Por Felipe Amorim
Do Jornal do Commercio
Assumir um clube moralmente já rebaixado mesmo com muitas rodadas a serem jogadas é mais do que podemos chamar de desafio. Pode até ser um suicídio, principalmente para quem está começando a construir sua imagem de treinador e por ter passado, ainda este ano, nos rivais Santa Cruz e Sport. Tudo bem que o contrato de Marcelo Martelotte com o Náutico é de apenas quatro meses e, na prática, ele não chega com a missão de livrar a equipe da queda cada vez mais iminente. O planejamento mira 2014. Mas se ele não conseguir estancar pelo menos a sequência de insucessos, prever uma continuidade no próximo ano pode ser difícil.
Apresentado oficialmente no último domingo, quando Levi Gomes passou o bastão após o 0×0 contra o Flamengo, Martelotte não terá muito tempo para corrigir os problemas do Náutico. E há muito o que fazer (ver arte ao lado). O primeiro deles e o que mais incomoda, claro, é fazer a equipe vencer. Já são 15 partidas seguidas sem ganhar. Igualou o seu pior jejum na história de todos os Brasileiros (em 2009, quando foi rebaixado, também ficou 15 jogos na “seca”).
Amanhã, se não ganhar do Santos, em jogo atrasado da 11ª rodada, às 21h, na Vila Belmiro, o Náutico baterá mais um recorde negativo. A conta, claro, não cairá no bolso de Martelotte, que chegou pensando além de 2013, como ele próprio afirmou no domingo. “Meu contrato é até o fim do ano, quando acontecerá o processo eleitoral. Agora isso não elimina pensar em 2014, poder avaliar e analisar esse grupo que pode ser aproveitado em boa parte para as competições que o Náutico for disputar no próximo ano”, disse.
Agora não basta vencer. Martelotte precisa dar um padrão de jogo a um time sem cara, melhorar o ataque, ajeitar a defesa etc. O reflexo é mostrado dentro de campo. Diante do Flamengo, foram apenas quatro finalizações certas – sendo somente uma em todo o segundo tempo. Não é à toa que tem o pior ataque. Se olharmos para o segundo pior, o Corinthians e seus 20 gols, o desespero só aumenta.
A conta para o Náutico escapar do rebaixamento é bem simples. Difícil é fazê-la. O Timbu precisa de 12 vitórias nos 16 jogos restantes. “São esses desafios que me movem”, afirmou o treinador.
É bom lembrar que quando desembarcou no Santa Cruz, Martelotte chegou com um pouco de desconfiança, mas levou o time ao tricampeonato pernambucano. No Sport, apesar da controversa demissão, deixou a equipe na fase internacional da Sul-Americana. Agora no Náutico, mesmo com os números jogando contra, ele tem mais uma chance de provar o contrário e continuar agregando feitos positivos para a sua imagem de treinador.
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Com a vontade destes peladeiros ele está é lascado. O Náutico é o único clube do mundo numa série A que dá oportunidades (leia-se dezenas de partidas) para qualquer um jogador rodado em alguns times pequenos aprender a jogar bola (e o pior é que não aprendem) menos aos garotos da base.
Estamos lascado pro ano que vem mesmo…já era pra começar o planejamento do ano que vem agora…mas pelo visto vai ser tudo denovo…DEMORA EM CIMA DE DEMORA E QUANDO FOR OLHAR JÁ TEREMOS PERDIDO O ESTADUAL E NÃO TEREMOS TIME PRA SÉRIE B…Já vi esse filme…
Se Martelotte trouxer uma vacina contra “dor de quadril” já está ajudando bastante.
DIFICULDADES????????????????
PEGOU A BOMBA CHIANDO PORQUE QUIS !
Se mostrar algo preste,merece ser o técnico pro próximo ano.
Jurídico do Náutico Distorce a Verdade Sobre Contrato de Maikon Leite, em Resposta a Roberto Vieira
No último final de semana publicamos que se o Náutico não quitar o terceiro mês de salário atrasado com o jogador Maikon Leite terá que indenizar o Palmeiras em R$ 106 milhões de reais, multa prevista em contrato.
A matéria foi republicada no Blog do Roberto Vieira, em Pernambuco.
A repercussão foi grande e o jurídico do Náutico, através de um tal Sergio Galvão, desmentiu a informação, dizendo que a multa inexiste, e que para romper o vínculo com o atleta bastaria pagar algo próximo de R$ 100 mil, correspondente à parte paga pelo clube do salário do jogador.
Uma distorção absoluta da verdade.
O contrato de empréstimo de Maikon Leite com o Náutico vence em maio de 2014, portanto, se fosse rompido, com os salários em dia, o atleta teria direito a receber algo em torno de R$ 1 milhão.
Mas, na hipótese do terceiro mês de salário atrasado, como foi contado em nossa matéria, não ser quitado, o Timbu teria que indenizar o Palmeiras, que também perderia o jogador, e o valor da multa é de R$ 106 milhões.
A “malandragem” do tal representante do “jurídico” do Náutico na resposta a Roberto Vieira demonstra bem o nível dos dirigentes que estão hoje no poder do clube, e, não por acaso, rumo à segunda divisão em 2014.
Até porque, em sendo verdadeiras a afirmação dos R$ 100 mil de multa, seria bem mais fácil pagar e dispensar o atleta, que já tentaram devolver ao Palmeiras, anteriormente, do que mantê-lo no elenco atual, tendo que arcar com os vencimentos que ainda estão por vir.
Ou seja, até para contar mentiras há de se ter alguma competência, o que, evidentemente, não é o caso dessa gente.
Fonte: Blog do Paulinho
Postado por Cleuber Carlos do Nascimento às 00:30 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Quero ver se ele tem coragem de barrar Rogério e Derley, duas desgraças, que devem ter padrinhos fortes dentro dessa famigerada diretoria.
Vamos apoiar o NÁUTICO sempre esperar que entre um ADMINISTRADOR e não um bando de VAIDOSOS,confio só no Lúcio Surubin se fizer o que ele SUGERE chegaremos ao ponto de equilibrio e cresceremos em todos os aspectos.Boa sorte Lúcio!!!!!!!!!!
Se montar alguma coisa que preste para a temporada 2014 já terá feito um bom trabalho. Ao menos uma base decente e que transmita mais confiança do que aquela bosta do início do ano, incompetente e vacilona. Sorte e sucesso ao corajoso Martelotte. Uma coisa eu faço questão de frisar: se a torcida de bundões não der sua resposta execrando esses bandidos com colegiado e o presidente pilantra, certamente merece total desprezo e a obrigação de passar a torcer pra coisa podre do mangue fedorento. Vôte!!!