Jogador mais velho do elenco e capitão da equipe, Júlio César ainda não teve o gosto de vencer um clássico com a camisa alvirrubra. Foram dois até o momento, um contra o Santa Cruz (empate em 0 a 0) e outro contra o Sport (derrota por 1 a 0). Nesta quarta-feira, na Arena Pernambuco, às 22h, o goleiro terá o Tricolor mais uma vez pela frente. Enxergando uma evolução na equipe, ele acredita que possa quebrar o jejum de vitórias em clássicos.
- Desde o primeiro, eu já queria ter vencido. Ano passado, até fomos bem, mas não conseguimos fazer o gol. Neste ano, fomos bem e não vencemos. Espero que dê um basta nisso. Chega, né? A gente tem de vencer. Se a gente conseguir levar nossos bons momentos, assim como o jogo contra o Sport e o segundo tempo contra o Central, para dentro de campo, podemos nos sair felizes.
Júlio César conhece Ricardinho, técnico do Santa Cruz. Os dois jogaram juntos no Corinthians, em 2006 e o goleiro reconhece os méritos e a capacidade do hoje treinador – que já mostrava inteligência na época em que atuava – em surpreender os adversários.
- Independente de qualquer situação, como se diz no jargão, clássico é clássico. Eu sei que o Santa Cruz tem muita qualidade. Conheço Ricardinho como jogador, já trabalhei com ele e sei que é bom treinador. Não podemos desmerecer nosso adversário. Eles querem vencer e não querem ficar nessa pressão por muito tempo.
Se Júlio César parece ter o posto de titular inabalável no Náutico, do outro lado ele vê a inconsistência no gol tricolor. Bruno, que é alvo de críticas da torcida tricolor, perdeu a vaga para Fred, que vai jogar pela primeira vez em 2015 justamente contra o Náutico. O hoje reserva tricolor é amigo pessoal de Júlio.
- É muito difícil falar do Bruno porque ele é meu amigo pessoal. Mas eu como goleiro, acho que não tem vantagem nenhuma para nós. Se ele tá jogando em um time grande, é porque tem qualidade. A gente tem de pensar muito na nossa equipe e deixar de lado os problemas do Santa Cruz. Nós já temos os nossos. Sinceramente, eu já entrei em campo em situações parecidas com essa do Fred. Você entra com frio na barriga, mas quando passam uns 10 minutos, isso vai embora. Não vejo como uma grande vantagem para o Náutico (a troca de goleiros).
Por: Daniel Gomes/Globo Esporte
Foto: Aldo Carneiro
Pessoal não estou revoltado,
simplesmente não vejo mais
saida para o Nautico. Ai vem
algum filho da puta falar seja
sócio. Bem falo eu como sócio patrimonial de
nada, com direito a nada, com um time que não
vale nada,com uma corja antiga que não vale
nada,com uma corja nova essa novinha em folha
será? Mais que também não vale nada e uma
torcida de elite que essa que é a pior não vale
bosta mais bosta nenhuma mesmo pacata e
omissa rumo a lugar nenhum se Deus quiser.
o time em evolução e o goleiro regressão ai me fode.