Ambos tiveram que superar a desconfiança da torcida e até de setores de dentro dos respectivos clubes ao longo do trabalho. O acesso para a Série A nacional contou bastante para que Waldemar Lemos e Mazola Júnior pudessem se firmar no comando técnico de Náutico e Sport, respectivamente. A dupla está longe de ser unanimidade, mas o sentimento é que mesmo com uma derrota no clássico de domingo, nos Aflitos, pela 18ª rodada do Estadual, seus cargos não correm risco – exceto em caso de alguma situação atípica, como uma pouco provável goleada história.
No entanto, isso não significa que os dois comandantes estão menos ligados para o Clássico dos Clássicos. Pelo contrário, tanto Waldemar Lemos como Mazola Júnior querem a vitória para elevar o moral da sua equipe e atrapalhar o caminho do rival. O Sport lidera o Pernambucano Coca-Cola, com 37 pontos, dois a mais do que o Salgueiro e três à frente do Náutico.
No caso de Mazola, entretanto, o clássico tem um sabor especial: ele será o primeiro treinador do Sport a superar a marca de 35 jogos à frente do clube desde a Era Nelsinho Batista. Campeão da Copa do Brasil (2008) e Pernambucano (2008/09), Nelsinho deixou o Leão em maio de 2009, após a desclassificação na Libertadores, com 105 jogos, dos quais 60 vitórias e 64% de aproveitamento. Depois dele, o cargo de treinador do Sport virou uma verdadeira dança das cadeiras. Ocuparam o posto Emerson Leão, Péricles Chamusca, Givanildo Oliveira, Toninho Cerezo, Geninho, Hélio dos Anjos, PC Gusmão e Mazola Júnior, além dos interinos Levi Gomes e Gustavo Bueno.
Os que mais jogos disputaram foram Givanildo Oliveira (2010) e Geninho (2010 e 2011), com 35, cada. Mesmo número que Mazola tem hoje, em duas passagens. Ele assumiu na sétima rodada da Série B do ano passado, após a saída de Hélio dos Anjos. Voltou a ser auxiliar com a chegada de PC Gusmão e reassumiu o time nas cinco rodadas finais. Contando com a campanha em 2012, são 21 vitórias, sete empates e sete derrotas, o que dá um rendimento de 66,6%.
No comando do Náutico há mais tempo, desde o início da Segundona nacional do ano passado, quando foi contratado para substituir Roberto Fernandes, Waldemar Lemos também leva uma peculiaridade para o Clássico dos Clássicos: ele ainda não sabe o que é perder nos Aflitos nesta sua segunda passagem pelo clube. São 27 jogos de invencibilidade, com 20 vitórias e sete empates. A última derrota do Timbu em seu reduto foi para o Vasco, pela Copa do Brasil, ainda com Roberto Fernandes no comando.
Juntando a primeira passagem de Waldemar pelo Náutico, em 2009, a única derrota nos Aflitos foi para o Internacional, 3×0, pela Copa do Brasil daquele ano. Na Série A do Brasileiro, após cinco rodadas (nenhuma derrota em casa), ele deixou o Timbu para dirigir o Atlético-PR. Ao todo, somando 2009, 2011 e 2012, Waldemar tem 67 jogos pelo Náutico, com 32 vitórias e 58% de aproveitamento. Ele disputou cinco clássicos, venceu um, empatou dois e perdeu dois. Já Mazola Júnior está invicto, ganhou os três que disputou.
Por: Jornal do Commercio
Foto: Arquivo
Espero que neste duelo de treinadores,o Waldemar leve a melhor, pra calar a boca dessas cachorras de peruca que acham que tem um treinador. Mazela não passa de um aprendiz e tem que observar os mais experientes pra obter algo. Saudações Alvirrubras e domingo vamos lotar o campo pra incentivar nossos jogadores, afinal temos que acreditar em quem está na frante pelo nautico.
Eu não confio nesse time,muito fraco só mesmo cego para não enchergar.Será que só eu enxergo.Caiam na real e veja que esse time é o pior dos últimos anos.Na minha opinião não vai ser campeão e mais com esse tecnico que nunca ganhou nada.
Eu confio no meu Timba,quem num quiser confiar,torça pra minhoca ou pra coisa
verdade eduardo nao tem o que escrever vai escrever gibi caralho
esse é um espaço para noticias do nosso náutico e não para ficar bajulando os adversários.precisamos de pessoas engajadas com o timbu .vai aqui o meu protesto em relação a essa matéria e muitas outras que já foram postadas nesse site.
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