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Náutico volta
à liderança da Série
B. Agora de maneira isolada
Por: José Gomes Neto- Foto:
NauticoNET
Recife, 13 de Setembro
de 2006
De
partida em partida, o Náutico vai conquistando
o seu objetivo: subir para a Série
A, em 2007. A mais recente goleada que o Timbu
aplicou nos Aflitos mostra que o time não
está a fim de depender "da sorte"
para atingir a meta traçada pela diretoria
e comissão técnica alvirrubras,
no início dessa temporada. O esforçado
adversário até que tentou esboçar
uma reação, mas não resistiu
ao futebol sob pressão exercido pelo
Náutico, ao longo dos 90 minutos.
O placar
de 4x1 sobre o Guarani não traduz o
que fora o volume de jogo e as inúmeras
oportunidades de gols criadas pelo time da
Conselheiro Rosa e Silva. Mas a 12ª vitória
ocorreu. Ao seu lado, a reconquista da liderança,
que agora é isolada no Campeonato Brasileiro
da Segunda Divisão 2006: 41 pontos
em 23 jogos. Isso apenas ratifica o bom trabalho
desempenhado pelo técnico Paulo Campos,
desde que chegou aos Aflitos, ainda na sexta
rodada.
Porém,
é preciso um capítulo especial
comentar sobre o grupo de jogadores. O elenco
timbu vem mostrando poder de reação,
comprometimento com os resultados, além
de muita determinação e profissionalismo.
Nas 13 partidas em que comandou o Náutico,
Paulo Campos não pôde repetir
sequer uma vez a escalação,
de um jogo para outro. Mas o time permaneceu
com a pegada de quem tem como meta chegar
entre os melhores. Leia-se, o G4.
A gloriosa
torcida alvirrubra tem feito o seu papel de
maneira determinante. Eletrizante, ela tem
jogado com o time. Ao contrário do
que andaram publicando ou dizendo no ar, nós
temos sim dado o apoio necessário para
que o Náutico ostente a primeira colocação
da competição. É que
alguns mal informados confundem quantidade
com qualidade. É uma questão
de interpretação... Como fazem
alguns árbitros no futebol brasileiro.
Porém,
mais uma vez é preciso lembrar a todos
os torcedores do Clube Náutico Capibaribe
que o próspero sucesso do nosso time
está incomodando a muita gente. E olhe
que não estou me referindo apenas aos
mineiros e paranaenses. O que é natural.
Afinal de contas, é só verificarmos
o que ocorreu com a Seleção
Brasileira durante a Copa do Mundo da Alemanha.
Especialistas do planeta bola a credenciaram
como favorita etc, etc, etc (blá, blá,
blá...). O desfecho dessa história
nós já sabemos.
Pois
bem. Cabe a cada torcedor do Náutico
firmar um pacto de compromisso e se fechar
com o objetivo, que é o retorno do
nosso clube à divisão de elite
do futebol. Não se deixe iludir por
falácias que a partir de agora, mais
do que nunca, vão aparecer com ênfase.
Tabus negativos, pais-de-santo que prevêem
nuvens carregadas nos Aflitos, e outros estigmas
inventados pela maldade de quem não
quer ver o Náutico brilhar na Primeira
Divisão.
De
maneira alguma nós podemos nos dobrar
a esse tipo de baixo astral que vão
querer empurrar goela abaixo nas nossas convicções.
Se até agora não faltaram análises
tendenciosas, para não dizer capciosas,
sob a dissimulação de visões
críticas, daquelas sem a paixão
clubística – que só têm
como objetivo (tentar) desestabilizar o ambiente
favorável que vive o clube, se prepare
porque o pior está por vir. O Náutico
só tem a gente para apoiar e confiar.
Definidos
os papéis e sem não se esquecer
de tirar a máscara de quem quer nos
ver fora do páreo, só temos
a nos dar os braços e seguir firmes
e fortes rumo à Primeira Divisão.
Lembre-se: estamos a sete vitórias
dessa realidade. São apenas SETE letras
mágicas: N-Á-U-T-I-C-O. Será
coincidência!?
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