POLÊMICA

Apesar da revolta dos alvirrubros, que continuam contestando a anulação do gol de falta de Nildo, diante do Ypiranga, na última quarta-feira, o árbitro Patrício Souza mantém a convicção na marcação e afirma ter acertado ao invalidar o lance. A decisão dele ainda foi endossada pelo ex-juiz Arnaldo Cézar Coelho, que apitou a final da Copa do Mundo de 1982 e, atualmente, é comentarista de arbitragem da Rede Globo.

O lance, bastante discutido pelos alvirrubros, aconteceu aos 43 minutos do segundo tempo do jogo contra o Ypiranga, em Santa Cruz do Capibaribe. O árbitro Patrício Souza marcou uma falta, em dois toques, a favor do Náutico. Na cobrança, o volante Flávio botou o pé na bola e Nildo cobrou perfeitamente no ângulo do goleiro Romero. Porém, o juiz invalidou o gol timbu.

“O jogador só bota o pé na bola e tira. Isso não é considerado movimento. A regra 13 é clara. Ela diz que a bola precisava ser chutada ou movimentada. Já falei com a comissão de arbitragem que concordou com a minha marcação”, contou o árbitro.

Quando ocorreu o lance do gol, Patrício lembrou de uma lição recebida há dois anos. “Tenho ainda mais segurança, porque, há dois anos, o Palmeiras ganhou um jogo do Campeonato Paulista num lance idêntico. Na mesma semana, a CBF convocou todos os árbitros para uma videoconferência só para dizer que não era para validar aquele tipo de lance. Lembrei disso na hora”, disse.

Ontem, Patrício ainda recebeu o apoio de Arnaldo Cézar Coelho. O comentarista de arbitragem da Rede Globo analisou o lance e deu sua opinião na segunda edição do NE/TV. Para o ex-árbitro, a bola não se mexeu. O jogador apenas colocou o pé em cima da bola.

Mesmo com toda essa convicção demonstrada por Patrício Souza, a direção alvirrubra vai dar entrada no Tribunal de Justiça Desportiva pedindo os três pontos do jogo. “Estamos coletando todas as provas possíveis para argumentar no TJD e conseguirmos os três pontos. Tenho certeza que o jogador moveu a bola”, afirmou o presidente Ricardo Valois.

O próprio Flávio manteve a palavra que não apenas tocou na bola, mas a moveu. “Toquei na bola para ela apenas girar um pouco e mover-se, como manda a regra. Foi exatamente isso que fiz”, disse o volante.

Uma resposta a POLÊMICA

  1. fabbio disse:

    essa diretoria e um amerda mesmo esse time não tem condições de ganha o jogo em campo a gora quer ganha na justiça e cada ano que passa o nautico se torna um time pequeno isso e um vergonha o nosso clube so vai ser um time grande quando essa diretoria sair do clube ai sim seremos novamente aquele nautico de tantas glorias salve o nautico deste ladroes??????????

  2. Giovanni Giuseppi disse:

    Observem este simples argumento:

    Se um corpo em repouso sofrer um impacto, mesmo que mínimo, pela lei física da ação e reação, ele responderá ao impacto (no caso, o pisão na bola).

    Se a bola não se moveu aos olhos, outra lei física prova que isto não é verdade, pois como reagiu ao pisão, a bola mesmo em velocidade zero (v=0) estará, necessária e obrigatóriamente, em movimento.

    O entendimento das leis físicas supracitadas são exigências para uma pessoa tornar-se arbitro de futebol, pois exige-se no mínimo o ensino médio (antigo segundo gral, ginásio ou colegial) completo, o que obrigatóriamente capacitaria a pessoa aos conhecimentos basilares da física newtoniana.

    Portanto, finalizo este argumento afirmando sem sombra de dúvidas que o lance não é passível de interpretações, já que existem normas que regem o jogo, e as normas da FIFA são claras ao falar do movimento da bola, bem como as leis físicas que explicam o movimento.

    Náutico Acima de TUDO, SEMPRE!!!
    RAÇA!!!

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