COPA PE

Tudo igual no primeiro confronto decisivo da Copa Pernambuco. Ontem à tarde, no Estádio dos Aflitos, Náutico e Sport ficaram no 1×1 e com isso, os rubro-negros seguem para o segundo e último jogo, domingo, na Ilha do Retiro, com a vantagem do empate para levantar a taça de campeão do torneio. Ao Náutico, resta vencer por qualquer placar. Antes da partida, muita provocação da torcida Timbu, com direito a uma bandeira da mancha verde no alambrado e gritos de “ão, ão, ão, segunda divisão”.

Apesar das duas equipes terem entrado em campo basicamente com seus times reservas, o jogo foi bastante movimentado, com muitas chances de gol para ambos os lados. Nos primeiros 20 minutos, o Náutico foi bem superior ao Sport. Inclusive, aos 13, o meia Paulo André deu um chapéu em Ademar dentro da grande área, mas foi desarmado na hora do último toque.

Mas de tanto rondar a meta leonina sem objetividade, o Timbu sofreu o castigo aos 21 minutos. Em uma falta cobrada em dois tempos, Pedro Neto rolou a bola para Ademar, que chutou no canto esquerdo de Rodolpho. O Náutico sentiu o baque e aos 25, Rodolpho teve que se desdobrar para evitar o segundo gol do Sport.

Quando a torcida vermelha e branca começava a se impacientar nas arquibancadas, Barão fez falta em Esquerdinha dentro da área, aos 32 minutos, e Cláudio Mercante não titubeou em assinalar o pênalti. Kuki não desperdiçou a oportunidade e empatou o jogo. De quebra, o goleador chegou à marca de 99 tentos assinalados vestindo o uniforme do Náutico. No final da primeira etapa, Ademar perdeu um gol feito, após se infiltrar na zaga alvirrubra, totalmente perdida no lance.

No segundo tempo, o técnico timbu, Pedro Manta, colocou o atacante Júnior Ferrim no lugar de Paulo André, recuando Jorge Henrique para o meio-campo. A alteração deu mais agilidade à equipe. Do lado do Sport, Mairton entrou na vaga de Pedro Neto e também deu mais movimentação ao setor. Com isso, o jogo ficou mais aberto.

Aos 17 minutos, Barão arrancou pela direita tocou para Jean, que chutou forte, acertou a trave de Rodolpho. Aos 35, o goleiro alvirrubro operou milagre e salvou um gol de Barão. Dois minutos depois, a obra divina mudou de lado e Danilo espalmou uma bomba de Kuki e em seguida, segurou a bola que já estava nos pés de Júnior Ferrim.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


8 − = 1

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>