Está tudo “vermelho no branco”. A ação dos advogados do Remo, de tentar retirar os três pontos da vitória do Timbu sobre o Leão Azulino, que aconteceu dia sete, não deve ter êxito. Os paraenses estão alegando que o atacante Jorge Henrique atuou de forma irregular, o que foi desmentido pelo supervisor de Futebol do Náutico, Armindo Tavares, que possui todas as súmulas do Alvirrubro na Série B.
O advogado Jorge Borba, contratado pelo Remo, argumenta que o atacante teria levado cartões amarelos frente a Anapolina (04/ 05), Ceará (17/05) e Brasiliense (26/08) e jogou as últimas sete partidas de forma irregular. No entanto, entre os jogos contra a Xata e o Vovô, o atleta levou cartão diante do Palmeiras, completando a série de três. O jogador cumpriu suspensão no dia 24 de maio, diante do Londrina.
Por todo este tempo que o Remo vem ameaçando retirar os pontos do Náutico, o funcionário alvirrubro se manteve tranqüilo. “Uma notícia como esta assusta muita gente. Tenho consciência da minha capacidade e do trabalho sério que venho fazendo nos bastidores”, afirmou.
Se Armindo Tavares garante a manutenção dos pontos, não diz o mesmo sobre uma possível perda de mando de campo. O supervisor teme, porque o árbitro Luciano Almeida, que dirigiu Náutico x Marília, na última sexta-feira, criticou de forma contundente o comportamento dos torcedores alvirrubros. O juiz relatou na súmula que o seu assistente, Renato Vieira, fora atingido, de forma perigosa, por objetos arremessados da arquibancada.