A IGT (International Game Tecnology) chegou com a pompa de trazer grandes benfeitorias financeiras aos clubes de Pernambuco – só no primeiro ano o contrato previa uma quantia que girava em torno de R$ 2 milhões, que seria rateado pelos clubes do estado.
Mas o projeto acabou esbarrando na burocracia do nosso país e a FPF e os clubes ficaram no prejuízo. “A IGT não pagou, e quem ficou no prejuízo foi a Federação. O que ficou acertado não foi isso. Disseram que depois que a Arpe (Agência de Regulação de Pernambuco) desse a portaria o dinheiro sairia. A Federação investiu no projeto e se deu mal. Todo mundo veio pedir adiantamento do dinheiro que iria receber. Os clubes não perderam nada com isso. A federação foi quem se prejudicou”, disse Carlos Alberto Oliveira, presidente da FPF. “Somando os R$200 mil que gastamos com hospital no caso de Paulista (quando três pessoas ficaram feridas na rodada de estréia do Pernambucano, no Estádio Ademir Cunha), aos R$ 700 mil da IGT (valor adiantado pela FPF aos clubes) e R$ 150 mil do Pernambuco da Sorte, a Federação já teve um prejuízo de quase R$ 1 milhão este ano”, finalizou Carlos Alberto.