Jorge Mendonça foi destaque do título alvirrubro de 1974, o último nos Aflitos
Ex-meia-atacante é o primeiro homenageado na série de reportagens sobre destaques alvirrubros com passagens na Seleção
Oito gols em uma só partida, 24 em um único campeonato pernambucano e 411 na carreira. Exímio cobrador de faltas. Craque, a ponto de deixar Zico no banco de reservas. Não faltam cartões de visita a Jorge Mendonça, ex-meia-atacante que teria completado 60 anos no último dia 6 de junho. Por tudo isso, é com ele que abrimos a série de reportagens sobre destaques do Náutico que passaram, também, pela Seleção Brasileira. A cada dia de jogo da Canarinha na Copa do Mundo, a história de um desses ex-atletas do Timbu será revisitada no site oficial do clube (www.nautico-pe.com.br).
Nascido em Silva Jardim, no Rio de Janeiro, em 1954, Jorge Mendonça profissionalizou-se no Bangu, em 1972. Já no ano seguinte, veio para os Aflitos, onde fez história ao lado de Neneca, Beliato, Sidcley, Juca Show, Vasconcelos, Paraguaio, Lima, entre outros. Com a camisa 8 alvirrubra e o cabelo no melhor estilo “black power”, ele chamou a atenção pela habilidade com a bola nos pés e pela maestria nas cobranças de falta. Chegou a marcar todos os gols da vitória por 8 a 0 sobre o Santo Amaro e participou da final do Pernambucano de 1974, quando o Timbu derrotou o Santa Cruz, por 1 a 0, e garantiu, pela primeira vez, a exclusividade do Hexa. Naquele ano, aliás, Jorge Mendonça sagrou-se também artilheiro estadual, com 24 gols.
O brilho nos gramados pernambucanos atraiu os olhares dos dirigentes do Palmeiras, que contrataram Jorge Mendonça em 1976. Novamente, o ex-meia-atacante foi destaque, marcando 102 gols em 217 partidas. Entre eles, o que rendeu ao time alviverde o título paulista daquele ano.
Em 1978, Jorge Mendonça chegou à Seleção. Depois de participar de alguns amistosos, foi convocado para a Copa do Mundo, que viria a ser realizada na Argentina. A fase do ex-jogador era tão boa que, durante a competição, ele ganhou a vaga de titular, deixando Zico no banco de reservas. Nas suas 11 apresentações com a camisa amarela, o ex-alvirrubro não sentiu o sabor da derrota: foram sete vitórias e quatro empates, além de dois gols marcados.
Apesar da invencibilidade no Mundial, o Brasil ficou com o bronze e a Argentina levantou a taça, em grande parte graças à polêmica vitória por 6 a 0 diante do Peru. Após a competição, Jorge Mendonça voltou ao Palmeiras para terminar o ano com o vice-campeonato nacional. Em 1980, transferiu-se para o Guarani, onde se tornou o segundo maior artilheiro em uma edição do Campeonato Paulista, com 38 gols, em 1981 (o primeiro lugar é de Pelé, com 58 tentos, em 1958). De 1983 a 1985, defendeu o rival campinense, a Ponte Preta, onde também se tornou ídolo. A aposentadoria veio em 1990, com a camisa do Paulista de Jundiaí. Em fevereiro de 2006, o ex-craque faleceu, vítima de problemas cardíacos.
EU VI…
Confira a seguir os depoimentos de três torcedores alvirrubros que viram e vibraram com as apresentações de Jorge Mendonça pelo Timbu:
“Ele era o melhor daquele time, no sentido de mais técnico e habilidoso. Segundo lembro, fazia uma grande dupla com Vasconcelos, que era mais veloz e tinha mais raça. Acho que, mesmo assim, havia uma certa rivalidade. A torcida era dividida, em relação a qual era melhor” – Ivan Barbosa, 48 anos, advogado
“Apesar de muito novo na época, eu só queria usar a 8. A gente tinha uma certeza: falta perto da área era gol certo com Jorge Mendonça. Foi meu primeiro ídolo com a camisa do Náutico. Lembro-me como se fosse hoje que meu saudoso pai tinha duas cadeiras cativas nos Aflitos e duas no Arruda. Ele fazia sorteio para ver qual dos quatro filhos ia com ele para os jogos” – João Maciel, 47 anos, comerciante
“Gostava muito dele. Era muito clássico e se entregava ao clube. Para mim, foi um dos melhores jogadores que vi atuar pelo Náutico, um craque de bola” – Ricardo Andrade Lima, 55 anos, aposentado
“Vi esse time em campo em 1974. Foi a primeira e única vez que vi o Náutico ganhar um título dentro dos Aflitos.
Inclusive, sou alvirrubro por causa de Jorge Mendonça. Lembro que fui para aquela final contra o Santa Cruz, levado pelos meus tios. Detalhe: todos eles eram tricolores e esperavam que o Santa Cruz fosse Hexa e que eu passasse a torcer pelo Santa Cruz. Mas Jorge Mendonça “disse”: “Não! Você tem que torcer para o Náutico!” – Clodomiro Santana Filho, 47 anos, servidor público
Para quem quiser ver um pouco do que o ex-meia-atacante sabia fazer com a bola, sugerimos os primeiros 50 segundos do vídeo a seguir, que mostram dois gols de Jorge Mendonça com a camisa alvirrubra.
