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Durante
os jogos o torcedor vai poder me conhecer
Por: Bruno Salvador, PernambucoFC - Foto:
NauticoNET
Após a saída
do goleiro Nilson para Portugal, o substituto
dele, Rodolpho, fala sobre a situação
do ex-ídolo alvirrubro e avisa que está
lutando para continuar sendo o titular da camisa
número 1. Em entrevista concedida ao Pernambuco
Futebol Clube ele afirma que o seu único
problema é o ritmo de jogo, afinal, passou
muito tempo sem atuar entre os titulares.
Qual foi a sua sensação,
ao substituir o goleiro Nilson, um dos principais
ídolos do Náutico (após sua
ida à Portugal) ?
Sabemos da qualidade do
Nilson, mas ao mesmo tempo sabemos das nossas
qualidades também. Sei que é difícil
substituir um ídolo da torcida, mas é
como eu tenho dito a cada dia: durante os jogos
o torcedor também vai poder me conhecer
e eu vou dar o máximo.
Como você avalia o seu desempenho nos
últimos dois jogos, contra Vitória
e Paulista?
Eu procurei ajudar a equipe
da melhor forma possível. Tive um bom aproveitamento
nessas duas partidas, já que estava a bastante
tempo parado. Acho que a cada partida agente vai
pegando ritmo de jogo e assim vai melhorando no
dia-dia.
Então hoje o
único problema que lhe incomoda é
o ritmo de jogo?
Sim, afinal ele vem de
acordo com as partidas. Então eu tento
corrigir o que estou errando, procurando analisar
os jogos e as jogadas, para que não ocorra
das próximas vezes.
Como anda o clima após
a volta ao G-8?
A meta da gente é
seguir conquistando o máximo de pontos
possíveis, pois o campeonato está
muito embolado e equilibrado.
Se sente feliz pelo
apoio que a torcida e a diretoria vem lhe dando?
É verdade o reconhecimento da torcida,
diretoria, treinador e até dos próprios
jogadores. Então eu me sinto feliz e estou
trabalhando para poder retribuir este carinho
de todos dentro de campo.
Em relação à contratação
de Marcelo Pitol, muitos argumentaram, que a mesma
poderia lhe causar um mal estar, ou até
mesmo uma pressão maior, devido à
contratação ter sido feita a dois
dias para o jogo contra o Vitória. Isto
aconteceu?
Não, de maneira
alguma, no momento da saída do Nilson eu
sabia que realmente ia vir um goleiro, mas o Roberto
Cavalo já tinha conversado comigo e a chance
de jogar era minha. Fiquei bastante tranqüilo
e continuei trabalhando para passar confiança
a ele.
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