MARCA

Contra o Figueirense nesta quarta-feira, o volante Elicarlos completará 150 jogos com a camisa do Náutico. No total, são duas passagens pelos Aflitos. Na primeira temporada, o meio-campo atuou de abril de 2006 a dezembro de 2007. A segunda, a atual, começou em janeiro deste ano no Campeonato Pernambucano. O objetivo é que a carreira com a camisa alvirrubra fique ainda mais extensa.

- Estou vivendo um momento excelente no clube. Consegui ter uma boa sequência e também proporcionar uma boa sequência para o Náutico. O grupo está procurando o objetivo na competição e é bom fazer parte disso. Então eu quero poder vestir o máximo de vezes a camisa do Náutico e manter a boa fase. Quero sempre procurar ajudar minha equipe.

De todas as partidas oficiais, Elicarlos figurou no elenco titular em 137 jogos e conseguiu fazer cinco gols. Como viveu muitos momentos marcantes pelo Timbu, o atleta preferiu não pontuar apenas um como o principal.

- Todos os jogos são importantes e melhor ainda é quando o time sai com a vitória. Não tem aquele preferido, todos são importantes e preferidos. Importante também é a presença dos colegas de antes e os de agora, enfim, todos que participam dessa trajetória.
Eu quero poder vestir o máximo de vezes a camisa do Náutico”
Elicarlos

Elicarlos aproveitou o momento de lembranças para agradecer a alguns companheiros de trabalho.

- Quero agradecer aos colegas. Agradeço de coração ao Kuki, pois quando eu cheguei aqui ele foi o primeiro a me dar apoio. Ele sempre perguntava se eu tinha chuteira e se eu precisava de alguma coisa. Espero sempre poder retribuir esse carinho para ele e também para outros amigos. Por exemplo, no início do ano, o Auremir (que saiu do Náutico e foi para o Vasco da Gama no decorrer do Brasileirão) não estava em um bom momento, pensou em parar e eu conversei com ele e hoje fico muito feliz em vê-lo bem.

O jogo de número 150 para Elicarlos será nos Aflitos, nesta quarta-feira, às 20h30m.

Por: Globo Esporte
Foto: NauticoNET

6 respostas a MARCA

  1. Ricardo (Recife) disse:

    Parabens Elicarlos. Mais joga bola cara. A defesa depende muito dos volante nesse time do Nautico. Valeu.

  2. junior franca disse:

    parabens eli voce e proficional e tem garra dezejo sempre boa sorte…

  3. Rivaldo Antonio Costa disse:

    A Globo pode ter o poder, mas não ganha jogos.

  4. Théo Sabiá disse:

    Amigos, no que depender de políticos e cartolas/políticos, estamos no mato sem cachorro e com uma onça bem faminta nos nossos calcanhares. Só mesmo uma intervenção governamental pra mudar alguma coisa nisso aí. Afinal, o futebol não é o ópio do povo? Se é do povo, então deveria ser motivo de interesse do governo, pois aí deve envolver muita sonegação de impostos e FGTS não recolhido por parte desses mesmos milionários clubes (uns verdadeiros caloteiros) envolvidos. VADE RETRO!

  5. henrique silva disse:

    Essa questao da rede globo,vem confirmar quanto nossas entidades se dobram diante do poder economico. Fosse noutro pais, isso nao existiria. Onde estao nossos politicos?
    Com a recente mudanca no comando da CBF, pensei que o nosso futebol tomasse novo rumo. Mas infelizemente falta homem de carater nesse pais. Nem a imprensa desportiva denuncia essa vergonha.

  6. Nildo Gomes disse:

    AS COTAS DA TV GLOBO É UM ESCÂNDALO

    Cinco clubes da Série A do Campeonato Brasileiro vivem uma situação semelhante. Consideradas equipes com torcidas menores, Ponte Preta, Náutico, Portuguesa, Figueirense e Atlético-GO não foram procuradas pela TV Globo para prorrogar o contrato de transmissão do Campeonato Brasileiro. Ao contrário das outras 15 equipes da Série A, elas possuem um acordo anual que vale apenas para esta edição do torneio. Os rivais têm contrato pelo menos até 2015, sendo que alguns deles já negociaram a renovação para 2017, com pagamento de luvas que chegam a até R$ 30 milhões.

    “É um negocio muito difícil, aceito goela abaixo. Os clubes que têm contrato e ganham mais não dão a mínima. É a lei do Muricy, cada um por si. A Globo e essas equipes estão sufocando os outros times. O campeonato vai ficar cada vez mais desnivelado”, afirma o diretor de futebol do Atlético-GO, Adson Batista.

    Os cinco clubes não confirmam oficialmente, mas o UOL Esporte apurou que o contrato que eles têm com a Globo prevê pagamento anual de R$ 14 milhões. O valor é quase oito vezes menor que o pago para Corinthians e Flamengo, clubes com os melhores contratos de TV. Equipes como Bahia, Atlético-PR e Coritiba, por exemplo, recebem mais de R$ 30 milhões por ano.

    No primeiro turno do Brasileiro, encerrado na rodada do último final de semana, o único clube do grupo dos renegados pela Globo que não frequentou a zona de rebaixamento foi a Ponte Preta. Se o campeonato terminasse hoje, Atlético-GO e Figueirense cairiam para a segunda divisão.

    “Vemos notícias de clubes renovando contrato até 2017 e ganhando luvas milionárias. Nós nem fomos procurados. Os clubes perderam o poder. Quem define quem será competitivo é a TV”, opina o presidente da Ponte Preta, Marcio Della Volpe.

    Os dirigentes dos cinco clubes reclamam que sofrem com a concorrência desleal das outras equipes no mercado de contratações. Segundo eles, inflados pelo dinheiro da TV, os grandes aumentaram ainda mais seu poder nas negociações de reforços.

    “Para começar a negociar com a TV temos que ter certeza que ficaremos na Série A. Times que, segundo a Globo têm mais torcida, como Sport, Santa Cruz e Goiás, mas que estão na segunda divisão (o Sport está na primeira divisão em 2012), trabalham com contratos longos, com mais garantias”, revela o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa.

    “É um absurdo eles já acertarem até com clubes que hoje estão na Série B. Quer dizer, eles querem definir quem fica na elite do Brasileiro?”, reclama Paulo Wanderley, presidente executivo do Náutico.

    Desde 2011, com a implosão do Clube dos 13, a Globo negocia diretamente com os clubes a assinatura dos contratos para a compra dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. Antes, a empresa firmava um contrato com a entidade, que definia o repasse para todas as equipes associadas. No ano passado, a emissora acertou com as equipes com mais torcedores, entre eles 15 clubes da série A, contratos válidos até 2015.

    A reportagem tentou entrar em contato com Marcelo Campos Pinto, presidente da Globo Esportes, empresa da emissora de TV criada para negociar direitos de transmissão. O executivo não atendeu as ligações.

    Simples demais: É só os clubes afetados não aceitarem propostas ridículas para seus respectivos jogos. A Ponte Preta o Náutico e os outros clubes deverão fazer isso e jogar duro com a Globo. Propostas muito abaixo das top de jeito nenhum.

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