Nesta segunda-feira, o processo que proibia a entrada das Torcida Jovem, Fanáutico e Inferno Coral nos estádios foi extinto. As três estão liberadas. Graças à ausência de um representante da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) na audiência de conciliação realizada na tarde desta segunda-feira, na sede do Juizado Especial do Torcedor (Jetep). Em 20 de fevereiro, o juiz titular do Jetep, José Raimundo, havia acatado parte da ação de autoria da FPF, sentenciando, em caráter liminar, a proibição do acesso das organizadas aos estádios em dias de jogos, por tempo indeterminado.
A audiência de conciliação definiria se o processo teria prosseguimento ou se haveria acordo entre as partes. No entanto, compareceram apenas os representantes das três torcidas com seus respectivos advogados, o promotor José Bispo, pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e o juiz titular do Jetep.
“Mesmo intimada, a FPF não apareceu. Por se tratar de um processo cível, e não criminal, a lei diz que o processo deve ser extinto sem resolução do mérito caso não haja representante do autor da ação na audiência. Foi exatamente o que aconteceu. O MPPE ficou de mãos atadas. Agora, tudo voltou à estaca zero. Vamos esperar o que vai acontecer daqui pra frente. Se ocorrem novos casos de violência, nosso papel no MPPE será provocar a Justiça e entrar com uma nova ação”, explicou o promotor José Bispo.
O cadastramento e a versão da FPF
O presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho, argumenta que a entidade decidiu encerrar o processo depois de analisar a constitucionalidade do cadastramento imposto às organizadas – medida que era tratada como uma solução prática para tentar coibir a ação dos vândalos infiltrados nas torcidas.
“Depois de algumas reuniões com representantes da Justiça, entendemos que seria inconstitucional tentar impor o cadastramento. As organizadas são entidades privadas e só elas podem exigir o cadastramento de seus membros. É algo que foge da alçada da Federação. Foi um exagero de nossa parte achar que seria possível obrigá-las a acatar tal medida. Por isso voltamos atrás. Seria algo frágil judicialmente. Cairia mais à frente”, explicou Carvalho.
De acordo com o presidente da FPF, ainda que a entidade não tivesse mudado de opinião, seria impossível assumir o ônus do cadastramento, pois, segundo ele, a verba federal requerida para a implantação do projeto não foi liberada, mais um ponto que gerou o enfraquecimento da causa. Extinção do processo à parte, Carvalho lembrou: há mais de dois anos, corre na Justiça uma ação do MPPE que pede a extinção das organizadas.
Por: Lucas Fitipaldi/Globo Esporte
Foto: NauticoNET
AMIGOS, É IMPORTANTE QUE CADA UM DÊ SUA OPINIÃO AFINAL ISSA É FORMA MAIS DEMOCRÁTICA, TODOS NÓS ALVIRRUBRO QUEREMOS O MELHOR PARA O NOSSO CLUBE. ACHO QUE CERTOS TREINADORES NÃO TEM EXPERIÊNCIA PARA UMA MARATONA DE SERIE A. MAIS TODOS TEM QUE CONCORDAR QUE SEM BONS JOGADORES NÃO CHEGAREMOS A LUGAR NENHUM. QUE VENHA UM TECNICO QUE CONSIGA FORMAR UM TIME COMPETITIVO E QUE NOS TIRE DESSA SITUAÇÃO.
Tá vendo como é dificil satisfazer a todos…mais espero que o que vier satisfaça a maioria.
PELO AMOR DE DEUS ZE TEODORO NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO. TREINADOR DE SERIE BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
QUEREMOS ZÉ TEODORO; QUEREMOS ZÉ TEODORO;
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ESSE MINISTÉRIO PÚBLICO É DEMAIS. PAGA MAIS DE 80 MIL AOS PROMOTORES DE VALE ALIMENTAÇÃO E ESQUECE AS TORCIDAS. ATENÇÃO TORCIDAS ORGANIZADAS É PARA FUMAR MACONHA E ESCULHAMBAR NOS JOGOS MESMO , O MPPE DEIXA…
Resumindo os caras nem entrar no google sabem…
Se colocarem pc gusmao nautico, aparece isso:
http://futpedia.globo.com/campeonato/campeonato-brasileiro/2007/06/28/sport-4-x-1-nautico
OLHA AÍ, O MOACIR, DA COISA, ESTÁ LIVRE. É UM BOM LATERAL DIREITO QUE ANDA TANTO EM FALTA.