Caçula do elenco do Náutico, com apenas 18 anos, o atacante Jefferson Nem estreou como profissional no clássico contra o Sport do último domingo. “A responsabilidade é minha. Vai lá a joga a sua bola”, ouviu do Moacir Júnior. Pisou no gramado aos 32 do segundo tempo. Aos 34, quase empatou o jogo. O chute de fora da área exigiu grande defesa de Magrão.
Pernambucano do bairro de Peixinhos, em Olinda, o jogador chegou ao Timbu levado por um empresário em 2012. A ascensão foi rápida. Pouco meses depois, foi convocado para a seleção brasileira sub-17.
- Para falar a verdade, estou tranquilo. Venho fazendo o meu trabalho e estou bem nos treinos. Foi uma estreia em que tentei fazer o meu melhor para poder colher mais oportunidades – disse.
Jefferson Nem já tinha feito um teste no Mogi Mirim-SP, mas foi reprovado. Em 2011, vestiu a camisa do Salgueiro e foi o destaque da Copa Carpina. Logo depois, seguiu para o Náutico – já no início de 2012. O observador técnico da CBF, Bruno Costa, assistiu a uma de suas atuações e o convocou para defender a Seleção Brasileira sub-17 na Copa 2 de julho, em Salvador, menos de seis meses depois de sua chegada ao Náutico.
Na base alvirrubra conquistou dois títulos pernambucanos da categoria Sub-20 (em 2012 e 2013) e vivenciou o ápice na disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, este ano. O Náutico não passou da primeira fase, mas Jefferson foi bem avaliado pela comissão técnica.
- Eu pedi paciência com ele depois do jogo do último domingo. É um jovem de muito potencial, e só entrou em campo porque tem qualidade. Eu disse a ele no clássico: eu fui o responsável por colocar você e a responsabilidade é toda minha. Vai lá e joga teu futebol.
Fora de campo, a missão de Moacir Júnior é fazer com que Jefferson Nem se solte mais. Tido como introvertido, ele ainda é acuado com os companheiros.
- Confio muito no futuro dele, mas já vi muitos jogadores jovens se perderem no caminho. Mas ele é muito bom, cabeça muito boa e é focado. Fora de campo, é introvertido. Mas dentro de campo é muito solto. Pensa primeiro em driblar para depois soltar a bola. Foi assim que o futebol brasileiro se caracterizou, acho isso ótimo para o futebol. Quem sabe, a gente consiga dar liberdade para que não só ele, mas outros façam isso. É preciso ter muita calma, mas eu queria ser uma pessoa que ajudou a lançar o Nem. E não o treinador que queimou ele.
Por: Daniel Gomes/Globo Esporte
Foto: Aldo Carneiro
Já começaram a dizer besteira sobre o atleta. Lembrem-se de Marcos Vinicius. Daqui a pouco o cara vai se achar um craque e tome mé
E O SALARIO DO GAROTO? QUEM É BOM TEM QUE SER VALORIZADO
BOTA PRA JOGAR SE PRESTAR FICA
TEM ISSO NÃO
QUANTO A NEYMALA É 1 MENTIRA DE JOGADOR UM BOM JOGADOR SÓ ISSO
JOGAR NO BARÇA ATÉ TADEU JOGA
Amigos quando o cara é bom, diferenciado, Não tem essa de se queimar; pelo contrário, o atleta diferenciado que vê seu futuro sendo protelado pelos grandes “professores” acaba se desmotivando e, muitas vezes, desiste do futebol…Veja o caso de Neymar sempre foi craque e quando apareceu a oportunidade VINGOU já o caso de Marcos Vinícius… Reumindo: Tem que ter bola, personalidade e saúde. Jogador de 21, até 23 anos que ainda não se firmou no profissional do clube formador, vai ser sempre um jogador mediano ou, na maioria das vezes, mais um perna-de-pau!
Dá estrutura ao garoto esse é bom de bola sim tem jeito de jogador e bota o cara pra jogar poraaaaaaaaaaaa
É UMA JOIA QUE TEM QUE SER BEM LAPIDADA, CREIO QUE AINDA É CEDO PARA ELE JÁ ENTRAR DE FRENTE CONTRA O SERRA TALHADA, ELE TEM QUE ENTRAR AOS POUCOS, NO DECORRER DOS JOGOS E COM UM TEMPO SERÁ TITULAR, POR QUE QUALIDADE ELE TEM, SÓ É CONTINUAR MOSTRANDO QUE PODE SER TITULAR.
Caro Rafael, essa história de lapidação é conversa mole de técnico e dirigente para colocar no time os seus indicados. Só tem que lapidar atletas das nossas bases? Todo ano vemos importação de um monte de atletas (bases de outros clubes) que são colocados no time tendo todas as oportunidades possíveis, é só fazer um retrospecto. Tem é que dar oportunidade, verdadeiramente, aos nossos atletas – Vai lá cara, tu sabes jogar, faz o que tu sabes, se errar em algum momento chama e corrige (função e obrigação do técnico). Não dão oportunidades e oportunidades aos de fora?
