A “pancadaria” faz parte da rotina dos treinamentos do Náutico. Basta o técnico Waldemar Lemos paralisar a movimentação, para os jogadores partirem em direção ao roupeiro Paulo Leme. Daí por diante o que se vê são rasteiras, empurrões, chaves de braço e diversos “carinhos” que dão a impressão que os atletas estão treinado para lutar no UFC.
Mas, a perseguição ao roupeiro está longe de ser vista como agressão ou algo que possa atrapalhar o ambiente do grupo. Para Paulo Leme, a atitude dos jogadores só demonstram o carinho e a confiança que existe entre eles.
- Essas brincadeiras só acontecem porque eu e os jogadores nos tornamos amigos. Aí, sempre estamos brincado um com o outro. Isso demonstra o respeito que temos um pelo outro. Mesmo levando na esportiva, o roupeiro fez questão de eleger os jogadores que mais gostam de lhe perturbar.
- Todos os jogadores brincam comigo, mas ninguém supera Kieza e Eduardo Ramos. Sem duvidas são os dois que mais pegam no meu pé. Mas, sempre com brincadeiras sadias – entregou Paulo Leme.
Na segunda colocação entre os mais perturbadores do elenco, o meio-campo Eduardo Ramos fez questão de destacar o ambiente familiar do clube. Para o maestro alvirrubro, as brincadeiras durante os treinamentos só demonstram o carinho que todos os jogadores sentem por Paulo Leme.
- Ele é um ótimo funcionário do clube e nossas brincadeiras são uma forma de mostrar o carinho que sentimos por ele. O nosso ambiente é muito bom, somos uma família.
Questionado se realmente estava entre os jogadores que mais tiram o sossego de Paulo Leme, o meio-campo fez questão de afirmar que a opinião do roupeiro está dentro da realidade.
- Ele tá certo. Eu pego no pé dele mesmo.
Por: Globo Esporte
Foto: Elton Castro