DE OLHO NELES

O discurso dos jogadores do Náutico para o duelo contra o Vitória guarda uma coisa em comum: o cuidado que se deve ter com as bolas paradas do Rubro-negro. Na análise de alguns atletas alvirrubros, trata-se de um ponto forte do adversário deste sábado, na Arena Pernambuco. Porém, apesar de chegarem muito ao gol adversário usando isto como arma, apenas quatro dos 22 gols dos baianos foram de jogadas em que a bola parada aparece.

- Nós temos visto no futebol atual que a bola parada vem decidindo. Quem tem esse poder ofensivo decide os jogos. O Vitória tem mostrado isso. Eles têm dois zagueiros altos e temos de trabalhar em cima disso. Temos de treinar sempre esse fundamento – disse o volante Fillipe Soutto.

Os gols do Vitória saíram das mais variadas jogadas. Porém, as mais utilizadas são as construídas pelas laterais do campo. E quem deve jogar contra o Náutico são Diego Renan, pela direita, e Mansur, pela esquerda. Desta forma, os baianos fizeram sete gols: um contra o Bragantino, dois contra o Atlético-GO (sendo uma jogada que resultou em pênalti), um contra o Mogi Mirim e três contra o CRB.

Outra forma que o Vitória chega ao gol adversário é dando passes em profundidade. A equipe tem um bom passe no meio campo e os números provam isso: dos 22 gols, 15 tiveram algum tipo de assistência. Ou seja, não nasceram de pênaltis, faltas diretas ou jogadas individuais. O meia Escudero, que ainda não sabe se entra em campo contra o Náutico, é um dos principais articuladores e já marcou quatro gols na Série B.

Já de bolas paradas, bem pouco. Foram apenas quatro gols feitos dessa forma: contra o Oeste, dois contra o Criciúma e um contra o Bahia. A principal arma do Rubro-negro é bem conhecida do time alvirrubro: Elton, que foi artilheiro do Campeonato Pernambucano de 2013 marcando 17 gols com a camisa do Náutico, também é o goleador do Vitória na Série B, com cinco gols.

O repertório do jogador é variado: já fez gol de pé esquerdo, de pé direito e de cabeça. Quem também busca o gol é outro ex-alvirrubro: Rhayner, que jogou em 2012 no Náutico e usa a sua velocidade pelos lados da grande área para auxiliar na missão de fazer gols.

- Conhecemos Rhayner, que é um jogador muito intenso e muito perigoso. Mas temos de nos preocupar com todos porque ele não consegue jogar sozinho. Temos de nos preocupar com todos os setores deles e explorar os lados negativos. Sabemos que a bola parada deles é forte. E também vamos ver um pouco mais nos vídeos – disse o meia Rogerinho.

Por: Daniel Gomes/Globo Esporte
Foto: Imprensa Náutico

5 respostas a DE OLHO NELES

  1. MARCIO MACIEL disse:

    FELLIPE SOUTTO…AINDA ESPERAM QUE JOGUE BOLA…O CARA É LERDO, SEM VONTADE E SEM FUTEBOL…MAS COM LISCA TUDO É POSSÍVEL.

  2. HAMILTON disse:

    VAMOS GANHAR SIMCOM CERTEZA PODE SER COM GOL DEBUNDA MAS VAMOS VENCER, E LA NA ARENA ESTAREI COM CERTEZA NÁUTICO 2 X 0 BICHONAS BAIANAS.SAUDAÇÕES ALVIRRUBRAS.

  3. colorau disse:

    porra de arena
    ng vai pra arena do lava jato
    ng lá
    quem for não é alvirrubro
    ng vai ser humilhado lá não
    bando de bestas torcedor do nautico não vai mais pra essa arena

    ARENA VAZIA PESSOAL NG LÁ

  4. Leinad Monte disse:

    Rogerinho não TEM que fazer comentários e nem ver VIDEOS: tem que VER onde esqueceu o futebol dele (se é que já teve algum dia)que até agora não entrou em campo.
    Todos esses pontos altos que o Vitória tem e aplica, faltam ao Náutico.
    Vejamos: falta alguém que cobre faltas e escanteios, falta quem lance em profundidade, quem jogue bem pelas laterais, quem faça gols…e falta uma defesa sólida, que mereça a confiança dos primeiros jogos. Até o Fabiano Eller e o Júlio César têm falhado em lances bisonhos. E decisivos.
    O Náutico não consegue mais vencer por dois gols de diferença; e muito menos segurar um placar positivo por muito tempo. Não sabe administrar o resultado.
    Mesmo assim estamos na ponta da tabela, e precisamos continuar indo à Arena e incentivar até o apito final.

    Saudações Aristocráticas para os verdadeiros alvirrubros.

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