MARLON

Alheio a decisão do Pernambucano, Marlon foca estreia no Brasileirão
Elenco do Náutico segue com trabalhos físicos visando a partida contra o Figueirense, no dia 19 de maio

Por Pedro Costa Recife
1 comentário
Marlon – Náutico (Foto: Elton de Castro/Globoesporte.com/PE)Marlon: treinos físicos serão importantes para Série A
(Foto: Elton de Castro / GloboEsporte.com)

Enquanto os rivais Sport e Santa Cruz se pegam na final do Pernambucano, o Náutico segue alheio ao clima de decisão e foca apenas na estreia do Brasileirão, no dia 19 de maio. Para o zagueiro Marlon, o objetivo dos alvirrubros era estar nas finais, mas o grupo vai saber aproveitar bem esse intervalo para entrar em um ritmo mais forte do que os adversários.

- Estamos fazendo um trabalho muito bom de força e potência nesse período sem jogos. Nós ganhamos bastante começando essa preparação mais cedo, porque a Primeira Divisão é uma competição muito difícil e precisamos entrar nela muito bem, para não termos preocupações no final do ano. Na Série A, se você tirar o pé no início vai sofrer depois para recuperar.

Na condição de capitão do Náutico, Marlon analisou as mudanças que estão acontecendo no time, tanto no comando técnico, como nos reforços. Até agora, o Timbu dispensou 11 jogadores desde o início do ano e contratou outros três para a disputa do Brasileirão – o lateral direito Alessandro, o volante Martinez e o zagueiro Márcio Rosário.

- O Gallo tem um perfil um pouco diferente do Waldemar Lemos. Além disso, ele é um cara muito inteligente, que estuda bastante a parte técnica do futebol. As contratações também estão vindo no intuito de dar uma qualidade maior ao elenco. A adaptação deles está excelente e parece que já estavam com a gente aqui desde o começo do ano. Não tem como saber se eles vão encaixar bem no nosso time, mas torcemos para isso. Só vamos provar, realmente, quando estivermos em campo.

Por: Globo Esporte
Foto: NauticoNET

5 respostas a MARLON

  1. JOSÉ MELO disse:

    COMO TODAS AS POSTAGENS QUE FIZ FORAM APAGADAS, CHEGO A COCNCLUSÃO DE QUE ESSE SITE NÃO TEM NADA DE INDEPENDENTE E É CONIVENTE COM AS “AÇÕES” DA “DIRETORIA DO CLUBE”. em assim sendo, repito o que havia postado antes:
    SE NÓS QUE AQUI POSTAMOS, ACHAMOS QUE A DIRETORIA DO CLUBE ABANDONOU APENAS O FUTEBOL, ESTAMOS COMPLETAMENTE ENGANADOS. SÁBADO ESTIVE NA SEDE SOCIAL DO CLUBE NA AV. CONSELHEIRO ROSA E SILVA E SAI DE LÁ PROFUNDAMENTE CHATEADO COM O QUE VI. O CLUBE ESTÁ ENTREGUE ÀS BARATAS. A SEDE ESTÁ SUJA, IMUNDA SEM MANUTENÇÃO DE NADA, PRECISA DE PINTURA E UM MÍNIMO DE CONSERVAÇÃO, O SALÃO DE FESTA ESTÁ HORROROSO, O BANHEIRO MASCULONO ALÉM DE DETERIORADO ESTÁ MAIS PARA CHIQUEIRO QUE PARA BANHEIRO, FEDE PRÁ CARALHO, É MUITA SUJEIRA E NENHUMM CUIDADO. O NÁUTICO ESTÁ ABANDONADO, LARGADO, FALIDO E PARA MIM ISSO É UMA ATITUDE ORQUESTRADA ENTRE O EXECUTIVO E O CONSELHO; DEGRADAR PARA DESVALORIZAR E SE LIVRAR.

  2. EVERTON disse:

    MATÉRIA ESPECIAL

    Os pobres de Rosa e Silva estão estarrecidos. Eládio de Barros Carvalho, horrorizado. Neto Campelo deu duas voltas na eternidade. Barbosa Lima Sobrinho fez que não era com ele. A diretoria de futebol do Clube Náutico Capibaribe afirmou que anda de pires na mão.

    Então, o Timbu é pobre de dar dó?

    Pode até ser o caso de requerer Bolsa-Família para os marsupiais dos Aflitos, mas vamos devagar com o andor: memória deveria ser instrumental de todo bom torcedor. Em dezembro de 2011, o Timbu era fidalgo. Pelo menos para os candidatos que agora ocupam a direção do alvirrubro. Em pouco mais de cinco meses, a penúria e amargura ocupou as salas e gramado da agremiação hexacampeã pernambucana.

    Por que será?