Tiago Cisneiros/Imprensa Náutico
Surubim esta fora….kila volta ao nautico!!!
NÃO DEVEMOS ESQUECER O PASSADO, MAS TEMOS QUE FAZER UM TIME VENCEDOR E CAMPEÃO, FAZ TEMPO.
O Santa Cruz mandou, não ! Cansei de ver aqui, a torcida pedindo para contratar o William Alves, quando na verdade, o bom do Santa, era o Pedra.
lucio surubim foi demitido.
Já vai tarde. Só falta Willian Alves que já entregou dezenas de partidas e por causa de dois golzinhos bestas continua não somente sendo relacionado mas escalado e de titular o que uma vergonha para a nação alvirrubra que é quase unanime pedindo a saída desse pereba que o Santa Cruz mandou para afundar o Náutico. O único dos pernas de pau da campanha ridícula do ano passado que permanece.
Sem dúvidas um dos maiores esquadrões já montado em nossas hostes. E ainda era comandado pelo grande Orlando Fantoni, o Titio Fantoni, que foi um dos melhores treinadores do país em sua época. Acho importante relembramos do passado sim, pois o nosso presente é uma verdadeira lástima e nunca mais conseguiremos montar uma equipe tão talentosa e equilibrada, mesmo porque hoje só tem pereba enganador em todo o país. Quem viu, viu…
Juca Show e Vasconcelos eram os melhores do time, que só tinha craques.
Até quando só vai se falar de passado?
Falar do passado é muito importante desde que não deixem o presente e o futuro de lado. Qualquer instituição que não preserve o seu passado e as suas memórias que não terá futuro.
Você foi muito preciso no seu comentário , mas o que eu acho errado é de 4 em 4 meses no mínimo tem uma matéria sobre o hexa . Mais por falta de conquistas atuais do que para realmente homenagear .
NAO FAÇO COMENTARIO DO PASSADO EU SO QUERO VIVER O PRESENTE E O FUTURO.
NAO SOMOS MUSEL.
ENCEROU TCHAU
MUSEL???? O QUE É ISSO?
Tinha que vir de uma toupeira que não sabe nem escrever. VADE RETRO, analfa!
Musel???Encerou???
Bom mesmo foi Juca Show, esse foi craque, quem lembra.
O PASSADO É HISTÓRIA, É MEMÓRIA DE FEITOS DO CLUBE QUE NÃO DEVEM SER ESQUECIDOS E NEM PODEM SER APAGADOS. QUIÇÁ OS DIRIGENTES DE HOJE SE ESPELHASSEM NAQUELES DAQUELES TEMPOS, QUE AMAVAM O CLUBE E DAVAM TUDO DE SI POR ELE. OS ATLETAS SE MATAVAM EM CAMPO; COMIAM GRAMA, COSPIAM FOGO… E NÃO GANHAVAM OS SALÁRIOS DE HOJE EM DIA… HAVIA UM ESPÍRITO AMADORÍSTICO NELES… VELHOS TEMPOS, BELOS DIAS… SE O EUCLIDES NÃO SABE: RECORDAR É VIVER. AGORA, A MEMÓRIA DOS ÚLTIMOS ANOS É A PIOR POSSÍVEL, MAS FICARÁ NA HISTÓRIA, DOA EM QUEM DOER… VERGONHA DE SER ALVIRRUBRO, ATUALMENTE…
E POR CAUSA DISSO QUE ESSE CLUBE VAI SER SEMPRE PEQUENO.
VAI CONTINUAR SEMPRE VIVENDO DO PASSADO.
BEIJO IMBECIL.
É POR CONTA DE PESSOAS COMO VOCE QUE O NOSSO PAÍS NÃO TEM MEMÓRIA… DEVE SER RUBRONECA PARA FICAR TÃO INCOMODADA COM O NOSSO HEXA VERDADEIRO: SEIS ANOS SEGUIDOS… NÃO É PRÁ TODO MUNDO NÃO MEU CHAPA… KKKK….
Ou Euclides deixa de ser imbecil..ninguem está vivendo do passado, acho que é uma justa homenagem há um grande craque que vi passar pelo náutico,se vc não o conheceu é problema teu.
NOS TORCEDOR QUE SABER SI JORGE MENDOÇA COLOCOU ZICO NO BANCO.
NOS QUEREMOS VIVER O PRESENTE.
VAMOS PROCURAR CRECER E GANHAR TITULOS E NAO VIVER DO PASSADO. O NAUTICO INVEIS DE PROGRIDIR SO FAZ REGRIDIR.
SUGIRO APRENDER A ESCREVER ANTES DE POSTAR ESSAS ASNEIRAS.
Realmente “OCRIDE”, vc é uma regressão! Rsrsrsrs
MEU DEUS SO VIVE DO PASSADO EU NAO AQUENTO MAIS.
ATE QUANDO NOS VAMOS TER QUE AQUENTA ISSO.