“Homens fracos obedecem ao medo; os fortes, à paixão.” – Aristóteles
Agosto, 1960. O Náutico liderava invicto o campeonato. Então veio o jogo contra o Esporte nos Aflitos. Um jogo como milhares de outros. Um jogo que terminou empatado em 1×1 como tantos outros.
Então por que estamos falando sobre este jogo em particular?
Porque uma cena desta partida ainda ecoa no Estádio dos Aflitos quarenta e sete anos depois. Uma cena tão distante dos dias atuais como o próprio tempo. Uma cena onde o amor pela profissão, o amor pela camisa e o respeito dos companheiros e da torcida eram muito mais importantes que a fama e o dinheiro.
O Náutico jogou melhor, porém uma falha do arqueiro Valdemar possibilitou o empate dos rubro-negros. No apagar das luzes das peleja o time alvirrubro saiu de cabeça baixa, a torcida em silêncio.
Mas foi o pranto do goleiro Valdemar que ficou na história.
O homem que iria praticar uma defesa milagrosa na conquista do título do certame saiu de campo inconsolável. No vestiário os fotógrafos registraram para a posteridade a cena em que o técnico Ricardo Dias e o diretor José Vasques consolavam o jogador (foto).
Naquele instante Valdemar tornou-se maior que o tempo. Ele era o símbolo da torcida e da garra alvirrubra inconformados com um resultado que não a vitória. As suas lágrimas derramadas sobre o gramado dignificaram para sempre a camisa número 1 do Clube Náutico Capibaribe.
Porque Valdemar era igual a todos os homens: Mortal.
Mas a sua paixão e a sua garra permanecem na eternidade da memória dos que amam o futebol.
Pessoal,
vamos votar na nossa musa, estamos perdendo de 6 X 3… a
situação está difícil desta vez, a torcida do paraná é
grande na internet, temos de superá-la.
http://globoesporte.globo.com/ESP/Musas2007/0,,Q8477-8727,00.html
Não gosto de perder nem em partida de porrinha, muito menos
se tiver o nome do glorioso no meio
Pessoal,
vamos votar na nossa musa, estamos perdendo de 6 X 3… a
situação está difícil desta vez, a torcida do paraná é
grande na internet, temos de superá-la.
http://globoesporte.globo.com/ESP/Musas2007/0,,Q8477-8727,00
.html
Não gosto de perder nem em partida de porrinha, muito menos
se tiver o nome do glorioso no meio.
Parabéns pela lembrança de um momento tão marcante e singelo. Isso deve servir de alento para os verdadeiros alvirrubros.
Théo-DF