Pra matar saudade.
1968. Dia do Trabalhador.
Portões abertos na Ilha.
O Esporte se considera favorito.
Estranho.
O Náutico chega desacreditado.
Penta.
O Náutico alinha João Adolfo; Gena, Limeira, Fraga e Toinho; Jardel e Ivan; Ramos (Rafael), Rato, Nino e Lala(Didica).
Ramos chegou, treinou e jogou.
A primeira vez que Ramos e Rato encontram o Esporte.
O Esporte alinha Délcio; Baixa, Bibiu, Nilton e Altair; Valter e Cesar; Renê, Bite, Duda e Zezinho.
Arbitragem do Sr. Sebastião Rufino.
O Esporte veio pra cima.
A defesa do Náutico jogou pro gasto, anulando qualquer chance rubro negra.
E ainda no primeiro tempo, Rato mandou um foguete com efeito para a meta de Délcio (FOTO).
Délcio que nem viu a cor da bola.
1×0.
Simples.
Pragmático.
Um tédio.
O jogo só teve alguma emoção quando expulsaram Jardel.
O Náutico ficou reduzido a dez jogadores no segundo tempo.
Mas taça naquele tempo só conhecia um endereço:
Clube Náutico Capibaribe.
E além do mais, campeonato tinha clássico.
Não bastava ganhar de Íbis e Salgueiro.
vou torçe pro sport toma no cu, time safado de urubu, sua
diretoria de marginal e a tocida so tem lalau,
bis:
vou torçe pro sport toma no cu, time safado de urubu, sua
diretoria de marginal e a tocida so tem lalau.
avante timbu. se essa musica pega