TRINTA E QUATRO – 9. PRIMEIRA GOLEADA

O Íris vinha valente e sonhador.

Enfiara 4×0 no Torre.

O Náutico havia vencido o Encruzilhada, na marra.

Com ainda dois minutos a serem jogados.

O técnico Joaquim Loureiro tascou Guimarães na defensiva.

Guimarães que não titubeou.

Victor continuava no arco sob olhares do Epaminondas.

Arthur Carvalheira ficou de fora.

E a ausência de Arthur provocava dúvidas sobre o ataque Timbu.

Dúvidas que desapareceram com sete minutos de jogo.

Fernando abrindo o placar.

João Manuel aumentando.

O Náutico meteu 7×3 no Íris com a fidalguia necessária pra se candidatar ao título.

Mas sete era conta de mentiroso, né?

Por: Roberto Vieira

3 respostas a TRINTA E QUATRO – 9. PRIMEIRA GOLEADA

  1. wellington benevides de carvalho disse:

    já se foi ao tempo do amor a camisa tem jogador da base que já é fatiado feito bolo tem uns cinco donos e cada um puxando a sardinha para o seu lado ai o jogador é forçado geralmente a passar por uns tres clubes por ano não criando vinculo da camisa com nenhum time só se liga em ganhar dinneiro e mas nada….

    • Ricardo disse:

      O grande problema que o futebol brasileiro passa a anos é justamente a participação corrupta dos empresários deste meio que ganham muita grana às custas dos inocentes principiantes, principalmente os do norte nordeste do Brasil, que são seres humanos sem nenhum esclarecimento intelectual.
      São influenciados pela grana que a eles prometem e com isso fazem papel de traidores contro os clubes que o revelaram e deram tudo na sua formação de atleta, muito embora essa condição no Náutico ainda seja embrionária.
      Vejam o que Jorge Henrique fez com o Náutico naquela época.
      Esse é só um exemplo do que acontece todos os dias com o principiantes dos clubes do norte nordeste desse Brasil desigual.
      No sul e sudeste as coisa são bem diferentes.
      Muito embora exista participação de empresários do ramo, as coisas são feita de forma mais profissional como foi o caso recente do Neymar e que mesmo assim a desconfianças de falcatruas até hoje não esclarecidas a torcida do Santos.
      Bons tempos era o anos 50, 60 e 70 do futebol brasileiro. Hoje é só corrupção.

  2. Ricardo disse:

    Tem gente que reclama que vivemos só do passado e dessas histórias publicadas nesse espaço desta site.
    Mais acho sim importante cativarmos as boas épocas que nosso clube viveu nos tempos áureos de sua história.
    Mesmo por que muitos jovens não conhecem nossas histórias do passado que foram sem dúvida alguma muito boas.
    Mais lembro sempre que viver só do passado não adianta da forma como nossos dirigentes pregaram ao longo dos últimos 45 anos, que viver do hexa foi o bastante.
    Os fatos mostram o contrário, que esse hexa foi nada mais nada menos que um atraso de vida para nossas cores, muito embora eu me orgulhe dele, pois vi ao vivo e a cores.
    Mais valeu mais uma vez Dr. Roberto Vieira.
    Abraço

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