    No primeiro quadrimestre de 2012, o Náutico teve acesso a uma verba inimaginável nos anos anteriores. Isso se dando ao luxo de dispensar um patrocinador master na sua camisa oficial. Isso se dando ao luxo de contratar um caminhão de jogadores aposentados tecnicamente ao preço de ouro – o Náutico foi tábua de salvação pra meia dúzia de ex-atletas apaixonados pelo turismo noturno da Veneza Brasileira.

    Pobre que é pobre investe no feijão com arroz. Já os dirigentes alvirrubros, os quais prometeram mundos e fundos para as divisões de base, destinaram 0,25% da receita do clube – isso mesmo que você está lendo – para os garotos que poderiam segurar a onda nos próximos anos. Além da miséria destinada aos garotos, ainda sacudiram Diego Bispo embora, em prol do zagueirão Gustavo.

    Rico quando vai perdendo os anéis tenta fazer uma auditoria, descobrir as mazelas que conduziram ao caos. Pois bem. Auditoria nos Aflitos é prato cheio nas campanhas eleitorais e palavrão no dia a dia das gestões. O sujeito diz que está cada dia mais pobre recebendo cada dia mais dinheiro e nem sequer resolve descobrir se existe um rombo.

    O Conselho Deliberativo segue atuando com nove homens. Faltam conselheiros para vigiar e os que decidem se manifestar são boicotados pelos que acham que tudo está as mil maravilhas. Bote em cima disso que a administração Timbu ainda se encontra em xeque no que diz respeito a sua legitimidade, visto que o imbróglio da prestação de contas do orçamento se arrasta como fantasmas dinamarqueses.

    O prometido Departamento de Futebol forte e onisciente não existe. Desfeito em pó, vazio em resultados, aqueles que se comprometeram nas eleições em fazer um clube poderoso se calam. Restou apenas o discurso temerário de pobreza franciscana. O proclamar nacional de que o Náutico é personagem de Victor Hugo.

    Diante do quadro dantesco, diante da falácia de uma ruína que não é compatível com a realidade – o Náutico de 1971 e 2000 era muito mais cercado de escombros – resta colocar os pontos nos ‘is’ da questão. E os pontos são dois.

    O primeiro envolve a venda dos Aflitos. O palavreado de pobreza deixa o clube centenário nas mãos dos oportunistas de plantão. O Náutico recomeça a conversar sobre a Arena e a disponibilização dos Aflitos como se estivesse de pires na mão. Não se sabe o que se quer vender, como se quer vender, se queremos vender. Mas já existem os envelopes dos compradores – e a gente nem mesmo sabe quanto vale o latifúndio. Como estamos falando de pobreza, esmola pouca Timbu desconfia. Em ambiente tão pobre, a grana que entra já era.

    O segundo ponto envolve coisa muito mais séria, muito mais delicada. No jargão jornalístico, e diante dos fatos apresentados, o que ocorreu em Rosa e Silva entre dezembro e maio sugere estelionato eleitoral. O mar de rosas prometido para conquistar a eleição não tinha rosas nem silvas. Os eleitores e torcedores alvirrubros foram ludibriados em sua boa fé. Ainda mais que os ocupantes dos cargos atuais eram profundos sabedores da situação econômica do clube. Mentir um pouco em eleição e começo de namoro virou bordão, mas não cumprir nada do que foi prometido é caso de divórcio.

    Os pobres de Rosa e Silva estão estarrecidos. Eládio de Barros Carvalho, horrorizado. Neto Campelo deu duas voltas na eternidade. Barbosa Lima Sobrinho fez que não era com ele.

    Então, o Timbu é pobre de dar dó?

    Esmola muita o Timbu desconfia.

    Mas nesse caso específico, tem muita esmola pra pouco santo…

    Roberto Vieira é médico, escritor, alvirrubro sem partido político dentro do clube. Autor do texto ‘Aflitos e Arena’ lido por ocasião da assinatura do contrato da Arena da Copa, entre Náutico e Governo do Estado, no Campo das Princesas.

    Por: Roberto Vieira
    Foto: NauticoNET

  3. Bruno Marinho disse:

    Por mim o Náutico jogaria esse estadual com os juniores,e sobraria dinheiro pra contratar pro Brasileiro e Copa do Brasil

  4. Rivaldo Antonio Costa disse:

    Já dizia um ex-árbitro amigo meu: Quem tem dinheiro parte na frente, vale propina, vale suborno, vale tudo.

  5. Nelson disse:

    O Nautico, a Coisa e a Sarna deveriam fazer um acerto de gastar no PE um valor baixo no máximo, economizaríamos para o Brasileiro.

    Por exemplo:

    Coisa : 800.000,00 por mes
    Timba : 500.000,00 por mês
    Santa : 300.000,00 por mês

    No final poderiamos investir mais para o brasileiro

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