A permanência do atacante Júnior Amorim e do zagueiro Érlon está difícil. Ontem, Adelson Wanderley manteve um contato com o procurador dos dois jogadores, Adson Gomes, que fez uma contraproposta ao Náutico. Mas o diretor alvirrubro ainda considerou o pedido acima das condições financeiras do clube. Mesmo assim, vai ter uma reunião com diretor de gestão desportiva, Carlos Porto, para analisar a situação e dar um resposta.
Na verdade, Júnior Amorim e Érlon, além de negociar o novo contrato, estão solicitando o pagamento dos salários de outubro e novembro.
“Não podemos acertar nada acima da política financeira do clube. Afinal, está fora de cogitação fazer um contrato e depois não poder pagar os salários”, argumentou Adelson Wanderley.
Júnior Amorim chegou a dizer em entrevista a uma emissora de rádio que gostaria de ficar no Náutico, mas deixou claro que precisa resolver as pendências que o clube tem com ele. Ao mesmo tempo afirmou ter proposta de outros clubes e até do exterior.
“Estamos conversando, mas nada está acertado. Tenho salários a receber e é preciso resolver essa questão. Mas gostaria de ficar no Náutico”, disse o jogador.
Outro que ainda não definiu a renovação é o lateral-esquerdo Edu Silva. Na semana passada foi feito um contato com o pai do jogador, Edvaldo Silva, que praticamente aceitou a proposta do clube. Mas o atleta não confirmou sua volta.
Já o meia Mabília dificilmente retornará para o Náutico. O jogador recebeu o mês de outubro, mas só renova contrato se receber novembro.