Meu caro Roberto, seu texto cobra de mim, um dos Conselheiros que aprovaram a ida para a Arena, algumas observações. Ei-las.
a) realmente, como lhe “confessei”, em conversa pessoal, o Conselho Deliberativo do Náutico que aprovou a nossa ida para a Arena, contra apenas dois votos, não teve acesso ao teor integral do contrato sob a alegação de uma tal “cláusula de confidenciabilidade”;
b) no entanto, os “pontos fundamentais da contratação” foram apresentados e submetidos ao plenário do CD por uma comissão – de cuja idoneidade não tínhamos porque duvidar -especialmente designada pelo Conselho para representar o clube nas negociações;
c) dentre esses “pontos” estavam, por exemplo, os critérios da participação do Náutico na receita decorrente da arrecadação dos seus jogos anunciados então como calculados sobre a renda BRUTA dos jogos, enfatizando-se que não teríamos qualquer responsabilidade sobre as despesas com a manutenção do estádio, nem com aquelas decorrentes do funcionamento da Arena nos dias de jogos;
d) recentemente, por provocação do então conselheiro Newton Moraes, tomamos conhecimento de que, ao contrário do anunciado, a participação assegurada ao Náutico incidia apenas sobre a renda LÍQUIDA, deduzidas todas as despesas…
e) com o silêncio cúmplice e conveniente da administração do Náutico, plantou-se a ideia da “Arena Timbu” quando aquele espaço não nos pertence, dele sendo nosso clube apenas mero usuário, nem mesmo sendo detentor de exclusividade desse uso;
f) nessa condição de mero usuário, a única garantia contratual que temos (?) é a de que nenhum outro clube, em futuras e eventuais negociações, desfrutará de condições contratuais superiores às estabelecidas conosco;
g) as questões de acesso relacionadas com o transporte, embora do interesse do Consórcio, não dependem diretamente da administração da Arena; são geridas pelo governo do Estado através das administrações do Metrorec e da EMTU (?);
h) o injustificável favorecimento concedido aos torcedores do Sport no jogo de ontem, no que concerne ao funcionamento do Metro para além das 23 horas, e do acesso dos ônibus ás proximidades do estádio, somente encontra explicação no esforço do governo – e do Consórcio – para seduzir o clube da Ilha a aderir ao uso da Arena; a discriminação com nosso clube ficou muito evidente e deveria ser motivo de enérgico protesto de toda comunidade alvirrubra;
i) talvez seduzida pela verba mensal que nos foi antecipada durante a temporada passada, e que ajudou muito o clube na manutenção do seu elenco, parece-me que a comissão se conduziu de forma muito tímida na negociação com o Consórcio, não explorando devidamente a especialíssima condição de representar o Náutico, então, a única opção de utilização da Arena; de resto, continuamos a nos comportar, perante o Consórcio, com uma posição muito subalterna, muito passiva, sem pugnar pelos nossos interesses;
j) quanto aos “sinais de alvirrubridade” na Arena, eles se restringiriam – segundo entendi – a um sistema de “efeitos especiais de luzes coloridas” – ainda não implantado – na parte externa do estádio, a funcionar nos dias de jogos do Náutico, passíveis de mudança ( para outras cores, inclusive rubro-negras ) quando da utilização do espaço por outros clubes. Ou seja, não somos – repita-se – “donos da Arena”, nem mesmo seus exclusivos usuários.
Finalizando, devo dizer que, ainda assim, mesmo admitindo que poderíamos ter obtido melhores condições contratuais, aprovaria novamente nossa ida para a Arena, por vincular essa decisão a uma outra – esta, sim, essencial para o futuro do nosso clube – a disponibilização da valorizada área onde se situa o agora desativado estádio dos Aflitos para uma exploração comercial capaz de assegurar ao clube um rendimento mensal significativo e perene, sem alienação patrimonial, em negociação conduzida com a indispensável competência, seriedade, transparência, na qual sejam consultados os reais interesses do nosso clube. Por isso – e só com essa visão de futuro – concordei com nossa ida á Arena. E, por enquanto, não me arrependi.
Por EDGAR MATTOS, MdM/Blog do Roberto
Fizeram o Náutico e a torcida de bestas.
Com esta conversar de Arena Timbu.
O Náutico não manda em nada…
Em 2014 será arena Sport.
E nós torcedores do Náutico iremos só ouvir gracinhas dele… se preparem.
Até agora, só vejo esta briga de todos em relação a ARENA.
Mas, em nenhum momento vi qual foi o lucro do Náutico ter ido para lá.
Cadê o dinheiro que ganhou?
Cadê a exclusividade (Não é arena Timbu), porque o Sport esta jogando lá?
Os Caras já estão de olho em 2014, se a coisa subir.
O Náutico leva uma patada e volta para os aflitos envergonhado e de cabeça baixa, ouvindo gracinhas…
APAREÇA E DE SUA CARA PARA BATER,PAULO VANDE
CA,POIS TU ES O MAIOR CULPÁDO DE TODO ESSE VEXAME,E QUERO SABER QUANTO EMBOLSASTE PARA
LEVAR O NAUTICO A RUINA E AO MAIOR VEXAME DE
TODA A SUA HISTORIA.
SAIA DO CLUBE PRESIDENTE SALAFRARIO,DERROTADO
E ARROGANTE,PREPOTENTE,EMBUSTEIRO DE UMA FIGA
O PROBLEMA É QUE TEMOS A ARENA, TEMOS O TOURO E NÃO TEMOS O TOUREIROO PARA DAR ESPETÁCULO. VEJAM BEM, O TOURO SÃO OS DEMAIS TIMES, O TOUREIRO DEVERIA SER O TIMBU, PORÉM, COLOCAMOS UM MANEQUIM PARADO QUE FICOU LEVANDO SOPAPOS ATÉ SE DESMANTELAR.
RESULTADO “B” “C” E PQP…..
O POVO DO SUL, SUDESETE E CENTRO OESTE, ADORAM METER O PAU NO NORDESTE, NOS NORDESTINOS, E A CULPA NÃO É DELES, É NOSSA, QUE SEMPRE ACEITA O PAPEL DE COITADINHOS, DE ESMOLEUS, ENFIM, DE TUDO DE RUIM, QUE APRESENTAMOS. ATÉ NA HORA DE TER PADRÃO DE PRIMEIRO MUNDO, FAZEMOS MERDA, UMA APÓS OUTRA. ISSO É VERGONHOSO.