Ela, carioca, querendo conhecer praias diferentes. Ele, pernambucano, na tranqüilidade de Porto de Galinhas. Conheceram-se em Porto e a amizade tornou-se maior. Papai do céu deu um empurrãozinho e conseguiram se ver mais vezes, mais até do que o esperado. De repente, ela soube: ele era “Náutico” doente. Ele chegou até a queimar a camisa do time quando ele perdeu. Ela não conseguia entender. Como uma pessoa que ama o seu clube chega a queimar a camisa quando ele perde? O que levaria um homem a tamanha incoerência? A resposta veio logo: PAIXÃO. Sim, porque paixão acontece e pronto. Paixão existe e acabou-se. Paixão arrebata qualquer outro sentimento. Paixão manda a coerência ir embora. O que vale é o que corre nas veias, no pulsar do coração. Conversaram sobre “queimar a camisa”, riram e entenderam que foi um momento de tristeza, raiva, paixão exacerbada, paixão contrariada. Mas toda aquela história tocou o seu coração de simples torcedora carioca. Aquele pernambucano mostrava com poucas atitudes, mas com muita firmeza, que existem sentimentos que a gente nem sabe definir, mas sabe expressar muito bem, como todo bom nordestino. A gente expressa quando olha, quando fala, quando se cala ou até quando queima camisa.
A paixão dele foi contagiando…contagiando…Ela apenas desejava ver praias diferentes. Entretanto, mais do que praias diferentes, ela experimentava uma forma de vida diferente. Claro que no Rio há também torcedores apaixonados. Acontece que ela nunca havia visto algo tão próximo. Um belo dia, a revelação: ele diz que nunca havia assistido a qualquer partida do Náutico, nunca tinha entrado nos “Aflitos”. Por vários motivos, ele nunca tinha visto, de perto, seu time do coração jogar. Movida então por muita paixão, ela resolveu vir do Rio e levá-lo aos “Aflitos”. Ao chegarem, ele e ela, devidamente trajados, de vermelho e branco, conheceram o clube, as pessoas, os torcedores, a Nauticonet, a Timbushop, o clima gostoso e o Náutico ganhou bonito. O brilho nos olhos dele ao ver o Náutico em campo, ela nunca vai esquecer. Olhou para si mesma e viu uma mulher carioca gritando Goooooolllll com uma alegria que há muito tempo não sentia. Naqueles momentos mágicos, ela percebeu como vale a pena viver. E percebeu que viver bem é apenas estar com quem você quer, onde você quer, fazendo o que você quer, mas tudo isso com absoluta verdade e cumplicidade. E eles foram cúmplices e verdadeiros o tempo todo.
E a paixão? A paixão pelo pernambucano continua firme, com mais chamego e saudade. Pode terminar algum dia, pode transformar-se em amizade ou em amor. Papai do céu é quem vai decidir. Mas a paixão pelo Náutico é diferente. Ela apenas se fortalece. Ela ensina que há algo dentro de nós muito maior do que a gente consegue entender, talvez um amor muito grande por nós mesmos ou pelo simples ato de viver.
Quando o Náutico jogar no Rio de Janeiro, os dois, o pernambucano e a carioca, irão ao Maracanã, de vermelho e branco, de mãos dadas, nauticamente unidos. Saudações alvirrubras!!!
Por: Sueli Justen, Colaboradora NauticoNET
boa noite galera!!! temos que estar atento a arbitragem
da próxima quarta contra o santos. ACHO MUITO ESTRANHO
HERBER ROBERTO LOPES O JUIZ DO NOSSO JOGO. PRIMEIRO ELE
SOFREU UMA GRANDE PRESSÃO POR TER MARCADO (E CERTO) O
PENALTY NO JOGO CONTRA O CORINTHIANS, PORTANTO, TODO CUIDADO
É POUCO, LANCE DUVIDOSO A NOSSO FAVOR DESTA VEZ ELE NÃO VAI
APITAR.SEGUNDO QUE É MUITO ESTRANHO PARTICIPAR DE UM SORTEIO
DE UMA MESMA EQUIPE NUM PRAZO DE 10 DIAS. VAMOS FICAR
ATENTOS!!