIMBUUUUUUUUUUU!!!!!!

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