A diretoria alvirrubra continua comemorando o “reaparecimento” de três importantes taças da história do Náutico. As taças haviam sido roubadas há mais de 15 anos, e voltaram a pertencer ao Náutico justamente no aniversário de 105 anos do clube, quando uma caixa endereçada ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Alexandre Arraes, foi deixada por um portador anônimo na sede alvirrubra. O grande presente estava dentro dessa taça, pedaços da historia do clube estavam sendo recuperados. As taças de 1963, 1968 e 1974 finalmente estavam voltando para de onde nunca deveriam ter sido tiradas, a sala de troféus alvirrubro.
As três taças significam muito historicamente para o clube. Para quem não se lembra, a taça de 1963 significa o inicio do hexacampeonato. A de 1968 foi a taça do maior feito da história do Náutico, o hexacampeonato. Já a de 1974, marca o título que impediu o Santa Cruz de ser hexacampeão.
Ricardo Valois, agradeceu ao torcedor que entregou as taças “Temos que agradecer porque foi um gesto nobre. Apesar de ter ficado 15 anos escondido, foi muito boa a atitude de devolver algumas das taças mais importantes do nosso acervo”.
Ainda existem algumas taças do acervo timbu que andam desaparecidas. As de 1952, 1960, 1964, 1965, 1966 e 1967, deixando uma grande lacuna na historia do clube. Segundo Alexandre Arraes, pouco se pode fazer para recuperar essas taças “Existem várias taças desaparecidas. As de 1952 e 1960 ninguém sabe onde estão. Mas não apenas do futebol. De outros esportes também estão sumidas. Até se supõe com quem estejam os objetos, mas não temos como provar. O que se sabe é que algumas diretorias passadas presenteavam escolas com as taças, demonstrando uma falta de respeito muito grande com a história do clube”, disse o presidente do Conselho Deliberativo do clube. Que finalizou com um pedido “Gostaria que as pessoas devolvessem o acervo histórico do Náutico. Não precisa se identificar. Não quero nem saber quem é. Se estiver com dificuldades, deixe dentro de uma caixa de papelão, na secretaria do clube, endereçada a mim que não sofrerá nenhum tipo de represália”.
Presente e tanto
PARABENS NAUTICO.
Como uma brisa que sopra
Levando-me a descobrir que vivo
Uma certeza, muito mais certa
Bate em meu peito
Ensandecidamente Náutico.
Nada me fará desistir
Aliás, tudo, pois o nada não existe
Uma vez só nascemos Náutico, e só
Tomara que ainda viva muito mais
Indo sempre ao seu encontro
Com a força do meu amor e vibração
Orgulhoso e eternamente Náutico.
Corre em meu sangue
Alvirrubro, alvo e rubro
Palavras em seu louvor
Impulsos conscientes
Bandeiras a tremular
Alentos para consolar
Retratos do passado
Incentivos às vitórias
Brados de guerra e paz
Emoções, emoções, emoções…
Nada me fará desistir
Aliás, tudo pois o nada não existe
Uma vez só nascemos Náutico, e só
Tomara que ainda viva muito mais
Indo sempre ao seu encontro
Com a força do meu amor e vibração
Orgulhoso e eternamente Náutico.
“Obrigado, Senhor, por ser brasileiro; obrigado, Senhor, por ser pernambucano; obrigado, Senhor, por ser recifense; obrigado, Senhor, por ser filho dos meus pais; e muito obrigado Senhor, por ser ALVIRRUBRO.”