O Bahia passara pelo Santa Cruz de Sergipe, CSA e Fortaleza.
Semifinais.
O Náutico aparecia na frente dos baianos.
O Bahia sonhava com mais uma Taça Brasil.
Bahia de Nadinho e Alencar.
O Náutico disputava sua primeira semifinal nacional.
A primeira partida foi nos Aflitos.
Oito mil torcedores nas arquibancadas.
Técnico Ênio Andrade no banco alvirrubro e no ataque Timbu.
Isso mesmo!
Ênio era técnico e atacante.
Primeira decisiva para o jovem treinador.
Última decisão para o craque em campo.
O Náutico com Valdemar; Paulinho, Múcio e Helmiton;
Clóvis e Gílson;
Nado, Luís Carlos, Valter Prado, Ênio Andrade e Elias.
Os baianos seguraram na raça o 0×0.
Deixando para os alvirrubros a missão ingrata.
Vencer em Salvador – feito que até hoje não ocorreu.
Malas feitas.
O Bahia derrota o Náutico por um solitário 1×0.
Gol suado de Mario aos 20 do segundo tempo na Fonte Nova.
Gol que tirou dos alvirrubros o gostinho.
De decidir a Taça Brasil diante dos santistas de Pelé.
Menos mal.
Que Pelé já estava vacinado contra o Bahia.
E sapecou 5×1 na grande final.
Dois gols de Coutinho.
E três do Rei.
Por: Roberto Vieira
Reavaliando o melhor jogador em campo foi Gideão dps Martinez.
Melhor jogador pra mim foi Martinez.
Caro roberto vieira, o enio andrade, nunca foi atacante na vida, na realidade era um meia armador pelo lado esquerdo, vindo dos pampas gaucho;encerrou sua carreira de atleta e iniciou ao mesmo tempo a de treinador no timba.Ví o jogo.