JOSÉ, SE TRATANDO DA NOSSA TORCIDA, SE ELE PERDER UM GOL, ELA ( TORCIDA ) TRATA LOGO DE QUEIMA-LO, EU CONHEÇO ESSA TORCIDA E NÃO É DE HOJE NÃO, ELE ENTRAR LOGO HOJE DE FRENTE VAI SER UM ERRO E AINDA MAIS NA SITUAÇÃO EM QUE O CLUBE SE ENCONTRA E TORCIDA DOIDA PRA QUE O TIME COMECE A GANHAR, ENTÃO, DEIXA O TIME COMEÇAR A VENCER, AI SIM ELE ENTRA COM MAIS TRANQUILIDADE É ASSIM QUE SE FAZ NA MINHA OPINIÃO.
LOGO LOGO ELE SERÁ TITULAR.
Não estou falando que escale fulano ou beltrano, jovem ou velho, quem escala é o técnico e garanto que uma vez definida a escalação e colocado o time em campo vou torcer sempre para o Náutico. Já torci até para uns “Kanus” da vida. Imagine! Minha opinião é que prestigiem, de verdade, os atletas da nossa base. Quantas oportunidade teve Sassa, Leleu, Bruno… e outros só para citar os do elenco de 2014?
OK ENTENDO, MAIS ESSE ANO ESTÁ SE DANDO UMA OPORTUNIDADE A NOSSA BASE, AGORA CABE HÁ ELES A APROVEITAR, SÓ ACHO QUE PRA SER TITULAR NO MOMENTO ELE NÃO ESTÁ PRONTO E TEM QUE ENTRAR AOS POUCOS, COM O TIME GANHANDO DE PREFERENCIA, QUE NEM ACONTECEU HOJE.
AS DIVISÃOES DE BASE É TUDO EM 1 CLUBE DE FUTEBOL
VAMOS APOIAR
MUUUUUUITO MELHOR DO QUE CONTRATAR JOGADORES
FIM DE FEIRA
DEPOIS COLOCA O TIME NA JUSTIÇA
Vi o Nem da uma prensa na coisa, nem deu bolas pra eles; Vi Piaui se sair bem no Maranhão; Temos visto atletas da base entrar e mostrar que podem ser “bem render muito melhor que os pernas de pau que aparece todo ano”; Ví tambem Izaldo ser detonado por um acidente de jogo; Temos visto constantemente o Salgueiro recheado de oriundos da base do Náutico nos dar um trabalhos desgraçado (tá virando tabu); É na base que está o futuro. Futebol é jogo de equipe esses meninos já se conhecem de muito tempo. Na base do pega rua não se vai a lugar nenhum melhor, vai é afundar.
Gostei também do Piaui, acho que o técnico poderia lança-lo de meia avançado.
Colegas,
Muitos falam bem ou mal dos jogadores da base, muitas vezes externando apenas suas emoções de torcedores.
Pessoalmente – e já confesso que conheço muito pouco – acho que temos boa estrutura física, mas péssima organização, ou seja, nos falta equipe e administradores que possam conduzir um trabalho realmente profissional e, portanto, eficaz.
Vejam a notícia abaixo sobre o Atlético/PR:
Atlético-PR investe milhões e adota ‘segredo’ de seleção alemã para valorizar atletas
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GAZETA PRESS
Douglas Coutinho, do Atlético-PR, comemora gol marcado sobre o Flamengo, em Macaé
Douglas Coutinho, do Atlético-PR, comemora gol marcado
Enquanto diversos times aproveitam o início do ano para fazer novas contratações, o Atlético-PR decidiu investir em um outro tipo de reforço. O clube paranaense vai desembolsar milhões nesta temporada usando o processo de coaching (orientação com especialistas de áreas diferentes). A diretoria de Celso Petraglia contratou a empresa que presta o serviço para a seleção alemã para iniciar os trabalhos em Curitiba.
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Torcida do Atlético-PR
Sem pressão pela primeira vitória, Vilhena espera por Atlético-PR mais solto
Em vez de só fazerem o treinamento na parte da tarde, agora os jogadores começam cedo os exercicíos, em tempo integral. O elenco faz essa parte especial de preparação durante as manhãs, que conta com apoio psicológico e fortalecimento físico, com demandas específicas para as posições que os atletas ocupam dentro de campo.
No CT do Caju não existe apenas um treinador de goleiro. Agora há um treinador de zagueiros, um de atacantes e assim por diante.
Uma das principais diferenças entre essa metodologia em relação a um aumento simples na carga horária é que a equipe contratada acompanha bem de perto a vida de cada jogador, traçando metas e fazendo avaliações constantes para detectar a evolução de cada um. Com cobranças também.
Os profissionais cuidam de cada detalhe, como alimentação, sono e outros fatores que fazem parte da rotina de qualquer grupo de futebolistas. E mais do que isso, usam tecnologias diversas para comparar cada um dos atletas com o desempenho de grandes craques que estão na Europa, sendo essa também uma forma de prepará-los para um novo desafio.
Foi essa novidade que ajudou, e muito, a segurar Douglas Coutinho por mais seis meses, pelo menos, no Brasil, além de questões familiares. Convencidos de que o processo de coaching seria fundamental na carreira do garoto, seus agentes também o orientaram a permanecer. O atacante foi negociado pela Doyen Sports no final do ano por cerca de R$ 14 milhões.
O clube, no entanto, não trata o assunto de maneira oficial, por enquanto. A empresa fechou um acordo com o time por um ano, que pode ser prorrogável por mais um, o que tem sido entendido como uma experiência. A ideia da diretoria é de apenas passar a divulgar o programa, praticamente inédito no futebol brasileiro, a partir do momento que conseguir comprovar que há resultados positivos no investimento.