Durante muito tempo.
Jogador era feito de brinquedo pelos dirigentes.
Contrato de gaveta.
Assinatura de contrato em branco.
Tudo isso era corriqueiro no século XX.
Tempo que passa.
Os jogadores agora dão o troco.
Ganham rios de dinheiro.
Navegam de camisa em camisa.
Passam a perna nos dirigentes.
O empresário de Araújo – ou a pessoa que representou Araújo nesse caso.
O Gilson Marcos.
Afirmando que “ o pré-contrato existia, mas por incompetência perderam
o jogador. Perante a CBF não tem validade. O que vale é o contrato com
a CBF”
É apenas meia verdade.
Contratos e pré-contratos não são assinados no vazio.
Combinar um negócio e depois descombinar por dinheiro pode ser legal.
Mas não é ético.
O jogador do futebol que já foi vítima.
Agora envereda pelo caminho do vale tudo.
Se tem mais grana.
Palavra dada não é empecilho.
Será?
Não haverá modo mais transparente de efetuar transações?
A modernidade implica que sim.
Levar vantagem em tudo também tem seu preço.
Se o futebol não evoluir para a realidade das planilhas de custo.
Todo mundo vai falir.
E aí?
Adeus galinha dos ovos de ouro…
A farra das negociatas pré-Copa de 2014 termina lá na esquina.
Quem viver?
Verá…
Quanto ao Araújo?
O Náutico faz melhor negócio investindo nos garotos da Base.
Náutico que precisa dar uma revisada nos contratos de todo mundo.
Tim tim por tim tim…
Por: Roberto Vieira/Colaborador NauticoNET
Foto: NauticoNET
Tem que dar chance a Marcos Vinicius
NA MINHA CONCEPÇÃO FUTEBOLÍSTICA, NA BASE SÓ TEMOS UM JOGADOR: MARCUS VINÍCIU E, TALVEZ, FUTURAMENTE, QUEM SABE, O RENATO. SOLAMENTE…
DOA EM QUEM DOER…