MATÉRIA ESPECIAL

O Náutico viajou ontem para São Paulo, onde pega o Americana pela Série B, amanhã, com um baita peso nas costas. Tem pela frente um adversário direto pelo G-4 – ambos estão empatados com 49 pontos, embora os paulistas levem vantagem no critério número de vitórias – e tranquilidade é tudo que os pernambucanos não carregam no momento.

Era para ser um pouco diferente. Afinal, os alvirrubros estão entre os quatro melhores da Segundona e a três pontos do quinto, o Boa Esporte. Ocorre que o clima nos Aflitos, mesmo nos melhores momentos, não era tão leve assim. Os últimos resultados serviram para deixar as coisas mais instáveis.

Há duas semanas, o Náutico tinha a chamada “tabela fácil” pela frente: Paraná, ABC, Duque de Caxias, Guarani e Icasa, equipes que brigavam contra o rebaixamento ou por um lugar mais confortável na zona intermediária. Era o momento do “sprint”, como é chamada a arrancada do maratonista nos metros finais da prova. O alvirrubro pecou em lances capitais – como nos empates em casa contra Duque e Icasa -, vacilou defensivamente e, algumas vezes, perdeu a força na etapa final de partida.

Nos três últimos confrontos (contra Duque, Guarani e Icasa), por exemplo, saiu na frente no marcador. Claudicante, não ratificou a vitória. Diante do Bugre Campineiro, não só fez 1×0 como era o senhor das ações. Mas veio o segundo tempo e o time imbicou, levando três gols. A defesa alvirrubra é um caso à parte. Principal pilar na Segundona, nos últimos embates, a zaga tem falhado mais do que a média.

Se até a 24ª rodada o Náutico havia levado 24 tentos – colocando-se sempre entre a melhor e a segunda melhor defesa da competição -, tomou oito nas últimas cinco partidas.
Isso dá 1,6 gol por jogo, número 60% maior do que a média antes desta má fase. “Esses tropeços podem fazer falta. Mas não podemos entrar em desespero”, ponderou o técnico Waldemar Lemos.

Uma resposta a MATÉRIA ESPECIAL

  1. Eduardo Thorpe disse:

    Já estou saturado deste discurso em toda entrevista coletiva…

    Já estou saturado de Rogério não fazer porra nenhuma em campo, assim, como Alexandro.

    Já estou saturado desse discursozinho de Kieza contra a torcida!

    Vão se fuder!

    Isso aqui é Náutico porra!

    Feito o desabafo.

    SDS

  2. Eduardo Thorpe disse:

    Acho q esse Waldemar Lemos espera que a torcida assista passivamente (feito ele) o time conquistar 2 pontos nas últimas 4x rodadas…

    Isso é campanha de rebaixamento.

    Esses jogadores TÊM que sentir o peso da cobrança e digo mais… se perder p Sport… muita coisa acontecerá.

    A diretoria tem que cobrar mais empenho, comprometimento de determinados jogadores e do próprio treinador.

    Não é pq temos um time limitado que ele deve formar o banco com refugos… temos algumas opções sim!

    Cadê o volante Elder que entrou sempre muito bem nas primeiras rodadas?

    Cadê o Moisés que fica num revezamento insano com Joelson no banco, enquanto o escroto do Alexandro entra sempre nos jogos?

    Cadê o Lismar que foi contratado junto ao Salgueiro?

    Cadê esse Rafael Xavier que ngm sabe?

    Cadê o Paulo Sérgio que até agora não estreou?

    São mtas perguntas sem resposta pq Waldemar Lemos, em sua coletiva, se preocupa em brigar com a torcida.

    Vá se fuder Waldemar!

    Isso aqui é Náutico porra! Time centenário com torcida presente…

  3. Eduardo Thorpe disse:

    A realidade é que o time do Náutico se tornou previsível… aliado à queda de rendimento físico do time… não que tivéssemos um supertime… mas pelo menos tinha um certo entrosamento e um vigor físico respeitável.

    Waldemar Lemos se deixou influenciar com os comentários da arquibancada e perde muito tempo com esse problema, esquecendo de variar o time taticamente.

    Como é fácil jogar contra o Náutico.

    Ora, time que tem torcida é assim, meu amigo, se não aguenta volta p/ Pohang, Joinville ou Duque de Caxias.

    Assisti o jogo do Internacional x Vasco domingo… e vi o Inter dominar o jogo inteiro contra o líder do campeonato. Tudo pq Dorival Júnior mudou a forma de jogar… passou a atuar apenas com uma referência – Jô – e 3 meias (Andrezinho, D´Alessandro e Ilsinho).

    Pq Vavá não faz isso, utilizando Moisés, Eduardo Ramos e Joelson, deixando Kieza como a referência?

    A resposta está na sua teimosia e mesmice que o time se encontra desde o jogo contra o Paraná…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


9 − 3 =

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>