CORINGA

Nas variações táticas usadas pelo técnico Sidney Moraes, o meia Vinícius é a peça que mais muda de lugar. Ora, joga como atacante. Ora, é mais recuado e atua como meia. O sistema tático varia entre o 4-4-2 e o 4-3-3. A função acaba mudando, mas, apesar de tentar minimizar, o atleta escolheu sua preferência.

- Olha, eu sou um jogador que atua mais no meio. É a maneira que eu estava atuando antes de chegar ao Náutico. Mas em qualquer posição eu posso ajudar. Jogo bem nas duas funções.

No 4-4-2, Vinícius é o meia em um setor que tem três volantes (Gilmak, Elicarlos e Paulinho, este último mais avançado). Seu papel é chegar mais à frente, auxiliando os atacantes e chegando a atuar como um deles em uma das pontas do campo. Quando o sistema vira o 4-3-3, com a entrada do atacante Marinho no lugar de Paulinho, Vinícius é recuado. Passa a armar mais.

Justamente pelo poder ofensivo que Sidney Moraes tenta implantar na equipe, Vinícius se mostra bastante otimista. O poder de fogo da equipe aumenta e, para ele, os adversários tendem a entrar mais receosos.

- Quem vir jogar contra o Náutico tem que ficar preocupado com o nosso ataque. A linha de quatro defensiva que temos nos deixa muito à vontade para poder jogarmos mais soltos.

Por: Daniel Gomes/Globo Esporte
Foto: Aldo Carneiro

Uma resposta a CORINGA

  1. Nildo Gomes disse:

    O Náutico precisa parar de insistir em acreditar em jogadores meia boca ou jogador lixo.

    Foi meia boca? FORA! Foi lixo FORA!

    Vinicius é um dos meia boca do elenco e Willian Alves é lixo.

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